28 outubro 2015

A FALTA DE GESTÃO; RECICLAGEM; ADMINISTRAÇÃO; SUSTENTABILIDADE E CONSIDERAÇÕES POR QUEM VIVE DO LIXO DO BRASIL

Abaixo tem matérias sobre situações dos Lixões Aterros Sanitários, Aterros Controlados, Catadores de Recicláveis, Leis sobre os Resíduos etc, e um Filme Completo Documentário que concorreu a Oscar o filme mostra situações do maior aterro do Mundo Gramacho, no Rio de Janeiro. e edições  sobre a  vida dos catadores nos dias atuais depois de 3 anos como fico a situação dos catadores do local e de como anda os catadores nos dias atuais e da lei que mudou novamente sobre os lixões que eram para ter acabado em 2014 agora foi adiado para 2021.....

Lixo Extraordinário - Documentário - Filme Completo

Você já assistiu ao filme Lixo Extraordinário? Se não, assista. O documentário concorreu ao Oscar em 2011 e mostra um projeto do artista plástico Vik Muniz no maior aterro sanitário do mundo, Gramacho, no Rio de Janeiro. O filme conta como foi a experiência do artista Vik Muniz ao fazer arte com lixo e transformar a vida de um grupo de catadores.
O filme mostra a vida difícil de pessoas que vivem literalmente no lixo e que dependem dele para a sobrevivência. O artista, que nasceu na classe média baixa paulistana e hoje é um dos maiores expoentes das artes visuais no mundo, trabalha com colagens e montagens de materiais diversos para formar retratos.


Lixo Extraordinário - Documentário - Filme Completo

A Lei nº 12.305 prevê, desde 2 de agosto de 2010, que todos os rejeitos do país devem ter uma disposição final ambientalmente adequada em quatro anos. Traduzindo e atualizando o juridiquês, a lei — que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos no país — determina a desativação dos lixões a céu aberto. Na prática, seis meses depois de expirado o prazo, os lixões não foram todos extintos. A estimativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA) é que 59% dos municípios brasileiros ainda dispõem seus resíduos em vazadouros a céu aberto ou aterros controlados (lixões com cobertura precária).

Há multa prevista para quem não cumpriu o prazo. De acordo com informações divulgadas no site do MMA, os artigos 61 e 62 do decreto 6.514 de 2008, que regulamenta a lei de crimes ambientais, prevê que quem causar poluição que possa resultar em danos à saúde humana ou ao meio ambiente, incluindo a disposição inadequada de resíduos sólidos, estará sujeito à multa de R$ 5 mil a R$ 50 milhões.
FRANK E SUSTENTABILIDADE E JOSÉ MARIA CATADOR DE RECICLÁVEIS
FRANK E SUSTENTABILIDADE E JOSÉ MARIA CATADOR DE RECICLÁVEIS

Os municípios alegam falta de verba e pleiteiam prorrogação do prazo previsto na Lei. “A maioria dos municípios brasileiros não teve condições técnicas e financeiras para cumprir o prazo estabelecido”, argumenta Francisco Lopes, secretário executivo da Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento (ASSEMAE). “A consolidação do fim dos lixões no Brasil é uma realidade ainda longe de ser alcançada. Sobre o impasse, acreditamos não ser possível impor prazos iguais a todos os municípios, afinal, cada um deles possui uma realidade econômica diferente”, diz ele, que defende a criação de um cronograma em escala para atender as normas da lei, com prazos diferentes conforme o número de habitantes dos municípios. “Os municípios com mais de 200 mil habitantes devem elaborar plano de saneamento, com disposição ambientalmente adequada até dezembro de 2015. Já as cidades de 50 a 200 mil habitantes teriam até final de 2016. O prazo para aqueles com menos de 50 mil moradores seria dezembro de 2017”, propõe.
A FALTA DE GESTÃO; RECICLAGEM; ADMINISTRAÇÃO; SUSTENTABILIDADE E CONSIDERAÇÕES POR QUEM VIVE DO LIXO DO BRASIL
A FALTA DE GESTÃO; RECICLAGEM; ADMINISTRAÇÃO; SUSTENTABILIDADE E CONSIDERAÇÕES POR QUEM VIVE DO LIXO DO BRASIL

Atentado ambiental

Em novembro de 2014, o Poder Executivo vetou o trecho de uma medida provisória aprovada pelo Congresso que previa a ampliação em mais quatro anos do prazo para municípios acabarem com lixões. O tema havia sido incluído pelos parlamentares na MP 651, que trata de outro assunto (medidas de incentivo à economia através de desonerações). “A prorrogação de prazos, da forma como prevista, contraria o interesse público, por adiar a consolidação de aspecto importante da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Além disso, a imposição de veto decorre de acordo realizado no plenário do Senado Federal com as lideranças parlamentares, que se comprometeram a apresentar alternativa para a solução da questão”, disse o vice-presidente da República Michel Temer, na justificativa do veto publicada no Diário Oficial da União em 14 de novembro de 2014.

O deputado federal Chico Alencar (PSOL/RJ) criticou o Congresso pela aprovação da medida que concedia mais prazo aos municípios, a que chamou de “atentado ambiental”. “Aqui na Câmara, quase todos se unem para enfiar em uma MP sobre fundos de renda fixa e ativos financeiros, um tremendo ‘jabuti’! Os mais de 2 mil que cumpriram a lei ficam prejudicados e as negociações com o Ministério Público para dosar as punições às Prefeituras que ainda não fizeram a coleta adequada e os aterros sanitários são jogadas fora. Enquanto a Pátria está distraída com as eleições presidenciais, o Parlamento comete um atentado ambiental (e antirregimental)”, escreveu o deputado em sua página na rede social Facebook à época.

A ambientalista Zilda Veloso, diretora de Meio Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, conta à Radis que o governo estuda um novo instrumento legal que estabeleça critérios para que o prazo possa ser prorrogado em casos especiais. “O Ministério entende a dificuldade dos municípios, mas simplesmente prorrogar o prazo para todos, sem nenhum critério, não é possível”, diz. O que está sendo feito, segundo ela, é uma articulação com o Ministério Público Federal para estabelecer uma estratégia de negociação dos prazos de encerramento dos lixões por meio de Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) com as prefeituras. Ainda de acordo com a diretora, alguns municípios já foram notificados pelo Ministério Público para que dessem destinação adequada a seus resíduos.

“O governo não vai propor prorrogação dos prazos, mas é favorável a abrir debates sobre o aperfeiçoamento da lei”, afirmou ministra Izabella Teixeira, em matéria publicada no site do MMA (5/8/2014). Para ela, é necessário que sejam levadas em conta dificuldades de municípios pequenos, muitas vezes remotos, nem sempre em situação econômica favorável para implantar as ações necessárias. A maior parte do lixo é gerada nas grandes cidades, e a discrepância de volume produzido é muito grande, considerando o porte do município. Quase metade do volume total (que corresponde a mais de 300 mil toneladas de resíduos por dia) são produzidos por 5% dos municípios, um total de 299 cidades.

Planos simplificados

Os municípios de pequeno porte, com menos de 20 mil habitantes, podem elaborar planos simplificados de gestão integrada de resíduos sólidos. Os planos permitem que eles obtenham recursos do Governo Federal, específicos para o manejo dos resíduos e a implantação da coleta seletiva. Segundo o IBGE, até 2013, 1865 municípios haviam declarado possuir planos de gestão integrada de resíduos sólidos nos termos da PNRS.
O Governo Federal tem apoiado a formação de consórcios públicos como forma de tornar viável a gestão integrada de resíduos sólidos. Há a possiblidade também de municípios e estados optarem por contratos com empresas privadas para a execução de soluções e prestação de serviços. Questionada se as terceirizações abririam possibilidade para uma “privatização do lixo”, Zilda Veloso garante que a responsabilidade é do poder público. “Ele pode contratar, mas essa contratação não o exime de nada”.

Catadores não são prioridade

A pesquisadora Amanda Rodrigues acompanhou o fechamento do lixão localizado no bairro Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, na região da Baixada Fluminense, em 2012, quando realizava sua pesquisa de mestrado em Saúde Pública na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). Para ela, mesmo nos casos em que houve construção de aterro sanitário, isso não representa que a melhor solução socioambiental tenha sido encontrada. “O caso de Jardim Gramacho vem sendo considerado exemplo por ter conseguido encerrar o funcionamento do lixão e por ter concedido indenização para os 1.603 catadores. Mas que condições têm essas pessoas para disputar no mercado de trabalho?”, questiona.

“O fechamento de Jardim Gramacho foi um evento midiático”, considera a pesquisadora, lembrando que o aterro foi desativado em junho de 2012, às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). O local também recebeu bastante divulgação por ter sido retratado nos documentários Lixo Extraordinário, de Lucy Walker, e Estamira, de Marcos Prado, premiados internacionalmente.

Amanda relata que em setembro de 2013, ou seja, bem depois do encerramento do lixão, o governo do Estado do Rio de Janeiro ainda aguardava o fim do diagnóstico socioeconômico encomendado a um instituto de pesquisa para implementar melhorias na região onde ficava o lixão. “O curso profissionalizante que foi oferecido aos catadores só se iniciou depois da desativação do lixão. Eles são autônomos, estão acostumados a receber por dia. Alguns não sabiam somar. E depois? Não se fala mais nisso e ninguém volta para observar as condições de vida dessas pessoas. Mesmo assim, esse desfecho foi considerado moralmente aceitável”, afirmou.

*Matéria publicada na Revista Radis 149. Fevereiro de 2015. Veja aqui a revista na íntegra.
Publicado no Portal EcoDebate, 25/02/2015
Fonte:http://www.ecodebate.com.br / vídeo You Tube - Profissão Repórter rede Globo 27/10/2015

PRAZO PARA MUNICÍPIOS ACABAREM COM LIXÕES PRORROGADO ATÉ 2021 - Senado conivente

Os municípios brasileiros estão livres para  continuar poluindo com lixões. Para se manterem livres de cumprir a lei que  dava  agosto de 2014 como prazo final para o fim dos lixões no país, receberam um presente do Senado. Um novo prazo que, para alguns municípios, vai até 2021. O projeto seque agora para a Câmara dos Deputados.


  Em todo o país, os lixões já deveriam ter sido fechados e substituídos por aterros sanitários desde o ano passado. Mas cerca de 40% dos municípios brasileiros ainda não realizaram os procedimentos para isto, como a coleta seletiva, passo fundamental para que a logística reversa, também prevista na lei, seja implementada.
Então, os senadores entraram em cena para socorrer os municípios, mesmo com prejuízo da população e do ambiente. Nesta quarta-feira (1), o Projeto de Lei do Senado (PLS 425/2014) foi aprovado em plenário. O projeto prorroga e escalona o prazo para que os municípios cumpram a  Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010). 
O projeto aprovado beneficia quase três mil municípios e o Distrito Federal, que não dão destinação correta ao lixo produzido por moradores e empresas. O Senado atendeu à Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e dilatou o prazo dos infratores atuais da Lei 12.305/2010.
Pelo projeto aprovado, as capitais e municípios de região metropolitana terão até 31 de julho de 2018 para acabar com os lixões. Os municípios de fronteira e os que contam com mais de 100 mil habitantes, com base no Censo de 2010, terão até 2019 para implementar seus  aterros sanitários. 
Já as  cidades que têm entre 50 e 100 mil habitantes terão prazo até 31 de julho de 2020. E, os municípios com menos de 50 mil habitantes, será até 31 de julho de 2021.
Em 2013, havia 1.196 lixões contra apenas 652 aterros sanitários no país. Para fechar um lixão, é necessário ações como a criação de aterros sanitários e áreas de transbordo, tratamento de resíduos de construção civil, coleta seletiva e campanhas educativas. 
No final de 2014, o Congresso Nacional manteve o veto à prorrogação do prazo para que os municípios acabassem com seus lixões. No Espírito Santo, a situação não se difere do quadro nacional.
Fonte: http://seculodiario.com.br / Montagem: Frank e Sustentabilidade

26 outubro 2015

LICITAÇÕES SUSTENTÁVEIS

Licitação Sustentável

A Constituição Federal, art. 37, inciso XXI, prevê para a Administração Pública a obrigatoriedade de licitar. Esse artigo foi regulamentado pela Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, que estabeleceu normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

A licitação é o procedimento administrativo formal em que a Administração Pública convoca, mediante condições estabelecidas em ato próprio (edital ou convite), empresas interessadas na apresentação de propostas para o oferecimento de bens e serviços.

A licitação objetiva garantir a observância do princípio constitucional da isonomia e selecionar a proposta mais vantajosa para a Administração, de maneira a assegurar oportunidade igual a todos os interessados e possibilitar o comparecimento ao certame do maior número possível de concorrentes, fato que favorece o próprio interesse público.

Frank e Sustentabilidade
LICITAÇÕES SUSTENTÁVEIS

O procedimento de licitação objetiva permitir que a Administração contrate aqueles que reúnam as condições necessárias para o atendimento do interesse público, levando em consideração aspectos relacionados à capacidade técnica e econômico-financeira do licitante, à qualidade do produto e ao valor do objeto.

Há algumas diferentes modalidades de licitação, porém todas se dão com a apresentação das propostas de cada participante, sendo vencedor aquele que, tendo seus produtos as especificações requeridas, apresente o produto ou serviço cujo preço, por fim, seja o menor dentre as propostas.

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O que é Licitação Sustentável?

Segundo o art. 3o da Lei No 8.666/1993 Licitação Sustentável é aquela que destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável…(Redação dada pela Lei no 12.349, de 2010).

Nesse sentido, pode-se dizer que a licitação sustentável é o procedimento administrativo formal que contribui para a promoção do desenvolvimento nacional sustentável, mediante a inserção de critérios sociais, ambientais e econômicos nas aquisições de bens, contratações de serviços e execução de obras.

De uma maneira geral, trata-se da utilização do poder de compra do setor público para gerar benefícios econômicos e socioambientais.

Por que realizar compras e licitações sustentáveis?

As compras e licitações sustentáveis possuem um papel estratégico para os órgãos públicos e, quando adequadamente realizadas promovem a sustentabilidade nas atividades públicas. Para tanto, é fundamental que os compradores públicos saibam delimitar corretamente as necessidades da sua instituição e conheçam a legislação aplicável e características dos bens e serviços que poderão ser adquiridos.

O governo brasileiro despende anualmente mais de 600 bilhões de reaiscom a aquisição de bens e contratações de serviços (15% do PIB). Nesse sentido,direcionar-se o poder de compra do setor publico para a aquisição de produtos e serviços com critérios de sustentabilidade implica na geração de benefícios socioambientais e na redução de impactos ambientais, ao mesmo tempo que induz e promove o mercado de bens e serviços sustentáveis.

A decisão de se realizar uma licitação sustentável não implica, necessariamente, em maiores gastos de recursos financeiros. Isso porque nem sempre a proposta vantajosa é a de menor preço e também porque deve-se considerar no processo de aquisição de bens e contratações de serviços dentre outros aspectos os seguintes:

a) Custos ao longo de todo o ciclo de vida: É essencial ter em conta os custos de um produto ou serviço ao longo de toda a sua vida útil – preço de compra, custos de utilização e manutenção, custos de eliminação.

b) Eficiência: as compras e licitações sustentáveis permitem satisfazer as necessidades da administração pública mediante a utilização mais eficiente dos recursos e com menor impacto socioambiental.

c) Compras compartilhadas: por meio da criação de centrais de compras é possível utilizar-se produtos inovadores e ambientalmente adequados sem aumentar-se os gastos públicos.

d) Redução de impactos ambientais e problemas de saúde: grande parte dos problemas ambientais e de saúde a nível local é influenciada pela qualidade dos produtos consumidos e dos serviços que são prestados.

e) Desenvolvimento e Inovação: o consumo de produtos mais sustentáveis pelo poder público pode estimular os mercados e fornecedores a desenvolverem abordagens inovadoras e a aumentarem a competitividade da indústria nacional e local.
Fonte:  http://www.mma.gov.br

23 outubro 2015

AGENDA AMBIENTAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA A3P

Agenda Ambiental na Administração Pública | A3P - O que é a A3P?


A A3P é um programa que busca incorporar os princípios da responsabilidade socioambiental nas atividades da Administração Pública, através do estímulo a determinadas ações que vão, desde uma mudança nos investimentos, compras e contratações de serviços pelo governo, passando pela sensibilização e capacitação dos servidores, pela gestão adequada dos recursos naturais utilizados e resíduos gerados, até a promoção da melhoria da qualidade de vida no ambiente de trabalho. Essas ações embasam e estruturam os eixos temáticos
da A3P, tratados no capítulo seguinte.
Frank e Sustentabilidade
Agenda Ambiental na Administração Pública | A3P
A Agenda se encontra em harmonia com o princípio da economicidade, que se traduz na relação custo-benefício e, ao mesmo tempo, atende ao princípio constitucional da eficiência, incluído no texto da Carta Magna (art. 37) por meio da Emenda Constitucional 19/1998, e que se trata de um dever da administração.

“... o que se impõe a todo agente público de realizar suas atribuições com presteza, perfeição e rendimento funcional. 
É o mais moderno princípio da função administrativa, que já não se contenta em ser desempenhada apenas com legalidade, exigindo resultados positivos para o serviço público e satisfatório atendimento das necessidades da comunidade e de seus membros.” (princípio da eficiência  administrativa – Hely Lopes Meirelles) 
Objetivos da A3P 

A A3P tem como principal objetivo estimular a reflexão e a mudança de atitude dos servidores para que os mesmos incorporem os critérios de gestão socioambiental em suas atividades rotineiras. A A3P também busca:

-Sensibilizar os gestores públicos para as questões socioambientais;
-Promover o uso racional dos recursos naturais e a redução de gastos institucionais;
Contribuir para revisão dos padrões de produção e consumo e para a adoção
de novos referenciais de sustentabilidade no âmbito da administração pública;
Reduzir o impacto socioambiental negativo direto e indireto causado pela execução das atividades de caráter administrativo e operacional;
Contribuir para a melhoria da qualidade de vida.
Fonte do texto: http://www.mma.gov.br

22 outubro 2015

COLETA SELETIVA SOLIDÁRIA

Coleta Seletiva Solidária

Atualmente, a maior parte dos órgãos públicos que já implementam ações da A3P estão se inserindo no projeto "Coleta Seletiva Solidária", conforme o Decreto nº 5940, de 25 de outubro de 2006, que institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis, constituindo-se em exemplo na busca da inclusão social de expressivo contingente de cidadãos brasileiros.

Frank e Sustentabilidade
COLETA SELETIVA SOLIDÁRIA


O referido Decreto prevê a constituição de uma Comissão para a Coleta Seletiva, no âmbito de cada órgão, cujo o objetivo é de implantar e supervisionar a separação dos resíduos e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores. Assim como é também de sua responsabilidade apresentar, semestralmente, ao Comitê Interministerial da Inclusão Social de Catadores de Lixo, avaliação do processo de separação e destinação às associações e cooperativas dos catadores.

Além de terem um importante papel na economia, os catadores de materiais recicláveis configuram-se como agentes de transformação ambiental e sua ação minimiza o quantitativo de lixo a ser coletado e destinado pelas municipalidades, ampliando a vida útil dos aterros sanitários. Esses trabalhadores são, ao mesmo tempo, geradores de bens e de serviços, impulsionando o setor econômico da reciclagem.
Fonte do Texto : http://www.mma.gov.br/

21 outubro 2015

A PROBLEMÁTICA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS

A Problemática "Resíduos Sólidos"

Segundo dados de 2008 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, por meio da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico - PNSB, 99,96% dos municípios brasileiros têm serviços de manejo de Resíduos Sólidos, mas 50,75% deles dispõem seus resíduos em vazadouros; 22,54% em aterros controlados; 27,68% em aterros sanitários. Esses mesmos dados apontam que 3,79% dos municípios têm unidade de compostagem de resíduos orgânicos; 11,56% têm unidade de triagem de resíduos recicláveis; e 0,61% têm unidade de tratamento por incineração. A prática desse descarte inadequado provoca sérias e danosas consequências à saúde pública e ao meio ambiente e associa-se a triste quadro socioeconômico de um grande número de famílias que, excluídas socialmente, sobrevivem dos "lixões de onde retiram os materiais recicláveis que comercializam.


Frank e Sustentabilidade
A PROBLEMÁTICA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS


O quadro institucional atual também é negativo apesar de encontrar-se em fase de alteração. A maioria das Prefeituras Municipais ainda não dispõe de recursos técnicos e financeiros para solucionar os problemas ligados à gestão de resíduos sólidos. Ignoram-se, muitas vezes, possibilidades de estabelecer parcerias com segmentos que deveriam ser envolvidos na gestão e na busca de alternativas para a implementação de soluções. Raramente utiliza-se das possibilidades e vantagens da cooperação com outros entes federados por meio do estabelecimento de consórcios públicos nos moldes previstos pela Lei de Saneamento Básico (Lei nº 11.445/2007) e Lei de Consórcios Públicos (Lei nº 11.107/2005) e de seus respectivos decretos de regulamentação (Decreto nº 7217/2010 e Decreto nº 6.017/2007).

Ainda é frequente observar-se a execução de ações em resíduos sólidos sem prévio e adequado planejamento técnico-econômico, sendo esse quadro agravado pela falta de regulação e controle social no setor.
Fonte: SRHU e mma.gov.br e Frank e Sustentabilidade

20 outubro 2015

GESTÃO INTEGRADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS; RESPONSABILIDADE; LOGÍSTICA; INCLUSÃO SOCIAL DE CATADORES

Gestão Integrada dos Resíduos Sólidos

A gestão integrada dos resíduos sólidos inclui todas as ações voltadas à busca de soluções para os resíduos sólidos, incluindo os planos nacional, estaduais, microrregionais, intermunicipais, municipais e os de gerenciamento.

Os planos de gestão sob responsabilidade dos entes federados – governos federal, estaduais e municipais – devem tratar de questões como coleta seletiva, reciclagem, inclusão social e participação da sociedade civil.

A gestão integrada envolve também os resíduos de serviços de saúde, da construção civil, de mineração, de portos, aeroportos e fronteiras, industriais e agrossilvopastoris.
 
GESTÃO INTEGRADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS; RESPONSABILIDADE; LOGÍSTICA; INCLUSÃO SOCIAL DE CATADORES
GESTÃO INTEGRADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS; RESPONSABILIDADE; LOGÍSTICA; INCLUSÃO SOCIAL DE CATADORES

 Responsabilidade Compartilhada 

A Política Nacional de Resíduos Sólidos oficializou a responsabilidade compartilhada de toda a sociedade na gestão dos resíduos sólidos urbanos. A cada setor foram atribuídos diferentes papéis a fim de solucionar ou mitigar os problemas relacionados aos resíduos sólidos.

São objetivos da responsabilidade compartilhada:

• Redução da geração de resíduos sólidos;

• Redução do desperdício de materiais;

• Redução da poluição;

• Redução dos danos ambientais;

• Estímulo ao desenvolvimento de mercados, produção e consumo de produtos derivados de materiais reciclados e recicláveis.

Esses objetivos envolvem a sociedade na discussão de temas como a reavaliação dos padrões de consumo, reciclagem de materiais, oportunidade de novos negócios com viés socioambiental, ecodesign, diminuição dos impactos ambientais inerentes ao modo de vida atual e inclusão social.

Logística Reversa

A logística reversa engloba diferentes atores sociais na responsabilização da destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos. Gera obrigações, especialmente do setor empresarial, de realizar o recolhimento de produtos e embalagens pós-consumo, assim como reassegurar seu reaproveitamento no mesmo ciclo produtivo ou garantir sua inserção em outros ciclos produtivos.

A partir da PNRS, o sistema de logística reversa se tornou obrigatório para as seguintes cadeias:

• Agrotóxicos, seus resíduos e embalagens;

• Pilhas e baterias;

• Pneus;

• Óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;

• Lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista;

• Produtos eletroeletrônicos e seus componentes;

• Produtos comercializados em embalagens plásticas, metálicas ou de vidro.

 Inclusão Social de Catadores 

No Brasil, a estimativa é de que existam 600 mil catadores de materiais recicláveis, que, além de garantir o sustento de suas famílias com a separação dos resíduos, prestam um importante serviço ambiental para toda a sociedade, na medida em que são os maiores responsáveis pela reciclagem no País.

Atualmente, grande parte desses trabalhadores estão nos lixões e aterros espalhados pelo Brasil. Com o advento da Lei 12.305/2010 (PNRS), ficou proibido o exercício dessas atividades nos lixões. É preciso então integrá-los na cadeia da reciclagem e, dessa forma, promover a cidadania desses trabalhadores com inclusão social e geração de emprego e renda.
Fonte: www.mma.gov.br

19 outubro 2015

AGORA JÁ PODEMOS CONSULTAR NESSE BLOGGER OS R' S PARA UMA SUSTENTABILIDADE MAIS FORTE

AGORA JÁ PODEMOS VER 10 R' S PARA UMA SUSTENTABILIDADE FORTE

GORA JÁ PODEMOS CONSULTAR NESSE BLOGGER OS R' S PARA UMA SUSTENTABILIDADE MAIS FORTE
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Os 3 Rs da sustentabilidade já são bem famosos. Reduzir, reutilizar e reciclar o tempo passou as situações também, as circunstâncias mudaram e a família dos erres amigos do meio ambiente cresceu. Algumas listas trazem quatro, outras seis, sete e até oito. pesquisando em sites de Sustentabilidade pode se ver que os R' R agora já são 10 R' S para uma Sustentabilidade que estamos precisando. Conheça os:

RECUSAR - produtos que agridem a natureza em qualquer estágio de sua produção, desde a extração de matéria-prima ao descarte. Recusar produtos ou serviços de empresas que não respeitam a legislação ambiental, que usam mão de obra escrava ou que fazem testes em animais. Uma pesquisa rápida na internet revela muito sobre produtos e empresas. Também vale entrar em contato com a companhia para tirar suas dúvidas.

REPENSAR - sobre atitudes diárias, especialmente de consumo, e como elas impactam o meio a nossa volta. Tudo que a gente faz a cada dia provoca impactos, sejam positivos ou negativos. O segredo está em agir de uma forma que gere o mínimo impacto negativo possível. O consumo consciente é um grande aliado nesse processo e existem várias normas leis sites com cartilhas e fontes para se pesquisar Reciclar quando não tem mais reuso ou reparo. Retornar materiais como papel, plástico, metal e vidro à cadeia produtiva para que virem outros produtos reduz tanto o lixo quanto a extração de matéria-prima que seria empregada na produção de objetos novos.

REINTEGRAR - à natureza o que dela veio. O lixo orgânico não tem nada de lixo. Cascas de frutas, verduras, podas de árvores e restos de alimentos produzem um rico adubo através da compostagem. Existem vários vídeos na internet que ensinam a fazer tipos diversos de composteiras, tanto para quem mora em casa quanto apartamento. Fazer compostagem reduz a quantidade de lixo que enviamos para os aterros.

RESPEITAR - a vida, os seres vivos, as pessoas, seu trabalho ou escola, o ambiente, a natureza. O respeito está na base de qualquer relacionamento e é um dos pilares da vida em sociedade.

RESPONSABILIZAR-SE - por seus atos e os impactos que eles causam, sejam bons ou ruins, pelas pessoas ao seu redor, pelo seu local de trabalho ou estudo, pela sua rua, bairro, cidade. Como morador do planeta, eu sou responsável por ele. E você também. Cada um faz sua parte e todos ganham. A espécie humana, outras espécies e o meio ambiente.

REPASSAR - os conhecimentos que podem ajudar a tornar o mundo melhor e sustentável. Estou fazendo isso neste post. Faça você também. na internet cheias de dicas de como colocá-lo em prática no dia a dia.

REDUZIR - nossa pegada ecológica, a marca que deixamos no planeta ao viver e consumir. O consumismo é prejudicial à vida na Terra e gera um dos principais problemas ambientais da atualidade: o lixo. Reduzir o impacto negativo sobre o planeta é agir com consciência, responsabilidade, pensamento coletivo, respeito aos seres vivos e respeito aos bens naturais dos quais tanto dependemos.

REUTILIZAR - aquilo que seria descartado, dando-lhe outro destino. O que para uns é lixo, para outros é solução. Quando reutilizamos objetos, estendemos sua vida útil e diminuímos a pilha de lixo. Uma TOALHA pode virar uma bolsa, garrafas pet podem virar brinquedos, CDs e DVDs podem ser usados como decoração em um quadro. O importante é abusar da imaginação!

REPARAR - o que tem conserto. Assim como o reutilizar, o reparar também aumenta a utilidade dos objetos. Consertar um móvel, remendar um rasgo numa roupa ou bolsa. Se algo pode ser arrumado ou consertado, ainda é útil e não precisa ser substituído.
REAGIR - às dificuldades com boas atitudes. Vamos todos ser parte da solução, não espectadores do problema. Afinal, acreditar é essencial, mas atitude é o que faz a diferença!
Fonte:Pesquisas em Vários sites de Sustentabilidade; Montagem Frank e Sustentabilidade

18 outubro 2015

GESTÃO DE RESÍDUOS - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Gestão de Resíduos - Política Nacional de Resíduos Sólidos

A Lei nº 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) é bastante atual e contém instrumentos importantes para permitir o avanço necessário ao País no enfrentamento dos principais problemas ambientais, sociais e econômicos decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos.
GESTÃO DE RESÍDUOS - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS
GESTÃO DE RESÍDUOS - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Prevê a prevenção e a redução na geração de resíduos, tendo como proposta a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar o aumento da reciclagem e da reutilização dos resíduos sólidos (aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reaproveitado) e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos (aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado).

Institui a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos: dos fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, o cidadão e titulares de serviços de manejo dos resíduos sólidos urbanos na Logística Reversa dos resíduos e embalagens pós-consumo e pós-consumo.

Cria metas importantes que irão contribuir para a eliminação dos lixões e institui instrumentos de planejamento nos níveis nacional, estadual, micro-regional, intermunicipal e metropolitano e municipal; além de impor que os particulares elaborem seus Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.

Também coloca o Brasil em patamar de igualdade aos principais países desenvolvidos no que concerne ao marco legal e inova com a inclusão de catadoras e catadores de materiais recicláveis e reutilizáveis, tanto na Logística Reversa quando na Coleta Seletiva.

Além disso, os instrumentos da PNRS ajudarão o Brasil a atingir uma das metas do Plano Nacional sobre Mudança do Clima, que é de alcançar o índice de reciclagem de resíduos de 20% em 2015.

Destaques da Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos

A Lei sancionada incorpora conceitos modernos de gestão de resíduos sólidos e se dispõe a trazer novas ferramentas à legislação ambiental brasileira. Ressaltam-se alguns desses aspectos quais sejam:

• Gestão integrada dos resíduos sólidos

• Responsabilidade compartilhada

• Logística reversa

• Inclusão social de catadores

Fonte: SRHU e CNMA e MMA e Frank e Sustentabilidade - Facebook

15 outubro 2015

REPASSAR MAIS UM DOS R' S DE SUMA IMPORTÂNCIA PARA A SUSTENTABILIDADE

REPASSAR.  é uma palavra intrigante.

Por que? Porque significa que algo que você considera seu poderá ser utilizado por outra pessoa, e com a sua permissão.

Além de identificar uma atitude altruísta, o que sempre é positivo, significa estar disposto a contribuir para o crescimento do outro, que sempre está atrelado ao seu próprio crescimento.
Quando você compartilha o seu conhecimento, você não está apenas dividindo ou repassando informação, você está abrindo espaço para a troca e para o crescimento como pessoa e profissional. Seu e do outro.

Muitas pessoas persistem no equívoco de que conhecimento deve ser tratado como um nicho, em que um único dono deve ser o tratado como o “imperador da informação”. Completamente errado. Compartilhar faz com que você se direcione a buscar mais, e faz com que os outros também busquem mais como você.

Esta atitude faz com que o que era considerado complexo ou único passe a fazer parte da rotina e todos tem de encontrar novos desafios para enxergar novas perspectivas para si próprio.

No mundo dos negócios, ganha mais quem mais compartilha conhecimento. Porque todos querem saber, todos querem comprar, todos querem crescer.

REPASSAR MAIS UM DOS R' S  DE SUMA IMPORTÂNCIA PARA A SUSTENTABILIDADE
REPASSAR MAIS UM DOS R' S  DE SUMA IMPORTÂNCIA PARA A SUSTENTABILIDADE
Se você está disposto a crescer e fazer de seu negócio ou carreira um sucesso, não se limite ao seu mundo. REPASSE aos seus aliados, com a sua equipe ou com seus colegas o seu conhecimento. Este é o verdadeiro sentido do crescimento. 

Quando lhe perguntarem se você teme repassar conhecimento, não exite em dizer que o conhecimento precisa ser compartilhado, pois você pensa no outro como se fosse você mesmo.

Na verdade, saber compartilhar é evoluir, mais que qualquer coisa. É não se limitar, mas expandir os limites, até onde você desejar, que pode significar aboli-los.

Saiba que o único limite possível é apenas o seu entendimento a este respeito. 
Fonte do texto alterada de: baguete.com.br

A RESPONSABILIDADE SOCIAL SENDO MAIS UM DOS R'S ATUAIS PARA A SUSTENTABILIDADE DO MUNDO ATUAL

 A Responsabilidade Social sendo mais um dos R' S para a Sustentabilidade do Mundo atual 

O que é Responsabilidade Social:Responsabilidade social é quando as empresas decidem, voluntariamente, contribuir para uma sociedade mais justa e para um ambiente mais limpo.

O conceito de responsabilidade social pode ser compreendido em dois níveis: o nível interno relaciona-se com os trabalhadores e, a todas as partes afetadas pela empresa e que, podem influenciar no alcance de seus resultados. O nível externo são as consequências das ações de uma organização sobre o meio ambiente, os seus parceiros de negócio e o meio em que estão inseridos
.
A responsabilidade social implica anoção de que uma empresa não tem apenas o objetivo de fazer lucro e além de trazer benefício financeiro às pessoas que trabalham na empresa, também deve contribuir socialmente para o seu meio envolvente. Desta forma, a responsabilidade social muitas vezes envolve medidas que trazem cultura e boas condições para a sociedade.

Existem diversos fatores que originaram o conceito de responsabilidade social, em um contexto da globalização e das mudanças nas indústrias, surgiram novas preocupações e expectativas dos cidadãos, dos consumidores, das autoridades públicas e dos investidores em relação as organizações. Os indivíduos e as instituições, como consumidores e investidores, começaram a condenar os danos causados ao ambiente pelas atividades econômicas e também a pressionar as empresas para a observância de requisitos ambientais e exigindo à entidades reguladoras, legislativas e governamentais a produção de quadros legais apropriados e a vigilância da sua aplicação.
A RESPONSABILIDADE SOCIAL SENDO MAIS UM DOS R'S ATUAIS PARA A SUSTENTABILIDADE DO MUNDO ATUAL
A RESPONSABILIDADE SOCIAL SENDO MAIS UM DOS R'S ATUAIS PARA A SUSTENTABILIDADE DO MUNDO ATUAL

Os primeiros estudos que tratam da responsabilidade social tiveram início nos Estados Unidos, na década de 50, e na Europa, nos anos 60. As primeiras manifestações sobre este tema surgiram em1906, porém essas não receberam apoio, pois foram consideradas de cunho socialista, e foi somente em 1953, nos Estados Unidos, que o tema recebeu atenção e ganhou espaço. Na década de 70, começaram a surgir associações de profissionais interessados em estudar o tema, e somente a partir daí a responsabilidade social deixou de ser uma simples curiosidade e se transformou em um novo campo de estudo.

Responsabilidade Social Corporativa

Existe também a responsabilidade social corporativa, que é o conjunto de ações que beneficiam a sociedade e as corporações que são tomadas pelas empresas, levando em consideração a economia, educação, meio-ambiente, saúde, transporte, moradia, atividade locais e governo.
Geralmente, as organizações criam programas sociais, o que acaba gerando benefícios mútuos entre a empresa e a comunidade, melhorando a qualidade de vida dos funcionários, e da própria população.

Responsabilidade Social Empresarial

Responsabilidade Social Empresarial está intimamente ligada a uma gestão ética e transparente que a organização deve ter com suas partes interessadas, para minimizar seus impactos negativos no meio ambiente e na comunidade. As empresas de hoje em dia têm cada vez mais uma consciência social, o que é traduzido pela responsabilidade social demonstrada.

Responsabilidade Social e Ambiental

A responsabilidade social está intimamente relacionada com práticas de preservação do meio ambiente. Assim, uma empresa responsável a nível social deve ser conhecida pela criação de políticas responsáveis a nível ambiental, tendo como um dos seus principais objetivos a sua sustentabilidade.
O significado de Responsabilidade Social está na categoria: Geral
Fonte: Significados.com

REINTEGRAR UM OUTRO DOS ( R' S ) PARA A FUTURA SUSTENTABILIDADE

 Reintegrar o produto a natureza, ou seja, transformá-lo novamente em um recurso natural, por exemplo, compostagem de resíduos orgânicos para fazer húmus e adubo.  


REINTEGRAR UM OUTRO DOS ( R' S ) PARA A FUTURA SUSTENTABILIDADE
REINTEGRAR UM OUTRO DOS ( R' S ) PARA A FUTURA SUSTENTABILIDADE

A preocupação com o meio ambiente é talvez a pedra-fundamental da discussão hoje em prática sobre o direcionamento do processo produtivo para a gestão responsável dos recursos, e não apenas para a geração de riqueza e consumo. Com diversos exemplos em todo o mundo, é possível afirmar que a evolução dos processos da iniciativa privada em relação à preservação de recursos naturais gera resultados mais favoráveis não somente para a sociedade e para as gerações futuras, mas para as próprias companhias, inclusive com ganhos financeiros.

Além da preocupação com os processos produtivos e a busca por soluções para a substituição de insumos, as empresas têm a capacidade de influenciar o comportamento do consumidor – considerando-se aqui não apenas o cliente final, mas também o consumidor corporativo de bens e serviços e os responsáveis pelas compras públicas.

Há anos, sinaliza-se que a principal causa dos problemas sociais e ambientais são os padrões insustentáveis de produção e consumo. Mas a verdadeira revolução no cenário econômico mundial e o equilíbrio entre o poder produtivo e a preocupação com o impacto no meio ambiente dependem de diversos fatores.

Nesse ponto, temos mais perguntas do que respostas. A primeira questão diz respeito a quem é o responsável por criar novos padrões de consumo: o governo, as empresas ou os consumidores?

Avaliando a condução dessas mudanças, percebe-se que as empresas já trabalham para oferecer aos consumidores produtos sustentáveis e que os próprios consumidores já buscam alternativas aos produtos tradicionais. No entanto, o consumo gera resíduos e sua administração ainda é tema de debates sobre a eficiência das políticas públicas. De um lado, a indústria geradora; do outro, o cliente/consumidor. Quem deve se responsabilizar pela correta destinação dos resíduos sólidos, incluindo embalagens, caixas e restos orgânicos?
A indústria, como principal utilizadora de recursos naturais, já tem oferecido diversas soluções para reintegrar seus resíduos ao processo produtivo. Entretanto, está em discussão a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que traz as diretrizes para a resolução dessa questão, mas pede forte empenho coletivo para sua aplicação. Um caminho viável é a constituição de acordos setoriais que indiquem o percurso mais adequado para cada tipo de resíduo. Com essa experiência será possível aprimorar a legislação, ainda frágil. Para viabilizar a proposta em andamento, é fundamental o comprometimento do poder público, das empresas e da sociedade como um todo.

Levando o debate à origem dos insumos, o respeito pela biodiversidade merece atenção. Essa questão tem preocupado cientistas e estudiosos em todo o mundo. Dados comprovam que as medidas já adotadas para a sua preservação estão aquém da real necessidade de controle da exploração das fontes naturais. Há registros de perda de 35% dos mangues do planeta, de extinção total de florestas em 25 países e de degradação de 50% das áreas úmidas da Terra, bem como de 30% dos recifes de corais, que chegaram a um ponto em que é impossível sua recuperação. A participação da iniciativa privada cresce. Segundo estudo da consultoria McKinsey, 53% dos CEOs das grandes empresas se preocupam com perdas da biodiversidade, o que indica que as organizações devem trabalhar no sentido de identificar seus impactos negativos e como neutralizá-los, gerenciar riscos e mapear oportunidades.

A questão ambiental pede, também, maior atenção de políticas públicas voltadas à conservação das florestas. Ainda é embrionário o processo de harmonização das atividades exploratórias, que pode ser incrementado com mecanismos de compensação, ainda não previstos no Código Florestal Brasileiro, e o desenvolvimento do valor econômico e dos ativos das florestas. Mesmo assim, os especialistas se mostram otimistas, tendo em vista que o Brasil é o país que mais reduziu emissões de carbono relacionadas ao desmatamento e segue com a meta de desmatamento zero até 2020.
Fonte:geoambiente.eng.br; ethos.org.br; Montagem: Frank e Sustentabilidade

RECICLAR OUTRO DOS R' S PARA A NOSSA SUSTENTABILIDADE

Reciclar é o processo que visa transformar materiais usados em novos produtos com vista a sua reutilização. 

Por este processo, materiais que seriam destinados ao lixo permanente podem ser reaproveitados. É um termo que tem sido cada vez mais utilizado como alerta para a importância da preservação dos recursos naturais e do meio ambiente.

RECICLAR OUTRO DOS R' S PARA A NOSSA SUSTENTABILIDADE
RECICLAR OUTRO DOS R' S PARA A NOSSA SUSTENTABILIDADE


É possível reciclar materiais diversos, como vidro, plástico, papel ou alumínio. A reciclagem desses materiais proporciona uma utilização mais racional de recursos naturais não renováveis e uma redução na poluição da água, do ar e do solo. Para a Indústria, a reciclagem tem muitas vezes a vantagem de diminuir os custos de produção. A população também é beneficia pela reciclagem, sendo esta a fonte de renda de muitos trabalhadores que obtêm no lixo urbano materiais que podem ser vendidos para empresas recicladoras.

RECICLAR OUTRO DOS R' S PARA A NOSSA SUSTENTABILIDADE
RECICLAR OUTRO DOS R' S PARA A NOSSA SUSTENTABILIDADE

A seleção de materiais para reciclagem segue um sistema de cores estabelecidas em depósitos que pode variar em diferentes países. No Brasil, para facilitar a separação dos resíduos,as cores dos depósitos para reciclagem foram definidas da seguinte forma:
  • azul: papel/papelão
  • vermelho: plástico
  • verde: vidro
  • amarelo: metal
  • preto: madeira
  • laranja: resíduos perigosos
  • branco: resíduos dos serviços de saúde
  • roxo: resíduos radioativos
  • marrom: resíduos orgânicos
  • cinza: resíduo geral não reciclável

 Vídeo musical super legal para apreciar com as crianças e refletir sobre a política dos Rs na preservação ambiental....Publicado em 19 de jul de 2017

O símbolo utilizado para a reciclagem é um triângulo composto por três setas pretas dispostas no sentido horário. As setas representam a indústria, o consumidor e a própria reciclagem, definindo um ciclo. As embalagens recicláveis possuem este símbolo.
Fonte: Significados.com;  You Tube;  Montagem Frank e Sustentabilidade

REUTILIZAR OUTRO DO R' S PARA A SUSTENTABILIDADE FUTURA

Reutilizar é um verbo que diz respeito ao acto de voltar a usar algo. Neste sentido, o termo pode ser usado como sinónimo de reciclar (que consiste em submeter um produto ou um material a um determinado processo para que se possa voltar a utilizar) embora, nos dicionários, este termo não costume aparecer.

REUTILIZAR OUTRO DO R' S PARA A SUSTENTABILIDADE FUTURA
REUTILIZAR OUTRO DO R' S PARA A SUSTENTABILIDADE FUTURA

Ao voltarmos a usar bens ou produtos (isto é, reutilizá-los), estamos a ajudar o planeta. Aquilo que já não se usa mais acaba por ir parar ao balde de lixo (ou contentor), incrementando o nível de resíduos. Por outro lado, quando deitamos algo fora, estamos a incentivar a produção de um novo produto para sua substituição, o que pode aumentar as emissões contaminantes.
Do ponto de vista da ecologia, posto isto, é sempre recomendável reutilizar os produtos. Às vezes, pode-se voltar a dar uso ao mesmo produto sem necessidade de enfrentar qualquer tipo de processo (por exemplo, usando uma saco de tecido ou uma cesta para fazer as compras). Noutros casos, a reutilização requer certos processos para que o material volte a estar apto (a reciclagem de papel). Outra possibilidade é ceder o produto usado a outra pessoa, a quem seja útil/dê jeito (doando roupa ou oferecendo um conjunto de pratos, por exemplo).

 
A CRIATIVIDADE REUTILIZANDO



 Fios fora do lugar podem acabar com um ambiente. Descubra como organizar cabos e eletrônicos para deixar a casa mais harmoniosa.

Pode-se dizer, no que diz respeito aos produtos que consumimos, que temos três opções ou passos a seguir para sermos amigos do ambiente. O primeiro é reduzir o consumo, o segundo é reutilizar os produtos e o terceiro, reciclar (submetê-los a um processo para lhes dar uma nova vida).

Fonte:conceito.de/reutilizar; You Tube; Montagem: Frank e Sustentabilidade

REPARAR UM DOS R' S PARA A SUSTENTABILIDADE ATUAL

Reparar
 
Você comprou e quebrou? Nada de jogar fora. Antes de apelar para o lixo, veja se não é possível reparar o produto. Muitas vezes um conserto sai mais barato que comprar um produto novo e você evita que mais objetos lotem os lixões e aterros da sua cidade.
E essa regrinha não se aplica apenas a coisas quebradas. Você pode aperfeiçoar alguns equipamentos, como computadores, adicionando novas peças e trocando o que já não está tão bom.

Reparar o que tem conserto. Assim como o reutilizar, o reparar também aumenta a utilidade dos objetos. Consertar um móvel, remendar um rasgo numa roupa ou bolsa. Se algo pode ser arrumado ou consertado, ainda é útil e não precisa ser substituído. 
 

REPARAR UM DOS R' S PARA A SUSTENTABILIDADE ATUAL
REPARAR UM DOS R' S PARA A SUSTENTABILIDADE ATUAL
 Princípio usuário - pagador e poluidor - pagador e sua obrigação de  reparar os Danos Causados 
 
Inspirado na teoria econômica, propriamente no que se chama de “vocação redistributiva do Direito Ambiental”, refere-se aos custos “externos” do processo produtivo, vale dizer, “o custo resultante dos danos ambientais”, que devem ser levados em conta ao ser calculado o custo da produção da obra ou planta, a fim de serem suportados sob o aspecto econômico, diante das conseqüências causadas ao meio ambiente.

A intenção do princípio é imputar ao poluidor o custo social da poluição por ele gerada, com um mecanismo de responsabilidade por dano ecológico abrangente dos efeitos da poluição não somente sobre bens e pessoas, mas, também da a natureza”;é o que se chama “internalização de custos externos”.

O resultado seria gerar o uso dos recursos naturais sob duas formas, ou seja, mediante pagamento e gratuitamente, sendo que o “uso poluidor e a necessidade de prevenir catástrofes, entre outras coisas, podem levar à cobrança do uso dos recursos naturais“, como leciona Paulo Affonso (p. 50 e s.).

Encontra-se, todavia, centrado entre nós o princípio de que tratamos na Lei da Política Nacional do Meio Ambiente (art. 4º, VII) ao prescrever a imposição, ao usuário, da contribuição pela utilização de recursos ambientais com fins econômicos e a imposição ao poluidor e ao predador da obrigação de recuperar e/ou indenizar os danos causados, independentemente da existência de culpa.

REPARAR UM DOS R' S PARA A SUSTENTABILIDADE ATUAL
REPARAR UM DOS R' S PARA A SUSTENTABILIDADE ATUAL
Não significa o princípio que “a poluição deverá ser tolerada mediante um preço”, mas revela seu caráter inibitório e preventivo da provocação dos danos ao meio ambiente, sendo agasalhado pela Declaração de 92, do Rio de Janeiro, em seu princípio 16, que, prevê: “as autoridades nacionais deveriam procurar fomentar a internalização dos custos ambientais e o uso dos instrumentos econômicos, tendo em conta o critério de que o que contamina deveria, em princípio, arcar com os custos da contaminação, tendo devidamente em conta o interesse público e sem distorcer o comércio nem as inversões internacionais”.

De outro lado, o princípio do usuário-pagador significa que o “utilizador do recurso deve suportar o conjunto dos custos destinados a tornar possível a utilização do recurso e os custos advindos de sua própria utilização”, tendo por objetivo “fazer com que estes custos não sejam suportados nem pelos Poderes Públicos, nem por terceiros, mas pelo utilizador”, não justificando a imposição de taxas que tenham por ‘efeito aumentar o preço do recurso ao ponto de ultrapassar seu custo real, após levarem-se em conta as externalidades e a raridade”.

Trata-se, em nosso entendimento, do dever de pagar pela potencialidade de lesão que possa ser causada ao ambiente, o que inclui a saúde humana, bem como a lesão propriamente dita e efetivada em razão da responsabilidade objetiva decorrente da teoria o risco, envolvendo não somente o poluidor causador, mas também os Poderes Públicos que detêm a responsabilidade sobre a fiscalização e autorização sobre qualquer atividade que possa alcançar o bem ambiental.

Fonte: .fazeco.com.br; .sustentaacoes.com/; meioambientesantoamaro.wordpress.com; Montagem Frank e Sustentabilidade

REDUZIR DE ACORDO COM OS R' S DA SUSTENTABILIDADE

reduzir.v.t. Limitar, tornar menor: reduzir despesas, uma figura geométrica. (Sin.: minorar, diminuir, restringir.)

REDUZIR DE ACORDO COM OS 5R' S
REDUZIR DE ACORDO COM OS 5R' S

 O vídeo aborda a necessidade de redução da produção de lixo domiciliar como parte de um projeto de educação ambiental contra o desperdício existente em vários setores da sociedade brasileira. As palavras que resumem as práticas que o cidadão consciente deve adotar para reduzir a geração de lixo são evitar, reaproveitar e reciclar. Esta última traduz, na verdade, uma das etapas do processo, com a utilização do lixo como matéria-prima secundária para obtenção de um novo produto. Para que essa etapa possa acontecer de forma eficaz, é necessário sensibilizar as pessoas para a importância de coletas domésticas diferenciadas.

 Reduzir

Se prestarmos atenção nas compras que realizamos no cotidiano e nos serviços que contratamos, perceberemos que adquirimos muitas coisas que não precisamos ou que usamos poucas vezes. Portanto, reduzir significa comprar bens e serviços de acordo com nossas necessidades para evitar desperdícios. O consumo consciente é importante não só para o bom funcionamento das finanças domésticas como também para o Meio Ambiente.

Ações práticas para reduzir:

- Uso racional da água: não desperdiçar, tomar banhos curtos, não usar água para lavar a calçada, fechar a torneira quando estiver escovando os dentes, não deixar que ocorra vazamentos na rede de águas, etc.

- Economia de energia: usar aquecimento solar nas casas, apagar as lâmpadas de cômodos desocupados, usar lâmpadas fluorescentes, usar o chuveiro elétrico para banhos curtos, etc.

- Economia de combustíveis: fazer percursos curtos a pé ou de bicicleta. Gera economia, faz bem para a saúde e ajuda e diminuir a poluição do ar.

Fonte: Frank e Sustentabilidade - Facebook;  Video - You Tube

RECUSAR OUTRA DAS REGRAS DO R' S PARA UMA SUSTENTABILIDADE ATIVA

RECUSAR

recusar. v.t. Não aceitar uma coisa oferecida; declinar; repelir: recusar um presente; recusou a proposta por julgá-la ofensiva.

 
RECUSAR OUTRA DAS REGRAS DO R' S PARA UMA SUSTENTABILIDADE ATIVA
RECUSAR OUTRA DAS REGRAS DO R' S PARA UMA SUSTENTABILIDADE ATIVA


Há empresas que se preocupam com o meio ambiente, adotando políticas próprias que reduzem seus impactos no meio ambiente, logo se torna indispensável a valorização destas culturas organizacionais que colaboram com o bem estar.

Assim como há empresas comprometidas com o meio ambiente, há empresas que não estão conectadas às causas ecológicas. É necessário RECUSAR produtos e/ou serviços que prejudicam o meio ambiente e a saúde, bem como produtos não recicláveis e descartáveis capazes de perpetuar-se por várias gerações.




Quando você recusa produtos que prejudicam a saúde e o meio ambiente está contribuindo para um mundo mais limpo. Prefira produtos de empresas que tenham compromisso com o meio ambiente e sempre fique atento às datas de validade dos produtos. Recuse sacos plásticos e embalagens não recicláveis, aerossóis e lâmpadas incandescentes.
Fonte:.dicio.com.br; Frank e Sustentabilidade - Facebook;  You Tube

REPENSAR UMA REGRA PARA A SUSTENTABILIDADE FOCADA NO CONSUMO SUSTENTÁVEL E LEIS AMBIENTAIS

Repensar os hábitos de consumo e descarte


1. pensar outra vez
2. reconsiderar; pensar maduramente


Pense na real necessidade da compra daquele produto, antes de comprá-lo. Depois de consumi-lo, pratique a coleta seletiva, separando embalagens, matéria orgânica e óleo de cozinha usado. Jogue no lixo apenas o que não for reutilizável ou reciclável. Evite o desperdício de alimentos. Use produtos de limpeza biodegradáveis. Adquira produtos recicláveis ou produzidos com matéria-prima reciclada (durável e resistente). Prefira embalagens de papel e papelão. Utilize lâmpadas econômicas e pilhas recarregáveis ou alcalinas. Mude seus hábitos de consumo e descarte.

REPENSAR UMA REGRA PARA A SUSTENTABILIDADE FOCADA NO CONSUMO SUSTENTÁVEL E LEIS AMBIENTAIS
REPENSAR UMA REGRA PARA A SUSTENTABILIDADE FOCADA NO CONSUMO SUSTENTÁVEL E LEIS AMBIENTAIS


Repensar. É muito importante repensar hábitos de consumo e descarte. Será que o que você está comprando é algo de que realmente necessita? Será que algumas vezes você consome por impulso e acaba cometendo desperdício? Ao invés de comprar algo novo, você não poderia reaproveitar algo que já tem? Você compra um tênis, um computador, uma peça de roupa nova, mas o que você faz com os antigos? Você os reaproveita ou joga no lixo comum? Como você descarta o lixo na sua casa? Você separa embalagens, matéria orgânica e óleo de cozinha usado, jogando no lixo apenas o que não for reutilizável ou reciclável? Essas e outras perguntas podem ser feitas aos alunos a fim de que eles repensem a maneira como estão consumindo e também como estão descartando o lixo que produzem.

REPENSAR COM FOCO NA AUTO ESTIMA E VALORES SÓCIO AMBIENTAIS

 

Repensar. Cada atitude que tomamos tem uma consequência direta para o meio ambiente. É preciso reavaliar e mudar a sua postura. Os gastos com a energia são compatíveis com as suas necessidades ou exagerados? Você consome só o que precisa? Ou também compra por impulso? Você abre mão de usar o carro por alguns dias? Lembre-se: não se trata de deixar de fazer, mas de fazer de uma maneira que respeite o meio ambiente.
Fonte: Frank e Sustentabilidade - Facebook;  blogiveco.com.br; You Tube / Montagem: Frank e Sustentabilidade

13 outubro 2015

ENTULHO É RECICLADO EM UMA A CADA CINCO OBRAS NO BRASIL

Entulho é reciclado em uma a cada cinco obras no Brasil

 Quase tudo o que sobra das construções brasileiras é jogado fora.  Só 17 milhões dos 84 milhões de metros cúbicos são aproveitados.

 

O entulho produzido em qualquer construção costuma ser um problema, mas poderia ser uma solução. Isso, se o material fosse reciclado, o que só acontece em uma de cada cinco obras no Brasil.
Quase tudo o que sobra das construções brasileiras é jogado na rua ou despejado num aterro. Material suficiente para construir quase 4 milhões de casas populares ou pavimentar 168 mil quilômetros de estradas. Daria pra dar quatro voltas na Terra.

Tudo isso é tratado como entulho, mas numa usina de reciclagem vira material perfeitamente adequado para novos projetos.
ENTULHO É RECICLADO EM UMA A CADA CINCO OBRAS NO BRASIL
ENTULHO É RECICLADO EM UMA A CADA CINCO OBRAS NO BRASIL

As obras de construção civil no Brasil geram 84 milhões de metros cúbicos de resíduos todos os anos e só 17 milhões de metros cúbicos são aproveitados. As usinas de reciclagem poderiam fazer muito mais para diminuir essas montanhas de entulho. O que falta não é tecnologia nem aplicação pra todo esse material. Mas o Brasil ainda precisa quebrar algumas barreiras. Uma delas é cultural.

"Existe o preconceito porque acha que é resto de obra. No é resto de obra, é um material muito rico", diz Benedito Oliveira Júnior, professor de Engenharia.

O professor de engenharia explica que o produto reciclado não pode ser usado na estrutura de prédios, mas é perfeito para casas, pisos, ruas e estradas: “Tudo o que eu posso fazer com material natural eu posso fazer com material reciclado desde que ele seja devidamente trabalhado, estudado para que a gente faça uma dosagem perfeita pra que esse uso seja semelhante”.

O Brasil tem 310 usinas de reciclagem. Há espaço para muito mais, mas os empresários reclamam que não podem investir se as prefeituras não incentivarem o uso do material agregado.

"Somente 36% dos municípios que têm um plano efetivamente, tem previsto o uso preferencial do agregado, esse é um dos grandes gargalos que a usina tem", diz Hewerton Bartoli, presidente da Associação Brasileira de Resíduos da Construção.

Por enquanto, o aproveitamento fica por conta de algumas construtoras e de pequenas empresas, como a de Valdemar e Renata. Eles faturam R$ 25 mil mês com a fabricação de 60 mil tijolos feitos com areia reciclada, que custa a metade do preço da nova.

“Ele se torna mais barato justamente por você não agregar mais material a sua obra. Você economiza no material de construção e economiza até na retirada de entulho, porque não gera resíduo na obra. É uma obra limpa”, afirma Valdemar Prado, fabricante de tijolos.
Fonte: Vídeo You Tube / Texto:  http://waw.dirigida.com.br / Montagem: Frank e Sustentabilidade