03 junho 2026

A HISTÓRIA DO LIXO E DA RECICLAGEM NO BRASIL NOS DIAS ATUAIS

A história do lixo no Brasil evoluiu de práticas precárias de descarte—como o uso de escravizados para recolhimento de dejetos no século XIX—para os desafios atuais da urbanização. Hoje, o país produz mais de (80) milhões de toneladas de resíduos por ano, enfrentando o desafio de erradicar lixões em prol da reciclagem e da economia circular.

A trajetória da gestão de resíduos no Brasil pode ser dividida em quatro fases principais:

Na época do Brasil Colônia e império o lixo não era um problema volumoso, pois a população era pequena e os materiais eram amplamente reaproveitados. A partir do século XIX, o crescimento urbano no Rio de Janeiro exigiu as primeiras carroças oficiais para recolhimento, operação que frequentemente utilizava mão de obra escravizada

A história do lixo no Brasil evoluiu de práticas precárias de descarte—como o uso de escravizados para recolhimento de dejetos no século XIX—para os desafios atuais da urbanização. Hoje, o país produz mais de (80) milhões de toneladas de resíduos por ano, enfrentando o desafio de erradicar lixões em prol da reciclagem e da economia circular.  A trajetória da gestão de resíduos no Brasil pode ser dividida em quatro fases principais:  Na época do Brasil Colônia e império o lixo não era um problema volumoso, pois a população era pequena e os materiais eram amplamente reaproveitados. A partir do século XIX, o crescimento urbano no Rio de Janeiro exigiu as primeiras carroças oficiais para recolhimento, operação que frequentemente utilizava mão de obra escravizada



Com a urbanização acelerada e a chegada das embalagens descartáveis no pós Segunda Guerra, a composição do lixo mudou. A solução adotada pelas cidades foi o descarte em terrenos baldios e áreas de transbordo, dando origem aos grandes lixões a céu aberto.

O aumento da geração de resíduos e os graves problemas de saúde pública e contaminação ambiental forçaram o surgimento dos primeiros aterros sanitários (que tratam o solo e o chorume) e das primeiras cooperativas de catadores de materiais recicláveis.

A politica Nacional dos Resíduos sólidos Estabelecida pela Lei nº 12.305/2010, a lei determinou o fim dos lixões, a logística reversa (responsabilidade compartilhada entre fabricantes, comerciantes e consumidores) e a inclusão social dos Catadores.

Volume de lixo no Brasil atualmente no Brasil

Atualmente o país gera por dia por volta de 220 toneladas de lixo todos os dias o que resulta em aproximadamente 80 a 90 milhões de toneladas de lixo urbano por ano, valores que corresponde a cerca 1,15 kg de lixo gerado diariamente por cada brasileiro. Por essa análise dá para ver os problemas gerados se todo esse lixo for descartado no meio ambiente, no entanto, o país mostra-se bastante atento a essas questões e realiza a reciclagem de grande parte do lixo. Para se ter uma ideia são 94% de alumínio reciclado; 77% de papelão reciclado; 50% de embalagens Longa Vida recicladas, entre outros que resultam em grandes benefícios para o país, por exemplo, na economia da energia elétrica durante a produção de produtos com matéria-prima reciclada.



Atualmente o país gera por dia por volta de 220 toneladas de lixo todos os dias o que resulta em aproximadamente 80 a 90 milhões de toneladas de lixo urbano por ano, valores que corresponde a cerca 1,15 kg de lixo gerado diariamente por cada brasileiro. Por essa análise dá para ver os problemas gerados se todo esse lixo for descartado no meio ambiente, no entanto, o país mostra-se bastante atento a essas questões e realiza a reciclagem de grande parte do lixo. Para se ter uma ideia são 94% de alumínio reciclado; 77% de papelão reciclado; 50% de embalagens Longa Vida recicladas, entre outros que resultam em grandes benefícios para o país, por exemplo, na economia da energia elétrica durante a produção de produtos com matéria-prima reciclada.



Abaixo estão os principais pontos sobre a geração e a destinação de resíduos no país:

Total Anual: Aproximadamente 81,8 milhões de toneladas geradas nas áreas urbanas.

Produção Diária: Mais de 220 mil toneladas de lixo todos os dias.



Plástico: O Brasil é o 4º maior produtor de lixo plástico do mundo, mas recicla uma fração minúscula desse total. gerando mais de 11 milhões de toneladas anualmente. Apesar dessa produção massiva, o país recicla uma fração minúscula de seus resíduos — com índices que variam de 1,3% a pouco mais de 4% dependendo do método e tipo de material analisado

O Brasil gera cerca de 1 kg de lixo plástico por semana por habitante. Fica atrás apenas dos Estados Unidos, China e Índia.

 Enquanto a média global de reciclagem de plástico gira em torno de 9%, o Brasil fica muito abaixo, sendo um dos países que menos reaproveita esse material. 

Reciclagem: Apenas cerca de 4% a 7,5% de todo o lixo produzido é efetivamente reciclado.

Destinação Final: O restante é encaminhado para aterros sanitários ou, de forma inadequada, para lixões e áreas irregulares.



O QUE É A RECICLAGEM


História e Evolução da Reciclagem de Lixo no Brasil

POR QUE RECICLAR?



A reciclagem de lixo foi uma das principais soluções encontradas para a diminuição dos impactos que o excesso de lixo que é descartado no meio ambiente causa em todo o planeta, trazendo benefícios, gerando economia e lucros para o meio ambiente. Com a reciclagem as pessoas deixam de estar exposto a tanto poluição, bem com mais oportunidades de trabalho. As empresas economizam com matérias prima, sem contar ainda a eliminação de poluentes.


História da reciclagem no Brasil


No Brasil foram registrados os primeiros vestígios de reciclagem em 1896 quando catadores de lixo tinham ordens para encaminhas garrafas, ferros, folhas e outros materiais para fabricas e locais em que seriam reutilizados. Mas as preocupações em relação aos problemas trazidos pelo lixo excessivo no meio ambiente ganharam força em 1920 devido as aglomerações e divulgações que vinham sendo realizadas por países estrangeiros que realizavam a reciclagem do lixo, em que de instância o interesse era realmente ligado ao rendimento econômico que a reciclagem resultava.


História da reciclagem no Brasil  No Brasil foram registrados os primeiros vestígios de reciclagem em 1896 quando catadores de lixo tinham ordens para encaminhas garrafas, ferros, folhas e outros materiais para fabricas e locais em que seriam reutilizados. Mas as preocupações em relação aos problemas trazidos pelo lixo excessivo no meio ambiente ganharam força em 1920 devido as aglomerações e divulgações que vinham sendo realizadas por países estrangeiros que realizavam a reciclagem do lixo, em que de instância o interesse era realmente ligado ao rendimento econômico que a reciclagem resultava.No ano de 1970 o país viu-se mais possibilitado a realizar com maior extensão a reciclagem do lixo, isso se deu devido ao surgimento e criação de novas ferramentas e produtos que facilitavam a realização de cada processo para a reciclagem do lixo, o que inclui o retorno do lixo descartado para as indústrias e fabricas que reutilizam durante a produção de determinados produtos e serviços.  A partir dai surgiram vários projetos e programas de incentivo a reciclagem do lixo procurando conscientizar a população brasileira de como é danoso ao meio ambiente e consequentemente a todos os seres vivos esses descarte excessivo de lixo que é realizado diariamente e que prejudica todo o ecossistema do planeta.


 No ano de 1970 o país viu-se mais possibilitado a realizar com maior extensão a reciclagem do lixo, isso se deu devido ao surgimento e criação de novas ferramentas e produtos que facilitavam a realização de cada processo para a reciclagem do lixo, o que inclui o retorno do lixo descartado para as indústrias e fabricas que reutilizam durante a produção de determinados produtos e serviços.

A partir dai surgiram vários projetos e programas de incentivo a reciclagem do lixo procurando conscientizar a população brasileira de como é danoso ao meio ambiente e consequentemente a todos os seres vivos esses descarte excessivo de lixo que é realizado diariamente e que prejudica todo o ecossistema do planeta.


01 maio 2026

RESOLUÇÃO 307 DO CONAMA A RECICLAGEM DE ENTULHO SEUS PROCESSOS E APLICAÇÕES



Na sua cidade o tema da resolução 307 do Conama que é a reciclagem dos entulhos da construção civil e o fim dos bota foras em terrenos, calçadas, aterros domiciliares, praças públicas, estradas rurais, beiras de rios etc. É discutido em palestras e debates feito COLLABS POR POLITICOS SE APRESENTANDO COM O TEMA, mas não é trabalhado novas políticas e colocado os temas em pratica.

   Então leve aos órgãos superiores para colocar alguém que ajude a pôr os itens DA RESOLUÇÃO 307 do Conama em pratica assim a sua cidade será mais organizada mais limpa e terá um custo mais acessível aos produtos para se construir um lar e um ambiente público com menor preço fazendo entulhos da construção civil virar matéria prima em vez de lixo poluidor....

Na sua cidade o tema da resolução 307 do Conama que é a reciclagem dos entulhos da construção civil e o fim dos bota foras em terrenos, calçadas, aterros domiciliares, praças públicas, estradas rurais, beiras de rios etc. É discutido em palestras e debates feito COLLABS POR POLITICOS SE APRESENTANDO COM O TEMA, mas não é trabalhado novas políticas e colocado os temas em pratica.   Então leve aos órgãos superiores para colocar alguém que ajude a pôr os itens DA RESOLUÇÃO 307 do Conama em pratica assim a sua cidade será mais organizada mais limpa e terá um custo mais acessível aos produtos para se construir um lar e um ambiente público com menor preço fazendo entulhos da construção civil virar matéria prima em vez de lixo poluidor....


 Veja algumas descrições e os vídeos

 abaixo e tenha uma boa aula sobre

 entulhos da construção civil


Na sua cidade o tema da resolução 307 do Conama que é a reciclagem dos entulhos da construção civil e discutido em palestras e debates, mas não é trabalhado novas politicas e colocado os temas em pratica.   Então leve aos órgãos superiores para colocar alguém que ajude a pôr os  itens DA RESOLUÇÃO 307 do Conama em pratica assim a sua cidade será mais organizada mais limpa e terá um custo mais acessível aos produtos para se construir um lar e um ambiente público com menor preço fazendo entulhos  da construção civil virar matéria prima em vez de lixo poluidor.... Veja algumas descrições e os vídeos abaixo e tenha uma boa aula sobre entulhos da construção civil .

A GERAÇÃO, DESTINAÇÃO COMO PEV'S (ECOPONTOS) E USINAS DE RECICLAGEM, OS TIPOS E CLASSIFICAÇÃO DOS ENTULHOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL ITENS A SER USADOS NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS


CLASSIFICAÇÃO CONFORME A RESOLUÇÃO CONAMA 307

Classe A : são os resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados, tais como:

a) de construção, demolição, reformas e reparos de pavimentação e de outras obras de infraestrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem;

b) de construção, demolição, reformas e reparos de edificações: componentes cerâmicos (tijolos, blocos, telhas, placas de revestimento etc.), argamassa e concreto;

c) de processo de fabricação e/ou demolição de peças pré-moldadas em concreto (blocos, tubos, meio fios etc.) produzidas nos canteiros de obras;


PEV'S(ECOPONTOS) DE ENTULHOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL


A GERAÇÃO, DESTINAÇÃO, TIPOS E CLASSIFICAÇÃO DE ENTULHOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS     Classe A : são os resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados, tais como:  a) de construção, demolição, reformas e reparos de pavimentação e de outras obras de infraestrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem;  b) de construção, demolição, reformas e reparos de edificações: componentes cerâmicos (tijolos, blocos, telhas, placas de revestimento etc.), argamassa e concreto;  c) de processo de fabricação e/ou demolição de peças pré-moldadas em concreto (blocos, tubos, meio fios etc.) produzidas nos canteiros de obras;     Classe B :são os resíduos recicláveis para outras destinações, tais como: são os resíduos recicláveis para outras destinações, tais como: plásticos, papel, papelão, metais, vidros, madeiras e outros;     Classe C: são os resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem/recuperação, tais como os produtos oriundos do gesso;     Classe D: são os resíduos perigosos oriundos do processo de construção, tais como: tintas, solventes, óleos e outros, ou aqueles contaminados oriundos de demolições, reformas e reparos de clínicas radiológicas, instalações industriais e outros, bem como telhas e demais objetos e materiais que contenham amianto ou outros produtos nocivos à saúde (CONAMA, 2002).     RECOLHIMENTO NOS PEV'S DE ENTULHOS
 

RECOLHIMENTO NOS PEV'S DE ENTULHOS

Classe B :são os resíduos recicláveis para outras destinações, tais como: plásticos, papel, papelão, metais, vidros, madeiras e outros;

Classe C: são os resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem/recuperação, tais como os produtos oriundos do gesso;

Classe D: são os resíduos perigosos oriundos do processo de construção, tais como: tintas, solventes, óleos e outros, ou aqueles contaminados oriundos de demolições, reformas e reparos de clínicas radiológicas, instalações industriais e outros, bem como telhas e demais objetos e materiais que contenham amianto ou outros produtos nocivos à saúde (CONAMA, 2002).

 

OS PROCESSOS DE RECICLAGEM  DOS RESIDUOS DA CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO DEMOSTRADO PELA ABRECON

 

A reciclagem na usina envolve basicamente três passos principais:

 



  • Os resíduos chegam ao PEV’S (ECO-PONTO) ou direto à usina e passam por uma inspeção para separar materiais inorgânicos (concretos, tijolos, cerâmicas) de contaminantes (madeira, plástico, gesso, metais). O foco é no resíduo Classe A (reciclável).
  • O material inorgânico, como concreto e tijolos, é triturado em britadores para reduzir seu tamanho, transformando o entulho em agregados de diferentes granulometrias (areia, brita, pedrisco).
  • Classificação e Peneiramento do material britado passam por peneiras vibratórias para separar os agregados por tamanho, resultando no agregado reciclado pronto para uso

Os resíduos chegam ao PEV’S (ECO-PONTO) ou direto à usina e passam por uma inspeção para separar materiais inorgânicos (concretos, tijolos, cerâmicas) de contaminantes (madeira, plástico, gesso, metais). O foco é no resíduo Classe A (reciclável).  O material inorgânico, como concreto e tijolos, é triturado em britadores para reduzir seu tamanho, transformando o entulho em agregados de diferentes granulometrias (areia, brita, pedrisco).  Classificação e Peneiramento do material britado passam por peneiras vibratórias para separar os agregados por tamanho, resultando no agregado reciclado pronto para uso


OS Benefícios DA BRITA E AREIA RECICLADA E AS   Aplicações  COMO EM OBRASDE PAVIMENTAÇÃO  

A areia e a brita feita com material  reciclado  traz muitos benefícios sustentáveis, como a redução de custos, devido ao seu preço mais acessível em comparação à areia e a brita feita com matéria prima natural.  O uso da Areia e da Brita Reciclada em pavimentações ajuda a minimizar a quantidade de resíduos que seriam descartados em aterros, promovendo uma construção mais sustentável. 


A areia e a brita feita com material  reciclado  traz muitos benefícios sustentáveis, como a redução de custos, devido ao seu preço mais acessível em comparação à areia e a brita feita com matéria prima natural.  O uso da Areia e da Brita Reciclada em pavimentações ajuda a minimizar a quantidade de resíduos que seriam descartados em aterros, promovendo uma construção mais sustentável.Os benefícios ao meio ambiente são grandes como a diminuição da extração de areia natural, e rochas extraídas de jazidas em mineradoras através de explosões que ajudam a poluir o meio ambiente o material feito com entulho reciclado contribui para a preservação do ecossistemas, e ajuda na despoluição visual das cidades limpando os Bota Foras irregulares de entulhos. Brita e Areia Reciclada é uma alternativa para diversos projetos de Desenvolvimento Urbano Sustentável , principalmente criar politicas publicas novas para o município como:  O PGRCC - plano de gerenciamento resíduos da construção civil   criar PONTO DE DESCARTE PARA OS ENTULHOS,   POR A ECONOMIA Circular PARA FUNCIONAR   DIMINUIR OS GASTOS COM A LIMPEZA PUBLICA  Trazer economia para obras PUBLICAS  MELHORAR A Preservação Ambiental  melhorar a educação ambiental   melhorar o desenvolvimento social   trazer qualidade de vida do município   Por ser matéria prima que vem de entulhos da construção civil e produzida de fontes de descarte irregular como os bota foras, vai ajudar em novas legislações, normas técnicas e melhorar a educação ambiental da população.

Os benefícios ao meio ambiente são grandes como a diminuição da extração de areia natural, e rochas extraídas de jazidas em mineradoras através de explosões que ajudam a poluir o meio ambiente o material feito com entulho reciclado contribui para a preservação do ecossistemas, e ajuda na despoluição visual das cidades limpando os Bota Foras irregulares de entulhos. Brita e Areia Reciclada é uma alternativa para diversos projetos de Desenvolvimento Urbano Sustentável , principalmente criar politicas publicas novas para o município como:

O PGRCC - plano de gerenciamento resíduos da construção civil

 criar PONTO DE DESCARTE PARA OS ENTULHOS,

 POR A ECONOMIA Circular PARA FUNCIONAR

 DIMINUIR OS GASTOS COM A LIMPEZA PUBLICA

Trazer economia para obras PUBLICAS

MELHORAR A Preservação Ambiental

Melhorar a educação ambiental

 Melhorar o desenvolvimento social 

trazer qualidade de vida do município

 Por ser matéria prima que vem de entulhos da construção civil e produzida de fontes de descarte irregular como os bota foras, vai ajudar em novas legislações, normas técnicas e melhorar a educação ambiental da população.

OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO USANDO AREIA E BRITA RECICLADA

  • O material resultante, conhecido como Agregado Reciclado (AR), é utilizado na substituição de brita e areia natural em obras de pavimentação (base e sub-base). O uso mais comum da brita reciclada é na composição de bases e sub-bases de pavimentos asfálticos e de concreto. Em estradas vicinais e vias urbanas, ela oferece a resistência necessária para suportar o tráfego, garantindo uma estrutura sólida e duradoura.

O material resultante, conhecido como Agregado Reciclado (AR), é utilizado na substituição de brita e areia natural em obras de pavimentação (base e sub-base). O uso mais comum da brita reciclada é na composição de bases e sub-bases de pavimentos asfálticos e de concreto. Em estradas vicinais e vias urbanas, ela oferece a resistência necessária para suportar o tráfego, garantindo uma estrutura sólida e duradoura. Muitas obras já comprova a eficácia e viabilidade do usa da Brita Reciclada quanto a qualidade e os benefícios ambientais e financeiros. O uso da Areia  Reciclada na pavimentação traz muitos benefícios sustentáveis, como a redução de custos, devido ao seu preço mais acessível em comparação à areia natural.  O uso da Areia Reciclada em pavimentações ajuda a minimizar a quantidade de resíduos que seriam descartados em aterros, promovendo uma construção mais sustentável.


  •  Muitas obras já comprova a eficácia e viabilidade do usa da Brita Reciclada quanto a qualidade e os benefícios ambientais e financeiros. O uso da Areia  Reciclada na pavimentação traz muitos benefícios sustentáveis, como a redução de custos, devido ao seu preço mais acessível em comparação à areia natural.  O uso da Areia Reciclada em pavimentações ajuda a minimizar a quantidade de resíduos que seriam descartados em aterros, promovendo uma construção mais sustentável.

PRODUÇÃO DE BLOCOS DE CONCRETO PARA PAVIMENTAÇÕES E CALÇADAS USANDO BRITA E AREIA RECICLADA
  • A produção de blocos de concreto, pavimentos intertravados e calçadas utilizando resíduos sólidos da construção civil (RCC) reciclados como Areia e Brita é a técnica mais sustentável e ambientalmente viável, que transforma entulho em componentes estruturais e de pavimentação. 

A produção de blocos de concreto, pavimentos intertravados e calçadas utilizando resíduos sólidos da construção civil (RCC) reciclados como Areia e Brita é a técnica mais sustentável e ambientalmente viável, que transforma entulho em componentes estruturais e de pavimentação. Esse processo substitui parcialmente ou totalmente os agregados naturais (areia e brita) por agregados reciclados de concreto ou cerâmica, reduzindo o impacto ambiental e o custo da matéria-prima, as Vantagem são de um Desenvolvimento Sustentável para o Meio ambiente evitando a extração de novos recursos naturais como a areia e a brita. O custo da Matéria prima Reciclada como Areia e Brita é muito mais acessível podendo custar a metade do preço da Matéria prima Natural.


  • Esse processo substitui parcialmente ou totalmente os agregados naturais (areia e brita) por agregados reciclados de concreto ou cerâmica, reduzindo o impacto ambiental e o custo da matéria-prima, as Vantagem são de um Desenvolvimento Sustentável para o Meio ambiente evitando a extração de novos recursos naturais como a areia e a brita. O custo da Matéria prima Reciclada como Areia e Brita é muito mais acessível podendo custar a metade do preço da Matéria prima Natural.


A PAVIMENTAÇÃO DE VIAS URBANAS E ATERROS E  OS BENEFICIOS PARA A DRENAGEM
  •  Pavimentação de vias urbanas e a criação de aterros com materiais reciclados oferecem benefícios significativos para a drenagem urbana, principalmente ao aumentar a permeabilidade do solo e reduzir o escoamento superficial. O uso de resíduos de construção e demolição (RCD) como a areia e brita em pavimentações feito com reciclados permite que a água se infiltre mais lentamente no subsolo, aliviando a carga sobre as redes de drenagem municipais e prevenindo enchentes.

Pavimentação de vias urbanas e a criação de aterros com materiais reciclados oferecem benefícios significativos para a drenagem urbana, principalmente ao aumentar a permeabilidade do solo e reduzir o escoamento superficial. O uso de resíduos de construção e demolição (RCD) como a areia e brita em pavimentações feito com reciclados permite que a água se infiltre mais lentamente no subsolo, aliviando a carga sobre as redes de drenagem municipais e prevenindo enchentes. Agregados reciclados em camadas de sub-base funcionam como um sistema de drenagem interna, facilitando o escoamento rápido da água e evitando o acúmulo sob o pavimento. A pavimentações e aterros feito com recicláveis traz benefícios reduzindo a exploração de jazidas naturais e o descarte em aterros sanitários. A Matéria Prima para Pavimentação e Criação de aterros dependendo do local pode ter um preço 50% mais acessível


  • Agregados reciclados em camadas de sub-base funcionam como um sistema de drenagem interna, facilitando o escoamento rápido da água e evitando o acúmulo sob o pavimento. A pavimentações e aterros feito com recicláveis traz benefícios reduzindo a exploração de jazidas naturais e o descarte em aterros sanitários. A Matéria Prima para Pavimentação e Criação de aterros dependendo do local pode ter um preço 50% mais acessível

 



OS BENEFICIOS DO ENTULHO DA CONSTRUÇÃO

 

Para que um resíduo tenha destino adequado, é necessário que ele seja classificado de acordo com as normas brasileiras. A NBR 10.004 – Classificação de resíduos (ABNT, 1987a) classifica os resíduos em três classes:

a) Classe I – perigosos: aqueles que, em função de suas características intrínsecas de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade ou patogenicidade, apresentam riscos à saúde pública por meio do aumento da mortalidade ou da morbidade, ou ainda provocam efeitos adversos ao meio ambiente quando manuseados ou dispostos de forma inadequada.

b) Classe II – não inertes: resíduos que podem apresentar características de combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade, com possibilidade de acarretar riscos à saúde ou ao meio ambiente, não se enquadrando nas classificações dos outros resíduos.

c) Classe III – inertes: aqueles que, por suas características intrínsecas, não oferecem riscos à saúde e ao meio ambiente, e que, quando amostrados de forma representativa, segundo a norma NBR 10.007, (ABNT, 1987b) e submetidos a um contato estático ou dinâmico com água destilada ou deionizada, à temperatura ambiente, conforme teste de solubilização segundo a norma NBR 10.006, (ABNT, 1987c) não tiverem nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade da água, conforme listagem n.º 8 (Anexo G da NBR 10004, ABNT, 1987a), excetuando-se os padrões de aspecto, cor, turbidez e sabor.


Quanto à classificação ambiental, pode-se dizer que, embora os entulhos apresentem em sua composição vários materiais que, isoladamente, são reconhecidos como resíduos inertes não está disponível até o momento, análises sobre a solubilidade do resíduo como um todo, de forma a garantir que não haja concentrações superiores às especificadas na referida norma, o que o enquadraria como "resíduo classe II – não inerte".      Vale ainda lembrar, que a heterogeneidade do entulho e a dependência direta de suas características com a obra que lhe deu origem pode mudá-lo de faixa de classificação, ou seja, uma obra pode fornecer um entulho inerte e outra pode apresentar elementos que o tornem não inerte ou até mesmo perigoso - como, por exemplo, a presença de amianto que, no ar é altamente cancerígeno.

Quanto à classificação ambiental, pode-se dizer que, embora os entulhos apresentem em sua composição vários materiais que, isoladamente, são reconhecidos como resíduos inertes não está disponível até o momento, análises sobre a solubilidade do resíduo como um todo, de forma a garantir que não haja concentrações superiores às especificadas na referida norma, o que o enquadraria como "resíduo classe II – não inerte".


CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL

 Vale ainda lembrar, que a heterogeneidade do entulho e a dependência direta de suas características com a obra que lhe deu origem pode mudá-lo de faixa de classificação, ou seja, uma obra pode fornecer um entulho inerte e outra pode apresentar elementos que o tornem não inerte ou até mesmo perigoso - como, por exemplo, a presença de amianto que, no ar é altamente cancerígeno.

22 abril 2026

MPMG RECOMENDOU O FIM DA COLLABS BASEADO EM FATOS CONCRETOS

 

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) recomendou, em 16 de abril de 2026, o fim do uso de "collabs" (colaborações) no Instagram entre perfis institucionais (prefeituras, câmaras, secretarias) e perfis pessoais de gestores públicos.

A prática é vista como promoção pessoal com recursos públicos o uso da máquina pública, violando o Princípio da Impessoalidade (Art. 37 da Constituição Federal) e configurando possível desvio de finalidade e improbidade administrativa.

 A prática DA COLLABS mistura publicidade institucional (paga com dinheiro público e uso da maquina publica) com a promoção pessoal do agente político, ferindo o Princípio da Impessoalidade da Constituição Federal.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) recomendou, em 16 de abril de 2026, o fim do uso de "collabs" (colaborações) no Instagram entre perfis institucionais (prefeituras, câmaras, secretarias) e perfis pessoais de gestores públicos.  A prática é vista como promoção pessoal com recursos públicos o uso da máquina pública, violando o Princípio da Impessoalidade (Art. 37 da Constituição Federal) e configurando possível desvio de finalidade e improbidade administrativa.   A prática DA COLLABS mistura publicidade institucional (paga com dinheiro público e uso da maquina publica) com a promoção pessoal do agente político, ferindo o Princípio da Impessoalidade da Constituição Federal.


Determinações:


Suspensão imediata de novas collabs.


Exclusão de collabs antigas em até 10 dias.


O descumprimento pode configurar desvio de finalidade e improbidade administrativa


O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) tem atuado ativamente para coibir a autopromoção de gestores públicos (prefeitos, secretários, etc.) nas redes sociais, prática que utiliza a máquina pública para destacar a imagem pessoal, em violação ao Princípio da Impessoalidade previsto na Constituição Federal.

Principais pontos de cobrança e recomendações do MPMG:

Fim das "Collabs" (Colaborações): O MPMG tem recomendado que gestores suspendam publicações conjuntas ("collab") no Instagram entre perfis oficiais da Prefeitura/Secretarias e contas pessoais de gestores.

Vedação de Autopromoção: A publicidade oficial deve ser estritamente informativa, educativa ou de orientação social, sem destacar a imagem, voz ou nome do gestor, evitando frases de exaltação que liguem obras públicas a uma figura individual.

Uso de Servidores para Fins Privados: Apurações do MPMG indicaram casos onde funcionários terceirizados ou comissionados, pagos pela prefeitura, produziam vídeos para as redes sociais pessoais do prefeito, o que foi configurado como uso indevido de recursos públicos.

Consequências: A continuidade da autopromoção pode resultar em ações de improbidade administrativa, multas civis e obrigação de remover os conteúdos dos perfis pessoais.

Casos Concretos (Passos e Rio Casca):

Em Passos MG, um acordo firmado após investigação do MPMG previu multa de R$ 46 mil e remoção de conteúdo autopromocional das redes sociais privadas do prefeito Diego Oliveira que deixou cargo de Prefeito para se Candidatar a Deputado Estadual já tendo uma ligação com um Deputado Estadual que ira se candidatar a deputado Federal os dois se apresentaram bastante em redes sociais com a Maquina publica.



Em Rio Casca, a justiça, a pedido do MPMG, concedeu liminar proibindo o uso de redes sociais para autopromoção pessoal dos agentes, sob pena de multa diária.

O uso da ferramenta "Collab" (colaboração) no Instagram e outras redes sociais, quando realizada entre perfis oficiais de órgãos públicos (prefeituras, câmaras, secretarias) e perfis pessoais de agentes políticos (prefeitos, vereadores, secretários), é considerado, na maioria dos casos, uso indevido da máquina pública.

Decisões recentes, incluindo orientações alinhadas ao entendimento do STJ, indicam restrições ao uso de collabs (publicações colaborativas) no Instagram entre perfis oficiais de governos e perfis privados de gestores (prefeitos/governadores). O entendimento é que o uso de verba pública como a maquina publica seja utilizada para autopromoção em perfis privados que configura uso indevido de recursos, violando a impessoalidade


Decisões recentes, incluindo orientações alinhadas ao entendimento do STJ, indicam restrições ao uso de collabs (publicações colaborativas) no Instagram entre perfis oficiais de governos e perfis privados de gestores (prefeitos/governadores). O entendimento é que o uso de verba pública como a maquina publica seja utilizada para autopromoção em perfis privados que configura uso indevido de recursos, violando a impessoalidade

O MPMG JÁ ESTÁ ESPEDINDO SUAS RECOMENDAÇÕES

 Recomendação do MPMG está sendo expedida a prefeito, vereadores secretários municipais e aos demais agentes públicos do Poder Executivo local como vimos no vídeo anexado acima como cidades como em  Passos MG  onde  está informação de publicações das collabs e  forte e usada em excesso.




 Além da questão da collab, o Ministério Público recomenda que, nas publicações oficiais, sejam adotadas linguagem e imagens que priorizem o caráter informativo e de orientação social, educacional evitando o destaque excessivo à imagem do gestor e frases de exaltação que vinculem obra ou serviço público à sua pessoa.

Principais pontos sobre Collabs e Máquina Pública:

Vedação Constitucional: A Constituição Federal veda a promoção pessoal de agentes públicos utilizando a estrutura, canais oficiais e recursos da administração pública.

Princípio da Impessoalidade: A recomendação do Ministério Público, incluindo o MPMG (Ministério Público de Minas Gerais), é que perfis institucionais adotem linguagem informativa voltada ao interesse público, evitando destaque à imagem de gestores.

Consequências: A prática de Collab entre perfil de prefeitura e perfil pessoal do prefeito tem sido alvo de decisões proibitivas e recomendações para suspensão imediata, por ser considerada promoção pessoal.


O MPMG JÁ ESTÁ ESPEDINDO SUAS RECOMENDAÇÕES   Recomendação do MPMG está sendo expedida a prefeito, vereadores secretários municipais e aos demais agentes públicos do Poder Executivo local como vimos no vídeo anexado acima como cidades como em  Passos MG  onde  está informação de publicações das collabs e  forte e usada em excesso.   Além da questão da collab, o Ministério Público recomenda que, nas publicações oficiais, sejam adotadas linguagem e imagens que priorizem o caráter informativo e de orientação social, educacional evitando o destaque excessivo à imagem do gestor e frases de exaltação que vinculem obra ou serviço público à sua pessoa.  Principais pontos sobre Collabs e Máquina Pública:  Vedação Constitucional: A Constituição Federal veda a promoção pessoal de agentes públicos utilizando a estrutura, canais oficiais e recursos da administração pública.  Princípio da Impessoalidade: A recomendação do Ministério Público, incluindo o MPMG (Ministério Público de Minas Gerais), é que perfis institucionais adotem linguagem informativa voltada ao interesse público, evitando destaque à imagem de gestores.  Consequências: A prática de Collab entre perfil de prefeitura e perfil pessoal do prefeito tem sido alvo de decisões proibitivas e recomendações para suspensão imediata, por ser considerada promoção pessoal. O que deve ser evitado: Marcar o perfil pessoal de prefeitos ou secretários no perfil oficial da prefeitura, especialmente usando a ferramenta collab.  Alternativas aceitáveis: Citar o nome do gestor em texto, sem marcá-lo, ou focar em vídeos informativos sobre obras e serviços, sem direcionar seguidores para o perfil pessoal do político.   O fim da Collabs sugere uma mudança para uma comunicação política mais autêntica e focada em negócios ou causas concretas, o que pode levar a um cidadão menos iludido por promessas vazias.


O que deve ser evitado: Marcar o perfil pessoal de prefeitos ou secretários no perfil oficial da prefeitura, especialmente usando a ferramenta collab.

Alternativas aceitáveis: Citar o nome do gestor em texto, sem marcá-lo, ou focar em vídeos informativos sobre obras e serviços, sem direcionar seguidores para o perfil pessoal do político.

O fim da Collabs sugere uma mudança para uma comunicação política mais autêntica e focada em negócios ou causas concretas, o que pode levar a um cidadão menos iludido por promessas vazias.

POLITICOS SÃO FUNCIONÁRIOS DO POVO NÃO COLABORADORES E A MAQUINA PUBLICA NÃO DEVE SERVIR DE PALANQUE DE APRESENTAÇÕES.

OBRAS TEM QUE SER APRESENTADAS EM SITES OFICIAIS


01 abril 2026

A DITADURA MILITAR NO BRASIL DEIXOU SEQUELAS NO BRASIL QUE VIVEM FORTEMENTE ATÉ HOJE

 

Ditadura militar brasileira foi um regime autoritário e nacionalista instaurado em 1 de abril de 1964, que perdurou até 15 de março de 1985, sendo conduzido por sucessivos governos militares. O regime teve início com o golpe de Estado de 1964, que depôs o governo João Goulart, eleito democraticamente.

O Golpe de Estado de 1964, também conhecido como Golpe Civil Militar, ocorreu entre 31 de março e 2 de abril de 1964, resultando na deposição do presidente João Goulart (Jango) e no início de uma ditadura militar de 21 anos no Brasil. O movimento foi motivado por forte oposição conservadora, setores militares, Igreja Católica e empresários, sob a justificativa de combater uma suposta ameaça comunista e as "Reformas de Base" propostas por Jango

Ditadura militar brasileira foi um regime autoritário e nacionalista instaurado em 1 de abril de 1964, que perdurou até 15 de março de 1985, sendo conduzido por sucessivos governos militares. O regime teve início com o golpe de Estado de 1964, que depôs o governo João Goulart, eleito democraticamente.  O Golpe de Estado de 1964, também conhecido como Golpe Civil Militar, ocorreu entre 31 de março e 2 de abril de 1964, resultando na deposição do presidente João Goulart (Jango) e no início de uma ditadura militar de 21 anos no Brasil. O movimento foi motivado por forte oposição conservadora, setores militares, Igreja Católica e empresários, sob a justificativa de combater uma suposta ameaça comunista e as "Reformas de Base" propostas por Jango


A ditadura militar no Brasil (1964-1985) deixou um legado de graves violações aos direitos humanos, incluindo torturas e mortes, além de uma dívida externa gigantesca, inflação alta e aumento da desigualdade social. O regime impôs censura, suprimiu eleições diretas e estruturou uma repressão violenta contra opositores.

A ditadura militar aprofundou e estruturou diversas formas de preconceito, utilizando o Estado para invisibilizar desigualdades e reprimir movimentos sociais. O regime baseou-se no mito da "democracia racial", argumentando que o Brasil era um país sem racismo, o que serviu para sufocar denúncias de discriminação e restringir a atuação do movimento negro.


ATÉ HOJE EXISTE SEQUELAS DA DITADURA MILITAR QUE SÃO FORTES


As sequelas vivas da ditadura militar no Brasil (1964-1985) manifestam-se em diversas esferas da sociedade, política e cultura, representando um legado de violações de direitos humanos que ainda não foi totalmente superado. As principais sequelas incluem:


Violência Institucionalizada e Impunidade: A violência policial e de agentes de segurança contra populações vulneráveis, especialmente nas periferias, é uma continuação das práticas de repressão do regime. A falta de responsabilização criminal de agentes do Estado que cometeram tortura e assassinatos perpetua uma cultura de impunidade.

A ditadura militar no Brasil (1964-1985) deixou um legado de graves violações aos direitos humanos, incluindo torturas e mortes, além de uma dívida externa gigantesca, inflação alta e aumento da desigualdade social. O regime impôs censura, suprimiu eleições diretas e estruturou uma repressão violenta contra opositores.  A ditadura militar aprofundou e estruturou diversas formas de preconceito, utilizando o Estado para invisibilizar desigualdades e reprimir movimentos sociais. O regime baseou-se no mito da "democracia racial", argumentando que o Brasil era um país sem racismo, o que serviu para sufocar denúncias de discriminação e restringir a atuação do movimento negro.  ATÉ HOJE EXISTE SEQUELAS DA DITADURA MILITAR QUE SÃO FORTES  As sequelas vivas da ditadura militar no Brasil (1964-1985) manifestam-se em diversas esferas da sociedade, política e cultura, representando um legado de violações de direitos humanos que ainda não foi totalmente superado. As principais sequelas incluem:  Violência Institucionalizada e Impunidade: A violência policial e de agentes de segurança contra populações vulneráveis, especialmente nas periferias, é uma continuação das práticas de repressão do regime. A falta de responsabilização criminal de agentes do Estado que cometeram tortura e assassinatos perpetua uma cultura de impunidade.


A "Herança" da Lei de Anistia: A Lei de Anistia de 1979, interpretada para perdoar crimes de agentes do Estado (torturadores), impede a aplicação da justiça de transição plena, resultando em recomendações da Comissão Nacional da Verdade (CNV) que ainda não foram cumpridas.


Trânsito de Memória e Trauma: O trauma da tortura e desaparecimento forçado foi transmitido entre gerações, afetando famílias de vítimas que lutam por reparação psíquica e reconhecimento de seus parentes, o que é abordado por clínicas de testemunho.


Estruturas Autoritárias na Política: A persistência de uma mentalidade autoritária, o negacionismo sobre os horrores da ditadura e a tentativa de reescrever a história são sequelas que afetam o debate político atual.


Desigualdade Social e Direitos Trabalhistas: O regime militar promoveu a concentração de renda, com o lema "fazer o bolo crescer para dividir" que nunca se concretizou, além de desarticular movimentos sindicais e flexibilizar direitos trabalhistas, gerando impactos de longo prazo na classe trabalhadora.


Apagamento da Resistência e População Negra: A perseguição e o apagamento de movimentos sociais negros durante o regime são marcas que ainda dificultam a construção de uma memória coletiva sobre a resistência à ditadura.


Essas sequelas reforçam um cenário de injustiça no país, onde a falta de um acerto de contas pleno com o passado ditatorial perpetua violações no presente.





A CULTURA ARTISTICA CRESCEU COM A REPRESSÃO

A cultura brasileira durante a ditadura militar (1964-1985) sofreu com forte censura, perseguição a artistas e repressão a manifestações artísticas que criticavam o regime, especialmente após o AI-5 em 1968. A resistência cultural foi intensa, utilizando metáforas, música e teatro para burlar a fiscalização, consolidando movimentos de contracultura, como o Tropicalismo, e o engajamento político.

Artistas, intelectuais e estudantes foram presos, torturados ou forçados ao exílio (ex: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque).

A cultura brasileira durante a ditadura militar (1964-1985) sofreu com forte censura, perseguição a artistas e repressão a manifestações artísticas que criticavam o regime, especialmente após o AI-5 em 1968. A resistência cultural foi intensa, utilizando metáforas, música e teatro para burlar a fiscalização, consolidando movimentos de contracultura, como o Tropicalismo, e o engajamento político.  Artistas, intelectuais e estudantes foram presos, torturados ou forçados ao exílio (ex: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque).Nos primeiros 4 anos de ditadura militar surgiram os maiores festivais de música, talvez o setor mais popular da cultura da época. A competição pelas canções, ora de protesto, ora não, tomava conta das discussões diárias de todas as classes sociais. Para o crítico de música e historiador Zuza Homem de Mello, o que sobrou daquela época foi o amadurecimento. Além disso, não se pode esquecer que, para o entendimento da obra de grandes músicos brasileiros, como Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, é preciso voltar ao período. Os compositores da nova geração também puderam se beneficiar do que aconteceu. "Mesmo que não sejam filhos das gerações de músicos dos anos 1960, você vê que existe compositores novos com uma postura de entendimento político-social", disse Homem de Mello à Reuters "Naquela época, as pessoas faziam o que davam na telha. Hoje em dia só fazem o que as gravadoras mandam. Vender bem era uma boa notícia, hoje em dia é uma obrigação", explica o crítico. "Existe muita gente boa, mas não tem tido espaço.  A cultura produzida durante esse período tornou-se um marco na resistência, amadurecendo artisticamente o país e criando uma identidade de luta que resistiu à repressão, com muitas obras ainda hoje consideradas símbolos de liberdade

Nos primeiros 4 anos de ditadura militar surgiram os maiores festivais de música, talvez o setor mais popular da cultura da época. A competição pelas canções, ora de protesto, ora não, tomava conta das discussões diárias de todas as classes sociais. Para o crítico de música e historiador Zuza Homem de Mello, o que sobrou daquela época foi o amadurecimento. Além disso, não se pode esquecer que, para o entendimento da obra de grandes músicos brasileiros, como Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, é preciso voltar ao período. Os compositores da nova geração também puderam se beneficiar do que aconteceu. "Mesmo que não sejam filhos das gerações de músicos dos anos 1960, você vê que existe compositores novos com uma postura de entendimento político-social", disse Homem de Mello à Reuters "Naquela época, as pessoas faziam o que davam na telha. Hoje em dia só fazem o que as gravadoras mandam. Vender bem era uma boa notícia, hoje em dia é uma obrigação", explica o crítico. "Existe muita gente boa, mas não tem tido espaço.

A cultura produzida durante esse período tornou-se um marco na resistência, amadurecendo artisticamente o país e criando uma identidade de luta que resistiu à repressão, com muitas obras ainda hoje consideradas símbolos de liberdade.


31 DE MARÇO DE 1964 DEU INICIO A ESTE REGIME AUTORITARIO NO BRASIL 

O golpe de Estado de 31 de março de 1964 foi o que instaurou está ditadura militar de 21 anos (1964-1985) no Brasil, interrompendo a democracia com o apoio de setores civis, militares e empresariais. Caracterizou-se pela supressão de direitos, censura, perseguição política, tortura e fechamento do Congresso, marcando profundamente a história brasileira com autoritarismo. E que deixa sequelas vivas e fortes até hoje



O golpe de Estado de 31 de março de 1964 foi o que instaurou está ditadura militar de 21 anos (1964-1985) no Brasil, interrompendo a democracia com o apoio de setores civis, militares e empresariais. Caracterizou-se pela supressão de direitos, censura, perseguição política, tortura e fechamento do Congresso, marcando profundamente a história brasileira com autoritarismo. E que deixa sequelas vivas e fortes até hoje


MUITAS SEQUELAS AINDA ESTÃO VIVAS