01 junho 2012

PRINCIPIOS BASICOS DE UMA CALÇADA PARA UM BOA CAMINHADA E ANALISE DOS PRINCIPIOS NA NBR 9050

Aqui vou trazer um registro de uma caminhada em Passos MG de 4KM entre 3 bairros COLEGIO DE PASSOS – VILA RICA E BELA VISTA e poucas ruas que tem muito movimento de pedestres a pé e o que dá para se analisar e que dos 4KM caminhados 2KM tem que se caminhar na rua.

❖ Várias ruas não tem calçada

❖ Quando tem calçada elas não têm estrutura

❖ Calçadas não tem espaço

❖ São obstruídas por resíduos, entulhos e lixo

Aqui vou trazer um registro de uma caminhada em Passos MG de 4KM entre 3 bairros COLEGIO DE PASSOS – VILA RICA E BELA VISTA e poucas ruas que tem muito movimento de pedestres a pé e o que dá para se analisar e que dos 4KM caminhados 2KM tem que se caminhar na rua.  ❖ Várias ruas não tem calçada  ❖ Quando tem calçada elas não têm estrutura  ❖ Calçadas não tem espaço  ❖ São obstruídas por resíduos, entulhos e lixo,❖ Passeios não tem entrada para cadeirantes  ❖ Danos estruturais que dificultam o caminhar  ❖ Calçadas são obstruídas por postes e arvores  ❖ Passeio não tem sistema de drenagem  v  Rampas de garagem construídas de forma inadequada  v  Falta de Padronização  Para complementar uma pequena descrição sobre de regras e leis sobre a Mobilidade Urbana a Pé e leis que se deve conter em um Plano de Mobilidade Urbana.
CALÇADA RUA ITAIPU - PASSOS MG

❖ Passeios não tem entrada para cadeirantes

❖ Danos estruturais que dificultam o caminhar

❖ Calçadas são obstruídas por postes e arvores

❖ Passeio não tem sistema de drenagem

v  Rampas de garagem construídas de forma inadequada

v  Falta de Padronização

Para complementar uma pequena descrição sobre de regras e leis sobre a Mobilidade Urbana a Pé e leis que se deve conter em um Plano de Mobilidade Urbana.

Calçadas e passeios

O entendimento da calçada como um espaço urbano dedicado para a convivência entre pessoas é fundamental para valorizar a importância dos princípios apresentados na planilha demostrada abaixo. O correto dimensionamento da calçada de acordo com o fluxo de pedestres é essencial para configurar uma rede de caminhos que estimulem os deslocamentos a pé.

As calçadas precisam compor um ambiente confortável para a convivência entre as pessoas, com mobiliário e vegetação bem planejados. O pavimento deve ser firme e contínuo para conferir conforto e segurança aos pedestres, incluindo facilidades para pessoas com mobilidade reduzida.

As fachadas das construções também influenciam a experiência dos pedestres, bem como a iluminação e a drenagem eficiente da água da chuva. Além disso, o ambiente urbano por onde os pedestres caminha deve se comunicar através de uma sinalização coerente.

A construção de calçadas que deve atender a oito princípios mostrados na tabela formatada abaixo que é um passo importante para incentivar que as pessoas caminhem mais nos seus deslocamentos diários.

ESTÁ TABELA MOSTRA OITO PRINCIPIOS BASICOS QUE CALÇADAS TEM QUE TER PARA UMA BOA CAMINHADA

Calçadas e passeios  O entendimento da calçada como um espaço urbano dedicado para a convivência entre pessoas é fundamental para valorizar a importância dos princípios apresentados na planilha demostrada abaixo. O correto dimensionamento da calçada de acordo com o fluxo de pedestres é essencial para configurar uma rede de caminhos que estimulem os deslocamentos a pé.  As calçadas precisam compor um ambiente confortável para a convivência entre as pessoas, com mobiliário e vegetação bem planejados. O pavimento deve ser firme e contínuo para conferir conforto e segurança aos pedestres, incluindo facilidades para pessoas com mobilidade reduzida.  As fachadas das construções também influenciam a experiência dos pedestres, bem como a iluminação e a drenagem eficiente da água da chuva. Além disso, o ambiente urbano por onde os pedestres caminha deve se comunicar através de uma sinalização coerente.  A construção de calçadas que deve atender a oito princípios mostrados na tabela formatada abaixo que é um passo importante para incentivar que as pessoas caminhem mais nos seus deslocamentos diários.


Esta tabela mostra as recomendações essenciais para potencializar a função das calçadas. Para a efetividade da melhoria das condições de caminhabilidade das cidades, é imprescindível que projetos de qualificação sejam integrados ao Plano Diretor e ao Plano de Mobilidade Urbana. O uso misto do solo colocando as estruturas das calçadas e suas qualidades em um plano de mobilidade urbano é essencial para um deslocamento saudável e seguro nas calçadas com os componentes citados são indispensáveis de uma cidade amigável ao pedestre.

ABAIXO UM REGISTRO FOTOGRAFICO DE CALÇADAS QUE DEMOSTRA LOCAIS PARA A MOBILIDADE URBANA A PÉ EM PASSOS MG.

Acessibilidade universal em calçadas segundo a                      ABNT NBR 9050   Exige uma rota acessível contínua, desobstruída e segura. Os passeios públicos devem ter superfície regular e antiderrapante, divididos em faixas funcionais e com largura livre mínima de 1,20 m para permitir a passagem autônoma de cadeirantes e pedestres com mobilidade reduzida descrevendo as inclinações perante as NBR 9050.

Espaço Atraente   Um espaço atraente de calçadas, segundo a ABNT NBR 9050, combina acessibilidade universal com conforto ambiental. O projeto prioriza a mobilidade autônoma e segura ao integrar faixas livres de obstáculos, paginação contínua e elementos de paisagismo convidativos sem bloquear o trânsito de pedestres

Espaço Atraente   Um espaço atraente de calçadas, segundo a ABNT NBR 9050, combina acessibilidade universal com conforto ambiental. O projeto prioriza a mobilidade autônoma e segura ao integrar faixas livres de obstáculos, paginação contínua e elementos de paisagismo convidativos sem bloquear o trânsito de pedestres

Conexões seguras de calçadas   As conexões seguras entre calçadas são pontos de transição essenciais para garantir o deslocamento contínuo, autônomo e seguro de todos os pedestres. Segundo a norma de acessibilidade ABNT NBR 9050, esses trechos exigem rampas de rebaixamento, faixas elevadas e piso tátil

Sinalizações de Segurança   A sinalização coerente de calçadas pela ABNT NBR 9050 exige a divisão do passeio em três faixas: serviço, acesso e livre. O projeto deve garantir autonomia, conforto e segurança, utilizando piso tátil contrastante, rampas adequadas e superfícies contínuas e antiderrapantes.


A qualificação das calçadas através dos oito princípios descritos na tabela deve ser protagonista no processo de requalificação urbana, principalmente em um plano de mobilidade a pé. Para tanto, os gestores públicos devem identificar os atores responsáveis pelos oito princípios da calçada em sua cidade e promover a articulação entre eles. O governo municipal deve gerenciar todos os elementos das calçadas de forma integrada para garantir a qualidade dos deslocamentos dos pedestres. Mesmo os elementos da calçada que não forem de responsabilidade pública, podem ser fiscalizados e buscar o auxílio das informações presentes nos itens que serão levantados através dos dados da tabela.

 Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), calçada é a estrutura completa da via, que pode incluir postes, árvores e mobiliário urbano. Já o passeio é a parte específica e livre de obstáculos destinada exclusivamente à circulação de pedestres. Resumindo todo passeio é uma calçada, mas nem toda calçada é um passeio.

 A reestruturação, padronização e limpeza das calçadas são fundamentais e devem estar obrigatoriamente inclusas no Plano de Mobilidade Urbana (PlanMob). De acordo com a Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/2012), o pedestre tem prioridade máxima, o que torna a qualidade e acessibilidade do passeio público inegociáveis.


Abaixo itens da tabela que pode e deve basear na NBR 9050 E PODE SE LIGAR AOS ERROS DAS CALÇADAS ACIMA ONDE SE FAZ A MOBILIDADE A  PÉ

             Descrição dos Princípios das calçadas

 O dimensionamento adequado de calçadas, conforme as diretrizes da ABNT (NBR 9050) e cartilhas urbanas, exige a divisão do espaço em três faixas de uso:

 

•       Faixa de Serviço (para postes e árvores) - Recomenda-se uma largura mínima de 0,70 m a 0,75 m

 

•      Faixa Livre (exclusiva para caminhada contínua) - com largura mínima de 1,20 m - Largura ideal (alto fluxo): 1,50 m a 1,80 m - Altura livre: Mínimo de 2,10 m de altura livre de obstáculos (como toldos e galhos)

  

•    Faixa de Acesso - Área entre a faixa livre e o alinhamento do imóvel, presente em calçadas com mais de 2,00 m de largura. Serve para degraus de entrada, rampas de acesso a garagens e acomodação de vitrines ou mesas.

 

   Acessibilidade universal em calçadas segundo a NBR 9050

 Exige uma rota acessível contínua, desobstruída e segura. Os passeios públicos devem ter superfície regular e antiderrapante, divididos em faixas funcionais e com largura livre mínima de 1,20 m para permitir a passagem autônoma de cadeirantes e pedestres com mobilidade reduzida descrevendo as inclinações perante as NBR 9050.

             Conexões seguras de calçadas

 As conexões seguras entre calçadas são pontos de transição essenciais para garantir o deslocamento contínuo, autônomo e seguro de todos os pedestres. Segundo a norma de acessibilidade ABNT NBR 9050, esses trechos exigem rampas de rebaixamento, faixas elevadas e piso tátil

             Sinalizações de Segurança

 A sinalização coerente de calçadas pela ABNT NBR 9050 exige a divisão do passeio em três faixas: serviço, acesso e livre. O projeto deve garantir autonomia, conforto e segurança, utilizando piso tátil contrastante, rampas adequadas e superfícies contínuas e antiderrapantes.

             Espaço Atraente

 Um espaço atraente de calçadas, segundo a ABNT NBR 9050, combina acessibilidade universal com conforto ambiental. O projeto prioriza a mobilidade autônoma e segura ao integrar faixas livres de obstáculos, paginação contínua e elementos de paisagismo convidativos sem bloquear o trânsito de pedestres

             Segurança permanente

 A segurança permanente de calçadas, segundo a norma ABNT NBR 9050, baseia-se nos pilares de autonomia, conforto e segurança. O projeto exige uma superfície contínua, firme e sem trepidações, composta obrigatoriamente por 3 faixas já citadas na descrição dos princípios incluído os dados de medidas e sinalizações de segurança.

             Superfície qualificada

 Deve ser regular, firme, estável, contínua e antiderrapante. Ela não pode apresentar ressaltos, degraus ou buracos que provoquem trepidação ou impeçam a locomoção autônoma e segura de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida deve estar conectadas a todos princípios

             Drenagem eficiente

 A drenagem de calçadas deve ser estritamente superficial. A ABNT NBR 9050 exige que a inclinação transversal máxima do passeio seja de 3%, direcionando a água da chuva para a rua. Não são permitidas grelhas ou canaletas na faixa livre de circulação para não criar obstáculos ou desníveis.


Segurança permanente   A segurança permanente de calçadas, segundo a norma ABNT NBR 9050, baseia-se nos pilares de autonomia, conforto e segurança. O projeto exige uma superfície contínua, firme e sem trepidações, composta obrigatoriamente por 3 faixas já citadas na descrição dos princípios incluído os dados de medidas e sinalizações de segurança.

 MOBILIDADE URBANA ENTRAR EM VIGOR

ACESSE O VIDEO


Uma faixa de trânsito de avenida, especialmente quando pensamos em requalificação urbana ou projetos de Ruas Completas, é parte integrante do espaço viário. Pode se usar e aplicar termos dos 8 Princípios da Calçada para se analisar a qualidade desta faixa sinalizada que liga as calçadas da avenida passando por um canteiro.

E de acordo com a NBR 9050, o canteiro central deve ser tratado como uma extensão da rota acessível. Se houver bloqueio físico no canteiro, a travessia deve passar em nível (com o rebaixamento total da guia de ambos os lados da via).

Dia  15 DE JUNHO DE 2026 PARA ENTRA EM VIGOR O PLANO DE MOBILIDADE URBANA DE PASSOS MG - HORA DA POPULAÇÃO ANALISAR QUEM DEVE VERIFICAR E VER O QUE ACONTECE



Leis Federais Obrigatórias que devem ser descritas no plano de mobilidade urbana

Lei Federal nº 12.587/2012: Institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU). É a base do plano, exigindo o planejamento integrado, a priorização do transporte coletivo e não motorizado, e a gestão democrática.

Lei Federal nº 14.000/2020: Altera a Lei 12.587/2012, estabelecendo a obrigatoriedade do plano para municípios com mais de 20 mil habitantes e determinando novos prazos de aprovação

Lei Federal nº 10.257/2001 (Estatuto da Cidade): Diretriz fundamental para o desenvolvimento urbano. O PMU deve ser indissociável e integrado ao Plano Diretor Municipal.

Lei Federal nº 9.503/1997 (Código de Trânsito Brasileiro - CTB): Fundamental para o planejamento do trânsito, sinalização, segurança viária e diretrizes de circulação.

Lei Federal nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência): Garante a acessibilidade universal em calçadas, travessias, terminais e veículos

Lei Federal nº 13.089/2015 (Estatuto da Metrópole): Obrigatória para municípios que integram regiões metropolitanas, exigindo o Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUI).