Utilizar materiais reciclados
Estimular o reaproveitamento
Usar a água de forma consciente
Criar e cuidar de uma horta coletiva
Auxiliar a criação de redes de carona
Estimular a produção de conteúdo
Fonte do texto:novosalunos.com.br
Frank e Sustentabilidade é um Site - Blogger com temas sobre o Meio Ambiente Urbano, como a limpeza urbana total, DMAPU (drenagem de águas pluviais urbanas), coleta Seletiva, reciclagem de entulhos da construção civil, revitalizações de Praças e arborização urbana - se encontra vários tipos de leis relacionada ao Meio Ambiente , assuntos para trazer educação e qualidade ambiental a uma cidade, desenvolvimento sustentável - qualidade de vida - culturas, muito post feitos em Passos MG
Exclusão social é um termo que
caracteriza o distanciamento de uma pessoa ou grupo que esteja em situação
desfavorável ou vulnerável em relação aos demais indivíduos e grupos da
sociedade.
Este fenômeno normalmente
compreende a privação desta pessoa ou grupo de todas as instâncias da vida
social por alguma razão.
Normalmente, ela está
relacionada a uma condição do capitalismo contemporâneo, caracterizada como uma
falha de organização social, impulsionado pela estrutura desse sistema
econômico e político.
Exclusão social no Brasil
No Brasil, está problemática
social decorre de um processo com raízes históricas desde a colonização, onde
ao longo deste processo, ocorreram situações de exclusão que foram
determinantes para a sociedade brasileira, como a escravidão, por exemplo.
Esta marca estrutural foi se
apresentando em diversos períodos da história do país, onde os processos
sociais eram pautados por esta lógica excludente e evidenciou-se ainda mais
esta situação.
Nas últimas décadas, políticas
públicas e projetos de inclusão social desenvolvidos foram importantes para que
estes distanciamentos sejam cada vez menores. Movimentos sociais também foram
sendo criados para dar voz à estes grupos e através deles, muitos direitos
foram conquistados, como as cotas raciais para ingressar nas universidades.
As pessoas e os grupos que
vivem nesta condição de exclusão social normalmente são marginalizados pela
sociedade por diversas razões, sofrendo preconceitos pela diferença de condição
social, raça, religião, gênero, orientação sexual, escolhas de vida, entre
outros.
Estes grupos, em muitos casos,
acabam sendo isolados em espaços onde eles convivem somente entre si, como uma
forma de segregação.
Estas condições de preconceito e afastamento da vida social pode afetar alguns aspectos da vida das pessoas que vivem em exclusão social, acarretando em outros problemas como o isolamento social e até problemas psicológicos como a depressão.
A exclusão social e os
problemas gerados por ela são muito explícitos no dia-a-dia e a
responsabilidade pela solução deste fenômeno se divide entre o governo e a
sociedade, por meio de políticas públicas de incentivo a reinclusão destas
pessoas nas atividades sociais.
Medidas de inclusão social
podem ser formuladas e aplicadas para melhorar a situação destes grupos que
vivem em situação de exclusão e para que eles possam estar plenamente inseridos
na sociedade.
Formas de Exclusão Social
A exclusão social se apresenta
de diversas formas, dentre as quais, podemos destacar:
Exclusão cultural e étnica: A exclusão cultural e étnica ocorre quando grupos marginalizados têm sua identidade, saberes e direitos negados ou inferiorizados por padrões dominantes.
Exclusão econômica: determina a exclusão de pessoas que possuam rendas inferiores. A exclusão econômica é a privação do acesso aos mercados de trabalho, renda e consumo. Ela afeta diretamente a capacidade de subsistência e a participação social dos indivíduos, gerando graves consequências como desigualdade, pobreza e insegurança alimentar.
Exclusão etária: designa a exclusão por idades. A exclusão etária (também conhecida como etarismo, idadismo ou ageísmo) é o preconceito e a discriminação baseados na idade. Ela afeta tanto os mais jovens — frequentemente barrados por "falta de experiência" — quanto, principalmente, os mais velhos, que enfrentam barreiras no mercado de trabalho, exclusão digital e isolamento social.
Exclusão sexual: este tipo de exclusão é determinado pelas diferentes orientações sexuais. A exclusão sexual refere-se à marginalização, discriminação ou negação de direitos enfrentada por indivíduos devido à sua orientação sexual ou identidade de gênero. Isso inclui desde a falta de acesso a direitos civis e serviços de saúde até a exclusão social e a violência vivenciada por minorias sexuais, como pessoas LGBTQIA+ e intersexo. Pessoas com orientações sexuais e identidades de gênero marginalizadas, especialmente travestis e transexuais, enfrentam altas taxas de evasão escolar e exclusão econômica, o que reflete em menor empregabilidade e expectativa de vida drasticamente reduzida em alguns cenários.
Exclusão de gênero: é relativa ao gênero masculino e feminino. A exclusão de gênero é uma forma de discriminação estrutural que marginaliza indivíduos com base na sua identidade de gênero ou sexo. Isso gera profundas desigualdades no acesso a direitos, oportunidades profissionais, representatividade política e segurança, afetando desproporcionalmente mulheres e pessoas LGBTQIA+ em diversas esferas da sociedade. Mulheres enfrentam disparidades salariais significativas e sub-representação em cargos de liderança, além de sofrerem com a sobrecarga do trabalho doméstico não remunerado.
Exclusão patológica: A exclusão patológica é a marginalização de indivíduos em razão de doenças, condições de saúde ou deficiências. Exemplos comuns incluem o preconceito contra pessoas soropositivas (HIV/AIDS), transtornos mentais, ou limitações físicas e sensoriais (cadeirantes, pessoas surdas ou cegas), impedindo a plena participação social.
Exclusão comportamental: ela direciona a exclusão sobre os comportamentos destrutivos. A exclusão comportamental refere-se ao isolamento ou rejeição social de um indivíduo devido a atitudes, desvios de conduta ou traços.
Esse comportamento excludente, comum em contextos escolares, corporativos ou grupos sociais, afeta negativamente o desenvolvimento e pode gerar traumas emocionais severos. Indivíduos que apresentam comportamentos externalizantes (como agressividade, hiperatividade ou agitação) são frequentemente isolados pelos pares. Em crianças, isso reforça o retraimento ou leva a um ciclo de vítima agressora.
Para trabalhar as exclusões sociais exige uma abordagem multifacetada que vai do acolhimento emergencial à mudança estrutural. As estratégias devem cobrir diferentes dimensões — econômica, educacional, cultural e institucional — garantindo acesso a direitos básicos e promovendo a equidade e a diversidade de todo ser ligando ao tipo de exclusão que ele está sofrendo ou já sofreu
Separar o lixo corretamente impacta diretamente toda uma comunidade em municípios regiões estadas e Pais melhorando a qualidade de vida e salvando o planeta com podendo ser usado o ciclo de reciclagem de diversas maneiras:
Sustentabilidade Ambiental: Reduz a poluição do solo, da água e do ar, além de diminuir drasticamente a emissão de gases do efeito estufa em comparação à produção de materiais a partir de matéria-prima virgem.
Saúde Pública: Evita que resíduos fiquem expostos em locais inadequados, prevenindo a proliferação de vetores de doenças (como mosquitos e roedores) e o acúmulo de sujeira em áreas urbanas
Inclusão Social e Econômica: Os materiais recicláveis possuem valor comercial e sustentam cooperativas de reciclagem, garantindo trabalho e renda para muitos profissionais principalmente a catadores quando se pratica a sua inclusão e valorização
Tipos de coleta seletiva devem ser padronizada de acordo com a cor das lixeiras baseada nos seus resíduos conforme o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA):
Azul: Papel e papelão
Vermelho: Plásticos
Verde: Vidros
Amarelo: Metais
Marrom: Resíduos orgânicos
Preto: Madeiras
Cinza: Materiais não
recicláveis
Laranja: Resíduos perigosos
Branco: Resíduos hospitalares
e de saúde
Roxo: Resíduos radioativos
FORMAS DE COLETA SELETIVA
A coleta seletiva consiste em separar os resíduos por sua composição para facilitar a reciclagem. Em casa, separe recicláveis (secos) de orgânicos (molhados). Lave embalagens para evitar mau cheiro e contaminação. O recolhimento pode ser porta a porta (caminhão da prefeitura), em Pontos de Entrega Voluntária (PEV's) ou postos de troca
COLETA SELETIVA PORTA A PORTA
Para praticar a coleta
seletiva porta a porta, separe o lixo em seco e orgânico. Lave embalagens para
evitar o mau cheiro, embale vidros quebrados com segurança e coloque os
materiais recicláveis na calçada apenas no dia e horário em que o caminhão
coletor passa na sua rua
Guia prático de separação
Adotar a coleta seletiva em
casa é um processo simples, mas que exige atenção aos detalhes para que o
material seja realmente aproveitado:
Separe o lixo em duas categorias básicas: Lixo seco (recicláveis) e lixo úmido/orgânico (restos de comida, cascas de frutas).
Higienize as embalagens: Enxágue potes de plástico, vidro e metal para tirar o excesso de comida. Você pode utilizar água de reuso para não desperdiçar
Descarte de vidros: Embrulhe vidros quebrados em jornais grossos ou coloque-os em caixas de papelão e escreva "vidro quebrado" para evitar acidentes com os garis
Organize papéis: Não amasse as folhas de papel e dobre as caixas de papelão para economizar espaço
Acondicionamento: Coloque todos os recicláveis juntos em um único saco ou lixeira bem fechada, pronto para o recolhimento
COLETA SELETIVA EM PEV’S - PONTO DE ENTREGA VOLUNTARIA
A prática da coleta seletiva através de Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) envolve separar os resíduos em casa e transportá-los até os coletores públicos. Lave embalagens engorduradas com água de reuso para evitar odores, separe os materiais por tipo (papel, plástico, vidro, metal) e descarte-os no PEV mais próximo.
Preparação em Casa
Higienização: Enxágue embalagens de plástico, metal e vidro que continham alimentos para evitar odores e pragas.
Armazenamento: Utilize caixas
ou sacos retornáveis para organizar separadamente o papel, o plástico, o metal
e o vidro.
Acondicionamento de vidro:
Embale vidros quebrados em jornais ou caixas de papelão para evitar acidentes
com os profissionais de coleta
Transporte e Descarte
Identificação: Ao chegar ao PEV, observe as cores padronizadas ou as aberturas indicativas para depositar cada material no compartimento correto (ex: azul para papel, vermelho para plástico, verde para vidro, amarelo para metal).
Retirada das embalagens: Esvazie os sacos plásticos dentro da boca do PEV e reaproveite ou descarte a sacola no lixo comum se não for reciclável.
COLETA SELETIVA EM POSTO DE TROCAS
A coleta seletiva em postos de troca é uma iniciativa sustentável onde materiais recicláveis (como plástico, papel, vidro e metal) são entregues em locais específicos em troca de benefícios diretos, como descontos, vale compras ou serviços
Como funciona e principais
vantagens
A coleta seletiva e a educação ambiental são pilares complementares. A educação ambiental ensina o porquê e o como reciclar, enquanto a coleta seletiva é a prática da separação e destinação correta dos resíduos, baseada nos 3 Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar). Essa integração reduz a poluição e prolonga a vida útil dos aterros
O descarte em postos de troca, associado aos Postos de Entrega Voluntária (PEV's), ajuda a evitar a contaminação dos recicláveis que ocorre no lixo misturado. Esses locais costumam receber materiais mais específicos (como óleo de cozinha usado, eletrônicos ou vidro separado) que não são facilmente coletados na tradicional coleta "porta a porta"
Um Ecoponto é um posto de entrega voluntária e gratuita projetado para o descarte correto de materiais recicláveis, entulhos de pequenas reformas, restos de poda, móveis velhos e resíduos perigosos. Ele serve para evitar o descarte irregular em terrenos baldios e vias públicas. Um ecoponto deve atender em uma área de fácil acesso a vários moradores da cidade podendo abrangir mais de um bairro e ter o controle de atendimento por redes sociais e linhas de atendimento fixa.
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Para garantir que o sistema de coleta seletiva funcione junto com a educação ambiental deve se fazer a união de temos educativos na forma que ela é feita coma as três citadas acima deixando a população mais informada e educada e consciente de como descartar os recicláveis e não recicláveis dando estrutura a região que ela é feita
A separação correta dos resíduos orgânicos e recicláveis na fonte evita a contaminação dos materiais. Isso garante o reaproveitamento de papel, plástico, vidro e metal, além de viabilizar a compostagem dos orgânicos. Essa prática maximiza a reciclagem, valoriza o trabalho dos catadores e prolonga a vida útil dos aterros sanitários
A prática traz benefícios cruciais para o meio ambiente e para a sociedade:
Vida útil dos aterros: Evita a
superlotação precoce dos aterros sanitários, que possuem alto custo operacional
e impacto na área do solo.
Saúde pública: Impede o
descarte inadequado de resíduos, diminuindo a proliferação de doenças, pragas e
a contaminação ambiental.
Inclusão social: Gera trabalho
e renda para milhares de famílias de catadores e cooperativas de reciclagem.
Combate às mudanças
climáticas: Reduz as emissões de gases de efeito estufa associadas à produção
industrial
Lixo
orgânico é todo e qualquer tipo de resíduo produzido a partir de origem vegetal
ou animal, ou seja, algo que já fez parte de um ser vivo resumindo lixo
orgânico é o lixo que vem de origem biológica. Este tipo de resíduo de origem
vegetal ou animal como, por exemplo, restos de alimentos tem a facilidade de se
decomporem com mais facilidade. Os resíduos orgânicos além de serem
caracterizados por sua origem biológica possuem água, nutrientes (como
nitrogênio, fósforo e potássio) e compostos de carbono, quando em processo de
decomposição, especialmente em aterros sanitários, atraem bactérias e fungos.
Todas
as famílias produzem diariamente lixo orgânico, como por exemplo: restos de
alimentos de origem orgânica. Abaixo veremos uma lista de alimentos
classificados como resíduos orgânicos.
Este
tipo de lixo deve passar por um processo de tratamento, pois, por se tratar de
resíduos biológicos, estão sujeitos ao processo de decomposição por bactérias e
fungos, causando, além do mau cheiro, a propensa proliferação de animais
peçonhentos que podem transmitir doenças para os seres humanos, como baratas,
ratos e vermes.
Alimentos e Cozinha como:
Cascas,
talos e bagaços de frutas e vegetais
Sobras
de comida e restos de carne (incluindo ossos e espinhas)
Borra
de café
Sachês
de chá
Cascas
de ovos
Laticínios
e óleos em pequenas quantidades
Peixes
Ossos
Sementes etc.
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| LIXO ORGANICO - O QUE É - RECICLAGEM E DIFERENÇA DO LIXO INORGÂNICO |
Vamos ver aqui os resíduos orgânicos de jardinagem que são materiais de origem vegetal ideais para compostagem, divididos em duas categorias para equilíbrio do adubo:
Resíduos orgânicos de Jardinagem Como:
Resíduos Verdes (Úmidos e Frescos)
Resíduos Secos (Marrons e Fibrosos)
Itens
com resíduos orgânicos que devem ser classificados como rejeitos são os
resíduos orgânicos que estão contaminados ou misturados com materiais que
impedem a sua compostagem. Nesses casos, perdem o potencial de reciclagem e
devem ser enviados para aterros sanitários como:
Reciclagem do lixo orgânico E PRODUÇÃO DO BIOGÁS
A produção de gás em aterros sanitários ocorre pela decomposição anaeróbica de resíduos orgânicos. Esse processo gera o biogás, composto majoritariamente por Metano (CH₄) e Dióxido de Carbono (CO₂). Após captação e purificação, esse gás pode ser transformado em energia elétrica ou biometano, substituindo combustíveis fósseis.
A reciclagem do lixo orgânico é excelente para a produção de adubo natural, utilizado como fertilizante de plantas, através da técnica de compostagem. A produção de combustível também é outra possibilidade dos resíduos orgânicos. Durante o processo de decomposição orgânica é produzido o gás metano, matéria-prima para a obtenção do biogás, que é considerado um biocombustível por ser uma fonte de energia renovável.
Os aterros sanitários são, na maioria das vezes, a melhor alternativa para o depósito dos lixos orgânicos, mas estes também podem ser enviados para usinas de incineração ou "lixões". Porém, são nos aterros sanitários que acontecem os processos de reciclagem dos resíduos, transformando-os em adubo ou em gás metano para a produção de biocombustíveis.
Captar e queimar (ou converter) o metano é vital para o meio ambiente, pois esse gás é cerca de 23 a 28 vezes mais nocivo para o efeito estufa que o CO₂. O aproveitamento do gás de aterro transforma um problema de poluição em um ativo de economia circular veja os benefícios:
Redução de Resíduos: A transformação de resíduos em biogás contribui significativamente para a diminuição da quantidade de lixo destinado a aterros sanitários.
Mitigação das Mudanças Climáticas: A produção e utilização do biogás ajudam a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas.
Geração de Energia Renovável: O biogás é uma fonte de energia renovável que pode ser utilizada para a geração de eletricidade, calor e combustível, reduzindo a dependência de fontes fósseis.
Valorização de Resíduos: A economia circular promove a valorização de resíduos como recursos, incentivando a inovação e o desenvolvimento de novas tecnologias.
Desenvolvimento Rural: A produção de biogás nas áreas rurais melhora a autossuficiência energética das fazendas e promove o desenvolvimento econômico local.
Setor Agropecuário: Esterco e restos de colheitas viram energia para a própria fazenda ou para a rede elétrica
Indústrias e Centros Urbanos: A decomposição de resíduos em aterros sanitários e o tratamento de efluentes são convertidos em eletricidade.
Combustível Renovável:Quando purificado, o biogás gera o biometano, que substitui o gás natural e o diesel no abastecimento de frotas de veículos.
A reciclagem de resíduos orgânicos é o processo de transformação de matéria de origem biológica (restos de alimentos, folhas, podas) em novos recursos. Os dois métodos principais são a compostagem, que gera adubo natural rico em nutrientes, e a digestão anaeróbica, que produz biogás como citado acima e o biofertilizante através de Biodigestão como subproduto. Esse material é rico em nutrientes e devolve matéria orgânica para o solo, substituindo fertilizantes químicos e completando o ciclo.
Métodos
de Reciclagem Orgânica
Compostagem
Doméstica: Processo em que microrganismos (bactérias e fungos) degradam a
matéria orgânica em um ambiente arejado, transformando-a em fertilizante
(composto). Pode ser feita em quintais ou com composteiras de minhocas
(vermicompostagem) em apartamentos.
Compostagem
Industrial - Termofílica: Utilizada em larga escala para processar grandes
volumes de resíduos. Funciona em altas temperaturas e consegue decompor
materiais mais rapidamente, sendo ideal para gerenciar resíduos de feiras,
restaurantes e podas urbanas.
Digestão Anaeróbica a Biogeração: Técnica industrial onde a decomposição ocorre na ausência de oxigênio dentro de biorreatores fechados. O processo captura o gás metano para gerar biogás (energia) e o resíduo restante vira biofertilizante.
Resíduos
orgânicos que devem ir para a reciclagem
Os resíduos orgânicos que não devem ir para a Reciclagem além dos já classificados acima como rejeitos
HORTAS E PEV'S PARA COMPOSTAGEM
Agregar
hortas de compostagem ao seu município é uma estratégia sustentável de alto
impacto para reduzir o envio de lixo aos aterros. Envolve a criação de Pontos
de Entrega Voluntária (PEV's) para resíduos orgânicos e estruturação de áreas
onde o material é transformado em adubo natural, que nutre hortas comunitárias
ou escolares
Compostagem Comunitária: Moradores separam os resíduos em casa e levam a pontos de entrega em hortas, parques ou praças. É excelente para engajar a vizinhança.
Compostagem
Institucional - Municipal: Áreas maiores onde a prefeitura recolhe restos de
feiras livres, podas de árvores e resíduos de escolas e restaurantes, aplicando
métodos de compostagem em leiras ou Termofílica
Lixo
inorgânico
Ao
contrário dos resíduos orgânicos, o lixo inorgânico é todo o material que não
possui origem vegetal ou animal, mas sim tudo aquilo que foi produzido através
de meio humanos. O lixo inorgânico possui origem sintética ou
mineral, ou seja, não tem origem biológica. Eles demoram muito tempo (às vezes
séculos) para se decompor na natureza. A produção desse lixo cresce diariamente
com o aumento da população e a preferência por produtos descartáveis. Para aprimorar a gestão desses resíduos, é
possível buscar por iniciativas locais ou postos de entrega voluntária (PEV's)
que aceitam esse tipo de material.
Metais: Latas de alumínio, panelas, arames,
pregos, parafusos, cobre, fios elétricos, latas de aço (conservas).
Plásticos:
Garrafas PET, sacolas, copos descartáveis, canudos, embalagens de produtos,
tubos de PVC, potes de margarina/iogurte.
Vidros:
Garrafas, copos, potes de alimentos (como azeitona e palmito), frascos de
perfumes, janelas e cacos.
Papel
e Papelão: Jornais, revistas, caixas de papelão, cadernos, embalagens longa
vida e papéis de escritório (limpos).
Resíduos
Eletrônicos: Aparelhos celulares, pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes,
computadores, fios e cabos.
Outros
Materiais: Isopor (EPS), tecidos sintéticos, borrachas e esponjas.
Para
garantir a destinação correta na sua região, você pode consultar o serviço de
coleta seletiva do seu município ou buscar pontos de entrega voluntária (PEVs)
para materiais específicos.
A
coleta de resíduos inorgânicos (materiais não biodegradáveis, sintéticos ou
minerais) varia de acordo com a origem e o destino do material. Os principais
tipos são a coleta seletiva pública (domiciliar e de Pontos de Entrega
Voluntária) e a coleta especializada para resíduos industriais ou perigosos.
A TRIAGEM E A RECICLAGEM DOS RESÍDUOS INORGÂNICOS
A
reciclagem de resíduos inorgânicos citados acima exige a separação prévia dos
materiais, que devem estar limpos, secos e livres de matéria orgânica. O
processo transforma esses materiais em novas matérias-primas por meio de três
métodos principais: reciclagem mecânica, química e energética:
Plásticos:
Podem passar pela reciclagem mecânica (moagem e derretimento para formar novas
peças) ou química (transformação em novos polímeros e combustíveis).
Vidros:
São triturados, higienizados e fundidos em altas temperaturas para a fabricação
de novas embalagens, sem perder suas propriedades originais.
Metais:
Latinhas de alumínio e sucatas de ferro são limpas, prensadas e fundidas para
virar novas bobinas ou perfis metálicos.
Papéis
e Papelão: São misturados com água para formar uma polpa, que é prensada e seca
para produzir novos papéis (reciclagem mecânica).
Resíduos Perigosos (Pilhas e Eletrônicos): Exigem logística reversa específica. Devem ser devolvidos a pontos de coleta (como lojas de eletrônicos ou farmácias) para que empresas especializadas neutralizem os componentes tóxicos e reaproveitem os metais raros. Para dar o destino correto na sua região, você pode buscar informações junto à Prefeitura Municipal para saber sobre os dias e locais de coleta seletiva ou pontos de entrega voluntária (PEV's) mais próximos. Além disso, a separação correta facilita o trabalho das cooperativas e associações de catadores locais.