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24 novembro 2023

ETAPAS DE TRATAMENTO D'ÁGUA NA - ETA ANTES DE SER USADA

A água é algo extremamente essencial para nossas vidas, e antes de chegar as nossas casas, a mesma necessita-se de diversos estágios de tratamento para que se torne potável e saudável para consumo. Entenda agora um pouco melhor o caminho que nossas águas fazem durante seu tratamento.

A água para ser tratada passa pela estação de tratamento de água (ETA), que é um local em que realiza a purificação da água captada de alguma fonte para torná-la própria para o consumo e assim utilizá-la para abastecer a população. A captação da água normalmente é feita em rios ou represas que possam suprir a demanda por água da população e das indústrias, há também a captação das águas superficiais, por meio de poços perfurados.

 

A água é algo extremamente essencial para nossas vidas, e antes de chegar as nossas casas, a mesma necessita-se de diversos estágios de tratamento para que se torne potável e saudável para consumo. Entenda agora um pouco melhor o caminho que nossas águas fazem durante seu tratamento.  A água para ser tratada passa pela estação de tratamento de água (ETA), que é um local em que realiza a purificação da água captada de alguma fonte para torná-la própria para o consumo e assim utilizá-la para abastecer a população. A captação da água normalmente é feita em rios ou represas que possam suprir a demanda por água da população e das indústrias, há também a captação das águas superficiais, por meio de poços perfurados.
ETAPAS DE TRATAMENTO D'ÁGUA NA - ETA ANTES DE SER USADA

Antes de ir para o sistema de distribuição de água, a mesma passa por processos de tratamento com diversas etapas. Esses processos podem ser físicos e químicos, fazendo com que a água obtenha todas as propriedades necessárias para que a tornem própria para o nosso consumo.

 O tratamento de água em uma ETA (Estação de Tratamento de Água) converte a água bruta em potável, removendo impurezas físicas, químicas e patógenos. As etapas principais incluem captação, gradeamento, coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção (cloração), correção de pH e fluoretação, garantindo a potabilidade antes do consumo.

  ABAIXO VAMOS VER AS ETAPAS DO TRATAMENTO DA ÁGUA NO ETA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA ANTES DE ELA SER USADA

AS ETAPAS DO TRATAMENTO DE ÁGUA NO ETA

1° Etapa – Captação

A água sem tratamento e imprópria ao consumo humano é retirada de mananciais, reservatórios hídricos utilizados para o abastecimento de água.

A captação de água para uma ETA (Estação de Tratamento de Água) é a etapa inicial de retirada de água bruta de fontes superficiais (rios, lagos, represas) ou subterrâneas. Envolve bombas e grades para remover resíduos sólidos (folhas, galhos) antes de bombear a água até a estação para tratamento físico-químico.

Nessa primeira etapa a água passa por um gradeamento (sistema de grades) que impede a entrada de elementos sólidos contidos na água, como folhas, galhos e troncos, por exemplo, na ETA.

Daí a água segue para a desarenação, onde ocorre a remoção de areia por sedimentação, melhorando o processo de pré-tratamento da água, e por fim, ela é bombeada para a estação de tratamento.

 2º Etapa – Adução

Transporte de água do manancial ao tratamento ou da água tratada ao sistema de distribuição, normalmente por meio de bombas que levam a água captada até a ETA.

A adução de água bruta para uma ETA (Estação de Tratamento de Água) é o transporte da água captada de mananciais (rios, lagos) por meio de tubulações (adutoras) até a estação. Pode ocorrer por gravidade (desnível) ou recalque (bombeamento), sendo crucial para garantir o volume necessário para o tratamento e a potabilização antes da distribuição à população.

Pontos principais da adução e captação:

Adutora de Água Bruta: Conduz a água do manancial até a ETA.

Captação: Estruturas (como grades) removem materiais grosseiros.

Sistemas de Elevatória: Conjuntos de bombas e motores são usados para elevar a água, especialmente em casos de recalque.

Manutenção: Requer vistoria constante dos procedimentos operacionais e de manutenção das adutoras.

 3° Etapa – Coagulação

Nessas águas que serão tratadas existem impurezas cujas partículas são pequenas, elas não se sedimentam (não se depositam no fundo do recipiente) sob a ação da gravidade.

A coagulação em Estações de Tratamento de Água (ETA) é a etapa físico-química inicial que desestabiliza partículas coloidais (sujeira, argila, microrganismos) que não sedimentam sozinhas. Coagulantes como sulfato de alumínio ou sais de ferro são adicionados e misturados rapidamente, neutralizando cargas negativas das impurezas, formando flocos mais pesados.

Postos-chaves sobre a coagulação:

Finalidade: Remover cor e turbidez da água, preparando-a para a floculação e decantação.

Mecanismo: Neutralização de cargas elétricas dos coloides (partículas de 1 a 1000 mm) e varredura, permitindo que se aglutinem.

Produtos Químicos: O sulfato de alumínio (Al2(SO4)3). é o mais comum no Brasil, mas também se utilizam cloreto férrico, polímeros orgânicos e agentes para ajuste de pH.

Etapas: Ocorre logo após a captação, no processo de mistura rápida, antes da floculação lenta

Por isso, é necessário acrescentar à água coagulantes químicos. Geralmente, aqui no Brasil, o coagulante utilizado é o sulfato de alumínio (Al2(SO4)3).

Esse produto favorece a união das partículas e impurezas da água, facilitando a remoção na decantação. Esses coagulantes são insolúveis na água e geram íons positivos (cátions) que atraem as impurezas carregadas negativamente nas águas.

A eficiência depende do controle do pH, dosagem correta do coagulante e mistura homogênea

 4° Etapa – Floculação

A floculação é uma etapa crucial na ETA, ocorrendo logo após a coagulação (mistura rápida), onde a água é agitada lentamente (mistura lenta) para agrupar as partículas de sujeira desestabilizadas. Partículas coloidais, que não sedimentam sozinhas, formam flocos maiores e mais densos (flocos) que facilitam a decantação.

A água é agitada fortemente por cerca de 30 segundos por um agitador mecânico, com a finalidade de aumentar a dispersão do coagulante. Depois o sistema é agitado lentamente, permitindo o contato entre as partículas.

Etapa na qual a água é submetida à agitação mecânica, para que as impurezas formem flocos maiores e mais pesados.

Detalhes do Processo de Floculação na ETA:

Objetivo: Formar flocos grandes e pesados o suficiente para serem removidos por sedimentação, decantação ou filtração.

Funcionamento (Mistura Lenta): A água floculada movimenta-se através de agitadores mecânicos (pás) ou defletores, promovendo encontros entre as partículas.

Tempo e Velocidade: Envolve agitação controlada, geralmente com tempos de detenção entre 20 a 40 minutos. A agitação é mais rápida inicialmente e diminui para evitar que os flocos se quebrem.

Coagulantes: Geralmente utiliza-se sulfato de alumínio, sais de ferro (III) ou polímeros orgânicos para auxiliar na aglomeração.

Próxima Etapa: Após a floculação, a água segue para os decantadores, onde os flocos formados se depositam no fundo.

5° Etapa – Decantação

Decantação é basicamente o ato de separar, por meio da gravidade, os sólidos sedimentáveis que estão contidos em uma solução líquida. Os sólidos sedimentam no fundo do decantador de onde acabam sendo removidos como lodo, enquanto o efluente, livre dos sólidos, decanta pelo vertedouro.

A decantação em ETA (Estação de Tratamento de Água) é um processo físico-químico onde a água, após coagulação e floculação, fica em repouso em tanques, permitindo que os flocos de sujeira (mais densos) sedimentem no fundo por gravidade, formando lodo. Essa etapa clarifica a água, removendo cerca de 90-95% das partículas sólidas antes da filtração.

Principais Aspectos da Decantação em ETA:

Funcionamento: A água floculada entra nos decantadores, onde a velocidade diminui, facilitando a sedimentação.

Tipos de Decantadores: Podem ser convencionais (fluxo horizontal) ou de alta taxa (lamelares), que usam módulos para aumentar a área de sedimentação e eficiência.

Decantador Lamelar: Comum por ocupar menos espaço e ter alta taxa de escoamento.

Resultado: A água limpa sai pela parte superior (zona de ascensão) e segue para os filtros, enquanto o lodo é removido do fundo.

A eficiência da decantação depende de uma boa floculação prévia e do dimensionamento correto dos tanques para evitar o arraste de flocos para a etapa seguinte

AS ETAPAS DO TRATAMENTO DE ÁGUA NO ETA  1° Etapa – Captação  A água sem tratamento e imprópria ao consumo humano é retirada de mananciais, reservatórios hídricos utilizados para o abastecimento de água.  A captação de água para uma ETA (Estação de Tratamento de Água) é a etapa inicial de retirada de água bruta de fontes superficiais (rios, lagos, represas) ou subterrâneas. Envolve bombas e grades para remover resíduos sólidos (folhas, galhos) antes de bombear a água até a estação para tratamento físico-químico.  Nessa primeira etapa a água passa por um gradeamento (sistema de grades) que impede a entrada de elementos sólidos contidos na água, como folhas, galhos e troncos, por exemplo, na ETA.  Daí a água segue para a desarenação, onde ocorre a remoção de areia por sedimentação, melhorando o processo de pré-tratamento da água, e por fim, ela é bombeada para a estação de tratamento.   2º Etapa – Adução  Transporte de água do manancial ao tratamento ou da água tratada ao sistema de distribuição, normalmente por meio de bombas que levam a água captada até a ETA.  A adução de água bruta para uma ETA (Estação de Tratamento de Água) é o transporte da água captada de mananciais (rios, lagos) por meio de tubulações (adutoras) até a estação. Pode ocorrer por gravidade (desnível) ou recalque (bombeamento), sendo crucial para garantir o volume necessário para o tratamento e a potabilização antes da distribuição à população.  Pontos principais da adução e captação:  Adutora de Água Bruta: Conduz a água do manancial até a ETA.  Captação: Estruturas (como grades) removem materiais grosseiros.  Sistemas de Elevatória: Conjuntos de bombas e motores são usados para elevar a água, especialmente em casos de recalque.  Manutenção: Requer vistoria constante dos procedimentos operacionais e de manutenção das adutoras.   3° Etapa – Coagulação  Nessas águas que serão tratadas existem impurezas cujas partículas são pequenas, elas não se sedimentam (não se depositam no fundo do recipiente) sob a ação da gravidade.  A coagulação em Estações de Tratamento de Água (ETA) é a etapa físico-química inicial que desestabiliza partículas coloidais (sujeira, argila, microrganismos) que não sedimentam sozinhas. Coagulantes como sulfato de alumínio ou sais de ferro são adicionados e misturados rapidamente, neutralizando cargas negativas das impurezas, formando flocos mais pesados.  Postos-chaves sobre a coagulação:  Finalidade: Remover cor e turbidez da água, preparando-a para a floculação e decantação.  Mecanismo: Neutralização de cargas elétricas dos coloides (partículas de 1 a 1000 mm) e varredura, permitindo que se aglutinem.  Produtos Químicos: O sulfato de alumínio (Al2(SO4)3). é o mais comum no Brasil, mas também se utilizam cloreto férrico, polímeros orgânicos e agentes para ajuste de pH.  Etapas: Ocorre logo após a captação, no processo de mistura rápida, antes da floculação lenta  Por isso, é necessário acrescentar à água coagulantes químicos. Geralmente, aqui no Brasil, o coagulante utilizado é o sulfato de alumínio (Al2(SO4)3).  Esse produto favorece a união das partículas e impurezas da água, facilitando a remoção na decantação. Esses coagulantes são insolúveis na água e geram íons positivos (cátions) que atraem as impurezas carregadas negativamente nas águas.  A eficiência depende do controle do pH, dosagem correta do coagulante e mistura homogênea   4° Etapa – Floculação  A floculação é uma etapa crucial na ETA, ocorrendo logo após a coagulação (mistura rápida), onde a água é agitada lentamente (mistura lenta) para agrupar as partículas de sujeira desestabilizadas. Partículas coloidais, que não sedimentam sozinhas, formam flocos maiores e mais densos (flocos) que facilitam a decantação.  A água é agitada fortemente por cerca de 30 segundos por um agitador mecânico, com a finalidade de aumentar a dispersão do coagulante. Depois o sistema é agitado lentamente, permitindo o contato entre as partículas.  Etapa na qual a água é submetida à agitação mecânica, para que as impurezas formem flocos maiores e mais pesados.  Detalhes do Processo de Floculação na ETA:  Objetivo: Formar flocos grandes e pesados o suficiente para serem removidos por sedimentação, decantação ou filtração.  Funcionamento (Mistura Lenta): A água floculada movimenta-se através de agitadores mecânicos (pás) ou defletores, promovendo encontros entre as partículas.  Tempo e Velocidade: Envolve agitação controlada, geralmente com tempos de detenção entre 20 a 40 minutos. A agitação é mais rápida inicialmente e diminui para evitar que os flocos se quebrem.  Coagulantes: Geralmente utiliza-se sulfato de alumínio, sais de ferro (III) ou polímeros orgânicos para auxiliar na aglomeração.  Próxima Etapa: Após a floculação, a água segue para os decantadores, onde os flocos formados se depositam no fundo.  5° Etapa – Decantação  Decantação é basicamente o ato de separar, por meio da gravidade, os sólidos sedimentáveis que estão contidos em uma solução líquida. Os sólidos sedimentam no fundo do decantador de onde acabam sendo removidos como lodo, enquanto o efluente, livre dos sólidos, decanta pelo vertedouro.  A decantação em ETA (Estação de Tratamento de Água) é um processo físico-químico onde a água, após coagulação e floculação, fica em repouso em tanques, permitindo que os flocos de sujeira (mais densos) sedimentem no fundo por gravidade, formando lodo. Essa etapa clarifica a água, removendo cerca de 90-95% das partículas sólidas antes da filtração.  Principais Aspectos da Decantação em ETA:  Funcionamento: A água floculada entra nos decantadores, onde a velocidade diminui, facilitando a sedimentação.  Tipos de Decantadores: Podem ser convencionais (fluxo horizontal) ou de alta taxa (lamelares), que usam módulos para aumentar a área de sedimentação e eficiência.  Decantador Lamelar: Comum por ocupar menos espaço e ter alta taxa de escoamento.  Resultado: A água limpa sai pela parte superior (zona de ascensão) e segue para os filtros, enquanto o lodo é removido do fundo.  A eficiência da decantação depende de uma boa floculação prévia e do dimensionamento correto dos tanques para evitar o arraste de flocos para a etapa seguinte


6° etapa – Filtragem

A água decantada é encaminhada às unidades filtrantes onde é efetuado o processo de filtração. Consiste em passar a água através de Filtros formados por camadas de areia grossa, areia fina, cascalho, pedregulho e carvão, capazes de reter os flocos que passam sem decantar-se, ou outras impurezas.

A filtração em Estações de Tratamento de Água (ETA) é a etapa que remove partículas finas, impurezas coloidais e microrganismos remanescentes da decantação, garantindo a potabilidade. Utiliza meios porosos como areia, pedregulho e carvão ativado (ou antracito) para reter sujeira. É crucial para reduzir a turbidez, frequentemente operando como filtros rápidos por gravidade.

Como funciona o processo de filtração:

Mecanismo: A água decantada passa através de camadas filtrantes (geralmente antracito/areia), que separam partículas sólidas (torta) da água limpa (filtrado).

Filtros Rápidos: Comuns em ETAs, operam com altas taxas de filtração (até ou mais), exigindo coagulação prévia.

Meio Filtrante: Composto por camadas, tipicamente areia e antracito (carvão), com a camada mais grossa em cima e a fina embaixo.

Retrolavagem: Quando o filtro satura (aumento da perda de carga ou turbidez), ele é limpo através de um fluxo reverso de água e ar (de baixo para cima) para desprender as partículas retidas.

 7° Etapa – Desinfecção

A desinfecção em Estações de Tratamento de Água (ETA) é focada na eliminação de microrganismos patogênicos (vírus, bactérias). Utiliza agentes como cloro (hipoclorito de sódio ou gás), ozônio ou radiação UV para garantir a potabilidade antes da distribuição, assegurando que a água esteja segura para consumo humano.

É feita uma última adição de cloro no líquido antes de sua saída da Estação de Tratamento. Ela garante que a água fornecida chegue isenta de bactérias e vírus até a casa do consumidor. Água recebe adição de cloro, flúor e controle do PH.

Principais Métodos de Desinfecção:

Cloração (Mais Comum): Aplicação de cloro (gás ou hipoclorito de sódio/cálcio) para desinfecção e efeito residual na rede de distribuição.

Ozonação: Uso de ozônio, um oxidante forte que elimina patógenos rapidamente, mas não deixa residual, exigindo cloração posterior.

Radiação Ultravioleta (UV): Luz UV que inativa microrganismos sem adicionar produtos químicos.

8° Etapa – Reservação

A reservação de água em uma Estação de Tratamento de Água (ETA) é a etapa SEMI FINAL, onde a água tratada e potável é armazenada antes da distribuição, garantindo o abastecimento contínuo da população e a pressão ideal na rede. Esse processo assegura a segurança sanitária, permitindo análises de qualidade final e controle de demanda.

A água é armazenada em reservatórios, com duas finalidades: Manter a regularidade do abastecimento e atender às demandas excessivas, como as que ocorrem nos períodos de calor intenso ou quando, durante o dia, usa-se muita água ao mesmo tempo.

Principais Aspectos da Reservação na ETA:

Finalidade: Armazenar água após desinfecção (cloração) e, muitas vezes, após a fluoretação.

Controle de Qualidade: A etapa permite monitorar se a água atende aos padrões potabilidade antes de sair.

Segurança no Abastecimento: Reservatórios compensam variações no consumo diário e garantem água mesmo durante manutenções parciais.

Processos Conexos: Geralmente, a água é enviada para reservatórios de nível (na própria ETA) ou reservatórios elevados na cidade.

O processo garante que a água, após as etapas de captação, coagulação, floculação, decantação e filtração, fique segura para consumo humano.

Quanto à sua posição em relação ao solo, os reservatórios são classificados em subterrâneos (enterrados), apoiados e elevados.

9ª Etapa - Distribuição

A distribuição de água tratada por uma Estação de Tratamento de Água (ETA) é a etapa final que leva água potável da reserva para as casas, após processos de captação, coagulação, floculação, decantação, filtração e desinfecção. O sistema garante que a água, livre de bactérias e contaminantes, chegue às torneiras através de tubulações subterrâneas.

Chegando a etapa final, onde a água, após ser tratada e tornada potável, é enviada aos consumidores. Os principais pontos e etapas deste processo que podemos ver em todas etapas descritas

Pós-Tratamento/Finalização: Antes de sair da ETA, a água passa por desinfecção (cloração) para eliminar microrganismos e fluoretação (adição de flúor) para prevenção de cáries.

Correção de pH: A cal ou outro produto alcalinizante é adicionado para ajustar o pH da água, tornando-a segura e prevenindo corrosão na rede de tubulações.

Reservação: A água tratada é armazenada em grandes reservatórios (elevados ou apoiados) estratégicos, garantindo a pressão e o abastecimento contínuo à população, inclusive em horários de pico.

Rede de Distribuição: A água sai dos reservatórios e é conduzida por uma rede de tubulações (adutoras e rede de distribuição) até as casas, comércios e indústrias.

Monitoramento da Qualidade: A água é monitorada durante todo o percurso de distribuição para garantir que os parâmetros de potabilidade (como teor de cloro residual livre, entre 0,5 mg/L e 2 mg/L) sejam mantidos.


10 junho 2019

BENEFÍCIOS DA RECICLAGEM

Sabe-se que a reciclagem traz inúmeros benefícios, tanto para o meio ambiente quanto para o próprio ser humano (único responsável pelo acúmulo de lixo no planeta).
Dentre eles pode-se citar:
A diminuição e a prevenção de riscos na saúde pública: Os resíduos não são destinados a lixões ou aterros sanitários com a reciclagem e, portanto, não contaminam o solo, os rios e o ar, que indiretamente causariam doenças, e também não favorecem a proliferação de agentes patogênicos (que causam doenças diretamente);
A diminuição e a prevenção de impactos ambientais: Tanto os resíduos não degradáveis como os degradáveis, ou orgânicos, por sua enorme quantidade, não são assimilados pelos organismos decompositores, persistindo nos solos e nos corpos hídricos por longos períodos, impossibilitando ou dificultando a sobrevivência de inúmeros seres vivos e, por consequência, causando desequilíbrios ecológicos em todos os ecossistemas da Terra;
Sabe-se que a reciclagem traz inúmeros benefícios, tanto para o meio ambiente quanto para o próprio ser humano (único responsável pelo acúmulo de lixo no planeta). Dentre eles pode-se citar: A diminuição e a prevenção de riscos na saúde pública: Os resíduos não são destinados a lixões ou aterros sanitários com a reciclagem e, portanto, não contaminam o solo, os rios e o ar, que indiretamente causariam doenças, e também não favorecem a proliferação de agentes patogênicos (que causam doenças diretamente); A diminuição e a prevenção de impactos ambientais: Tanto os resíduos não degradáveis como os degradáveis, ou orgânicos, por sua enorme quantidade, não são assimilados pelos organismos decompositores, persistindo nos solos e nos corpos hídricos por longos períodos, impossibilitando ou dificultando a sobrevivência de inúmeros seres vivos e, por consequência, causando desequilíbrios ecológicos em todos os ecossistemas da Terra;



A diminuição e a prevenção da exploração dos recursos naturais: Com a volta dos materiais ao ciclo produtivo, não é necessário que novos recursos naturais sejam utilizados;
Vantagens econômicas:
Economia de recursos naturais
Diminuição de gastos: na limpeza urbana, no tratamento de doenças, no controle da poluição, na construção de aterros sanitários, na remediação de áreas degradadas, com a energia elétrica (necessária para gerar produtos a partir de matéria prima bruta), entre outros.
Geração de empregos, tanto para a população não qualificada quanto para o setor industrial;

Inclusão e Interação Social

A oferta de emprego e renda para a população desprivilegiada permite que estas pessoas sejam retiradas das condições sub-humanas de trabalho que tinham nos lixões e nas ruas e serem vistas como agentes sociais que contribuem com a limpeza da cidade e a conservação do meio ambiente. Por outro lado estão as pessoas que fornecem o material reciclável que podem ser vistas como solidárias e participativas nos programas de Coleta Seletiva e reciclagem. Assim, ambos os grupos estão exercendo a sua CIDADANIA.

Educação Ambiental

As centrais de triagem, os aterros sanitários, as indústrias de reciclagem e compostagem, bem como cada ponto de geração de resíduos, servem como instrumentos para a formação e a educação ambiental de crianças, jovens e adultos, pois são locais onde é possível vivenciar e discutir na prática os conceitos sobre temas relacionados.
Com a prática da reciclagem as pessoas observam resultados imediatos e mensuráveis de sua ação na busca pelo desenvolvimento sustentável e conservação dos recursos naturais, promovendo a expansão deste compromisso às pessoas à sua volta e também a elas mesmas (contribuindo sempre na resolução deste, e até de outros problemas ambientais);
A diminuição e a prevenção da exploração dos recursos naturais: Com a volta dos materiais ao ciclo produtivo, não é necessário que novos recursos naturais sejam utilizados; Vantagens econômicas: Economia de recursos naturais Diminuição de gastos: na limpeza urbana, no tratamento de doenças, no controle da poluição, na construção de aterros sanitários, na remediação de áreas degradadas, com a energia elétrica (necessária para gerar produtos a partir de matéria prima bruta), entre outros. Geração de empregos, tanto para a população não qualificada quanto para o setor industrial; Inclusão e Interação Social A oferta de emprego e renda para a população desprivilegiada permite que estas pessoas sejam retiradas das condições sub-humanas de trabalho que tinham nos lixões e nas ruas e serem vistas como agentes sociais que contribuem com a limpeza da cidade e a conservação do meio ambiente. Por outro lado estão as pessoas que fornecem o material reciclável que podem ser vistas como solidárias e participativas nos programas de Coleta Seletiva e reciclagem. Assim, ambos os grupos estão exercendo a sua CIDADANIA. Educação Ambiental As centrais de triagem, os aterros sanitários, as indústrias de reciclagem e compostagem, bem como cada ponto de geração de resíduos, servem como instrumentos para a formação e a educação ambiental de crianças, jovens e adultos, pois são locais onde é possível vivenciar e discutir na prática os conceitos sobre temas relacionados.   Com a prática da reciclagem as pessoas observam resultados imediatos e mensuráveis de sua ação na busca pelo desenvolvimento sustentável e conservação dos recursos naturais, promovendo a expansão deste compromisso às pessoas à sua volta e também a elas mesmas (contribuindo sempre na resolução deste, e até de outros problemas ambientais);


Possibilidade de maior institucionalização pelo Poder Público e Privado: Aos poucos a reciclagem está cada vez mais sendo praticada e difundida em todo o mundo, apesar de ser informal na maior parte das vezes. Assim, as empresas e as políticas públicas poderão se adequar às demandas e exigências da população progressivamente, de forma a, respectivamente, gerar mais produtos recicláveis e reciclados e criar normas e regras gerais para que esta atividade seja suficientemente abrangente, atingindo mais hábil e seguramente o tão falado DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.
Benefícios específicos da Reciclagem:
PAPEL
A cada 28 toneladas de papel reciclado evita-se o corte de 1 hectare de floresta (1 tonelada evita-se o corte de 30 ou mais árvores).
1 tonelada de papel novo precisa de 50 a 60 eucaliptos, 100 mil litros de água e 5 mil KW/h de energia
1 tonelada de papel reciclado precisa de 1.200 Kg de papel velho, 2 mil litros de água e 1.000 a 2.500 KW/h de energia.
Com a produção de papel reciclado evita-se a utilização de processos químicos evitando-se a poluição ambiental: reduz em 74% os poluentes liberados no ar e em 35% os despejados na água.
A reciclagem de uma tonelada de jornais evita a emissão de 2,5 toneladas de dióxido de carbono na atmosfera
O papel jornal produzido a partir das aparas requer 25% a 60% menos energia elétrica que a necessária para obter papel da polpa da madeira. O papel feito com material reciclado reduz em 74% os poluentes liberados no ar e em 35% os despejados na água, além de reduzir a necessidade de derrubar árvores.
VIDRO
É 100% reciclável, portanto não é lixo. 1 kg de vidro reciclado produz 1 kg de vidro novo.
As propriedades do vidro se mantêm mesmo após sucessivos processos de reciclagem. Ao contrário do papel, que vai perdendo qualidade ao longo de algumas reciclagens.
O vidro não pode ser degradado facilmente, então não deve ser despejado no solo.
Para a produção de um material feito de vidro são necessários diversos recursos naturais: areia, barrilha, calcário, carbonato de sódio, cal, dolomita e feldspato, sendo este último um fundente muito raro.
A temperatura para fundição é, em média, 1.500ºC, necessitando muita energia e equipamentos especializados.
A reciclagem do vidro requer menos temperatura para ser fundido, economizando aproximadamente 70% de energia e permitindo maior durabilidade dos fornos.
1 tonelada de vidro reciclado evita a extração de 1,3 tonelada de areia, economiza 22% no consumo de barrilha (material importado) e 50% no consumo de água.

Possibilidade de maior institucionalização pelo Poder Público e Privado: Aos poucos a reciclagem está cada vez mais sendo praticada e difundida em todo o mundo, apesar de ser informal na maior parte das vezes. Assim, as empresas e as políticas públicas poderão se adequar às demandas e exigências da população progressivamente, de forma a, respectivamente, gerar mais produtos recicláveis e reciclados e criar normas e regras gerais para que esta atividade seja suficientemente abrangente, atingindo mais hábil e seguramente o tão falado DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Benefícios específicos da Reciclagem: PAPEL A cada 28 toneladas de papel reciclado evita-se o corte de 1 hectare de floresta (1 tonelada evita-se o corte de 30 ou mais árvores). 1 tonelada de papel novo precisa de 50 a 60 eucaliptos, 100 mil litros de água e 5 mil KW/h de energia 1 tonelada de papel reciclado precisa de 1.200 Kg de papel velho, 2 mil litros de água e 1.000 a 2.500 KW/h de energia.   Com a produção de papel reciclado evita-se a utilização de processos químicos evitando-se a poluição ambiental: reduz em 74% os poluentes liberados no ar e em 35% os despejados na água. A reciclagem de uma tonelada de jornais evita a emissão de 2,5 toneladas de dióxido de carbono na atmosfera O papel jornal produzido a partir das aparas requer 25% a 60% menos energia elétrica que a necessária para obter papel da polpa da madeira. O papel feito com material reciclado reduz em 74% os poluentes liberados no ar e em 35% os despejados na água, além de reduzir a necessidade de derrubar árvores. VIDRO É 100% reciclável, portanto não é lixo. 1 kg de vidro reciclado produz 1 kg de vidro novo. As propriedades do vidro se mantêm mesmo após sucessivos processos de reciclagem. Ao contrário do papel, que vai perdendo qualidade ao longo de algumas reciclagens. O vidro não pode ser degradado facilmente, então não deve ser despejado no solo. Para a produção de um material feito de vidro são necessários diversos recursos naturais: areia, barrilha, calcário, carbonato de sódio, cal, dolomita e feldspato, sendo este último um fundente muito raro.   A temperatura para fundição é, em média, 1.500ºC, necessitando muita energia e equipamentos especializados. A reciclagem do vidro requer menos temperatura para ser fundido, economizando aproximadamente 70% de energia e permitindo maior durabilidade dos fornos. 1 tonelada de vidro reciclado evita a extração de 1,3 tonelada de areia, economiza 22% no consumo de barrilha (material importado) e 50% no consumo de água.PLÁSTICO São derivados do petróleo, recurso natural não renovável com previsão de esgotamento dentro de 40 anos. A sua reciclagem economiza até 90% de energia e gera mão-de-obra pela implantação de pequenas e médias indústrias. 100 toneladas de plástico reciclado evita a extração de 1 tonelada de petróleo. METAL A matéria prima requer exploração, processos tecnológicos sofisticados e altos custos energético, econômico e ambiental. A reciclagem de 1 tonelada de aço economiza 1.140 Kg de minério de ferro, 155 Kg de carvão e 18 Kg de cal. Na reciclagem de 1 tonelada de alumínio economiza-se 95% de energia (são 17.600kwh para fabricar alumínio a partir de matéria prima virgem contra 750kwh a partir de alumínio reciclado), 5 toneladas de bauxita e evita-se a poluição causada pelo processo convencional: redução de 85% da poluição do ar e 76% do consumo de água. 1 tonelada de latinhas de alumínio, se forem recicladas, economizam 200 m3 de aterros sanitários. 64% das latas no Brasil (1,7 bilhão de unidades) são recicladas, superando os índices de países como o Japão, Inglaterra, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal. Entretanto, este número pode chegar próximo a 100% dependendo de suas atitudes! O mesmo vale para a renovação espiritual. Uma pessoa bem de espírito é uma pessoa feliz e não busca tantos subsídios materiais para satisfazer suas necessidades ideológicas (mas esta é uma discussão profunda e não vou entrar neste assunto aqui). A palavra reciclar (segundo o dicionário) também tem o significado de atualização científica, pedagógica, profissional, etc. por meio de formação complementar. Isto significa que a reciclagem deve se dar também no âmbito pessoal de cada indivíduo, para que, entre outras coisas, seja possível melhorar a sua qualidade de vida. Reciclando nossos resíduos e mais as nossas atitudes, a preservação da VIDA será alcançada mais facilmente!
BENEFÍCIOS DA RECICLAGEM
PLÁSTICO
São derivados do petróleo, recurso natural não renovável com previsão de esgotamento dentro de 40 anos.
A sua reciclagem economiza até 90% de energia e gera mão-de-obra pela implantação de pequenas e médias indústrias.
100 toneladas de plástico reciclado evita a extração de 1 tonelada de petróleo.
METAL
A matéria prima requer exploração, processos tecnológicos sofisticados e altos custos energético, econômico e ambiental.
A reciclagem de 1 tonelada de aço economiza 1.140 Kg de minério de ferro, 155 Kg de carvão e 18 Kg de cal.
Na reciclagem de 1 tonelada de alumínio economiza-se 95% de energia (são 17.600kwh para fabricar alumínio a partir de matéria prima virgem contra 750kwh a partir de alumínio reciclado), 5 toneladas de bauxita e evita-se a poluição causada pelo processo convencional: redução de 85% da poluição do ar e 76% do consumo de água.
1 tonelada de latinhas de alumínio, se forem recicladas, economizam 200 m3 de aterros sanitários.
64% das latas no Brasil (1,7 bilhão de unidades) são recicladas, superando os índices de países como o Japão, Inglaterra, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal.
Entretanto, este número pode chegar próximo a 100% dependendo de suas atitudes!
O mesmo vale para a renovação espiritual. Uma pessoa bem de espírito é uma pessoa feliz e não busca tantos subsídios materiais para satisfazer suas necessidades ideológicas (mas esta é uma discussão profunda e não vou entrar neste assunto aqui).
A palavra reciclar (segundo o dicionário) também tem o significado de atualização científica, pedagógica, profissional, etc. por meio de formação complementar. Isto significa que a reciclagem deve se dar também no âmbito pessoal de cada indivíduo, para que, entre outras coisas, seja possível melhorar a sua qualidade de vida.
Reciclando nossos resíduos e mais as nossas atitudes, a preservação da VIDA será alcançada mais facilmente!
Benefícios da Reciclagem
Reciclagem do lixo muito mais que uma solução
Reciclar é economizar energia, poupar recursos naturais e trazer de volta ao ciclo produtivo o que jogamos fora. A palavra reciclagem foi introduzida ao vocabulário internacional no final da década de 80, quando foi constatado que as fontes de petróleo e outras matérias-primas não renováveis estão se esgotando.
Mesmo assim, o assunto parece não interessar grande parte da população, o que é lamentável.
Para compreendermos a reciclagem é importante “reciclarmos” o conceito que temos de lixo, deixando de enxergá-lo como uma coisa suja e inútil em sua totalidade. Grande parte dos materiais que vão para o lixo podem (e deveriam) ser reciclados. Tendo em vista o tempo de decomposição natural de alguns materiais como o plástico (450 anos), o vidro (5.000 anos), a lata (100 anos), o alumínio ( de 200 a 500 anos), faz-se necessário o desenvolvimento de uma consciência ambientalista para uma melhoria da qualidade de vida atual e para que haja condições ambientais favoráveis à vida das futuras gerações.
Atualmente a produção anual de lixo em todo o planeta é de aproximadamente 400 milhões de toneladas. O que fazer e onde colocar tanto lixo é um dos maiores desafios deste final de século.
A Reciclagem é uma alternativa para amenizar o problema, porém, é necessário o engajamento da população para realizar esta ação. O primeiro passo é perceber que o lixo é fonte de riqueza e que para ser reciclado deve ser separado. Ele pode ser separado de diversas maneiras e a mais simples é separar o lixo orgânico do inorgânico (lixo molhado/ lixo seco). Esta é uma ação simples e de grande valor. Os catadores de lixo, o meio ambiente e as futuras gerações agradecem.

Benefícios da reciclagem

A produção de lixo vem aumentando assustadoramente em todo o planeta. O lixo é o maior causador da degradação do meio ambiente e pesquisas indicam que cada ser humano produz, em média, pouco mais que 1 quilo de lixo por dia. Desta forma, será inevitável o desenvolvimento de uma cultura de reciclagem, tendo em vista a escassez dos recursos naturais não renováveis e a falta de espaço para acondicionar tanto lixo.
Todo lixo produzido, normalmente é recolhido pelos caminhões e levado até as centrais de reciclagem e lá é separado e classificado para o reaproveitamento.
Muitas famílias sobrevivem da venda deste material. A separação do lixo, orgânico (molhado) do inorgânico (seco), é importantíssima para o processo da reciclagem, uma vez que, quando misturado dificulta no processo de “garimpagem” dos catadores de lixo.
Nosso papel neste processo é muito simples: separar o lixo que produzimos. Não é possível reciclar em quantidades significativas se não houver, dentro de nossas casas, empresas e outros estabelecimentos, a separação do lixo por tipos de materiais.
Benefícios da Reciclagem Reciclagem do lixo muito mais que uma solução Reciclar é economizar energia, poupar recursos naturais e trazer de volta ao ciclo produtivo o que jogamos fora. A palavra reciclagem foi introduzida ao vocabulário internacional no final da década de 80, quando foi constatado que as fontes de petróleo e outras matérias-primas não renováveis estão se esgotando. Mesmo assim, o assunto parece não interessar grande parte da população, o que é lamentável. Para compreendermos a reciclagem é importante “reciclarmos” o conceito que temos de lixo, deixando de enxergá-lo como uma coisa suja e inútil em sua totalidade. Grande parte dos materiais que vão para o lixo podem (e deveriam) ser reciclados. Tendo em vista o tempo de decomposição natural de alguns materiais como o plástico (450 anos), o vidro (5.000 anos), a lata (100 anos), o alumínio ( de 200 a 500 anos), faz-se necessário o desenvolvimento de uma consciência ambientalista para uma melhoria da qualidade de vida atual e para que haja condições ambientais favoráveis à vida das futuras gerações. Atualmente a produção anual de lixo em todo o planeta é de aproximadamente 400 milhões de toneladas. O que fazer e onde colocar tanto lixo é um dos maiores desafios deste final de século. A Reciclagem é uma alternativa para amenizar o problema, porém, é necessário o engajamento da população para realizar esta ação. O primeiro passo é perceber que o lixo é fonte de riqueza e que para ser reciclado deve ser separado. Ele pode ser separado de diversas maneiras e a mais simples é separar o lixo orgânico do inorgânico (lixo molhado/ lixo seco). Esta é uma ação simples e de grande valor. Os catadores de lixo, o meio ambiente e as futuras gerações agradecem. Benefícios da reciclagem A produção de lixo vem aumentando assustadoramente em todo o planeta. O lixo é o maior causador da degradação do meio ambiente e pesquisas indicam que cada ser humano produz, em média, pouco mais que 1 quilo de lixo por dia. Desta forma, será inevitável o desenvolvimento de uma cultura de reciclagem, tendo em vista a escassez dos recursos naturais não renováveis e a falta de espaço para acondicionar tanto lixo. Todo lixo produzido, normalmente é recolhido pelos caminhões e levado até as centrais de reciclagem e lá é separado e classificado para o reaproveitamento. Muitas famílias sobrevivem da venda deste material. A separação do lixo, orgânico (molhado) do inorgânico (seco), é importantíssima para o processo da reciclagem, uma vez que, quando misturado dificulta no processo de “garimpagem” dos catadores de lixo. Nosso papel neste processo é muito simples: separar o lixo que produzimos. Não é possível reciclar em quantidades significativas se não houver, dentro de nossas casas, empresas e outros estabelecimentos, a separação do lixo por tipos de materiais.


Algumas constatações merecem destaque por sua importância: as garrafas de refrigerantes (PET) são transformadas em tecido para fazer calça jeans; uma tonelada de plástico reciclada economiza 130 quilos de petróleo; depois de reciclado, o plástico ainda pode virar carpetes, mangueiras, cordas, sacos, pára-choques; reciclar uma tonelada de papel poupa 22 árvores, consome 71% menos energia elétrica e polui o ar 74% menos do que fabricá-la; diversos tipos de papéis podem ser reciclados 7 vezes ou mais. Estes são apenas alguns dos inúmeros benefícios que a reciclagem proporciona à sociedade, à economia, e ao meio ambiente.

Os perigos da comodidade

A praticidade da vida moderna provoca a insensatez do uso indiscriminado dos recursos naturais. Materiais que a natureza leva centenas ou milhares de anos para produzir, são transformados em produtos que são utilizados por muito pouco tempo e depois são desprezados, indo parar em praias, parques, ruas ou aterros sanitários. Lá permanecerão por décadas ou mesmo séculos até se decomporem.
Um exemplo disto são os pratos, copos, garrafas, talheres e fraldas descartáveis. Em 1989, numa limpeza das praias (EUA) foram recolhidos 170.805 talheres de plástico. 100 mil mamíferos marinhos morrem por ano ao comer ou se emaranhar em detritos de plástico. Uma simples fralda descartável leva no mínimo 3 anos para se decompor naturalmente. Segundo pesquisa desenvolvida em 1988, nos Estados Unidos, 414 toneladas de fraldas descartáveis sujas foram jogadas fora por hora. Cerca de 60% de uma fralda descartável são feitos de polpa de madeira. Estes dados são, no mínimo, alarmantes.
Algumas constatações merecem destaque por sua importância: as garrafas de refrigerantes (PET) são transformadas em tecido para fazer calça jeans; uma tonelada de plástico reciclada economiza 130 quilos de petróleo; depois de reciclado, o plástico ainda pode virar carpetes, mangueiras, cordas, sacos, pára-choques; reciclar uma tonelada de papel poupa 22 árvores, consome 71% menos energia elétrica e polui o ar 74% menos do que fabricá-la; diversos tipos de papéis podem ser reciclados 7 vezes ou mais. Estes são apenas alguns dos inúmeros benefícios que a reciclagem proporciona à sociedade, à economia, e ao meio ambiente. Os perigos da comodidade A praticidade da vida moderna provoca a insensatez do uso indiscriminado dos recursos naturais. Materiais que a natureza leva centenas ou milhares de anos para produzir, são transformados em produtos que são utilizados por muito pouco tempo e depois são desprezados, indo parar em praias, parques, ruas ou aterros sanitários. Lá permanecerão por décadas ou mesmo séculos até se decomporem. Um exemplo disto são os pratos, copos, garrafas, talheres e fraldas descartáveis. Em 1989, numa limpeza das praias (EUA) foram recolhidos 170.805 talheres de plástico. 100 mil mamíferos marinhos morrem por ano ao comer ou se emaranhar em detritos de plástico. Uma simples fralda descartável leva no mínimo 3 anos para se decompor naturalmente. Segundo pesquisa desenvolvida em 1988, nos Estados Unidos, 414 toneladas de fraldas descartáveis sujas foram jogadas fora por hora. Cerca de 60% de uma fralda descartável são feitos de polpa de madeira. Estes dados são, no mínimo, alarmantes.


Muitas pessoas veem com maus olhos os movimentos de ecologistas e ambientalistas e dizem-se cansadas de ouvirem os discursos por eles proferidos, considerando-os baderneiros, críticos repetitivos ou escandalosos, porém, frente a tantos desastres ambientais ocorridos nas últimas décadas, e à falta de conscientização, é chegada a hora de refletir e valorizar o árduo trabalho destes “guerreiros ambientais”. Eles estão aí , em toda parte, para alertarem a população de que se não houver uma mudança de postura frente aos costumes desenvolvidos pela vida moderna, em pouco tempo ocorrerá um colapso ambiental.

Uma nova consciência

Estamos vivendo uma época de grandes transformações: sociais, econômicas, políticas, ambientais, etc. Estas mudanças que estão acontecendo nem sempre são positivas, como quando o pobre fica cada vez mais pobre, o político fica cada vez mais corrupto, a economia mais decadente com o desemprego e com a falta de recursos para atender as necessidades da população, e o meio ambiente cada vez mais poluído e devastado. Desta forma, cai a qualidade de vida urbana e ocorre um descaso muito grande com o meio ambiente, tornando-o cada vez mais danificado.
Encarar de frente os problemas ambientais é essencial pois é dele que depende a qualidade de vida da população. É preciso que as pessoas conscientizem-se de preservar o meio ambiente pois isto sim trará inúmeras melhorias em nossa qualidade de vida. A sociedade pode unir-se e exigir dos órgãos governamentais uma fiscalização das empresas que geram poluição, lixo tóxico, que ocasionam a falta de saúde da população em geral. A economia pode voltar-se para o incentivo à reciclagem, ao reflorestamento, dando oportunidade às empresas que estão inseridas no contexto do meio ambiente, gerando mais empregos. Os políticos deveriam apresentar projetos de preservação do meio ambiente visando a melhoria da qualidade de vida.
Muitas pessoas veem com maus olhos os movimentos de ecologistas e ambientalistas e dizem-se cansadas de ouvirem os discursos por eles proferidos, considerando-os baderneiros, críticos repetitivos ou escandalosos, porém, frente a tantos desastres ambientais ocorridos nas últimas décadas, e à falta de conscientização, é chegada a hora de refletir e valorizar o árduo trabalho destes “guerreiros ambientais”. Eles estão aí , em toda parte, para alertarem a população de que se não houver uma mudança de postura frente aos costumes desenvolvidos pela vida moderna, em pouco tempo ocorrerá um colapso ambiental. Uma nova consciência Estamos vivendo uma época de grandes transformações: sociais, econômicas, políticas, ambientais, etc. Estas mudanças que estão acontecendo nem sempre são positivas, como quando o pobre fica cada vez mais pobre, o político fica cada vez mais corrupto, a economia mais decadente com o desemprego e com a falta de recursos para atender as necessidades da população, e o meio ambiente cada vez mais poluído e devastado. Desta forma, cai a qualidade de vida urbana e ocorre um descaso muito grande com o meio ambiente, tornando-o cada vez mais danificado. Encarar de frente os problemas ambientais é essencial pois é dele que depende a qualidade de vida da população. É preciso que as pessoas conscientizem-se de preservar o meio ambiente pois isto sim trará inúmeras melhorias em nossa qualidade de vida. A sociedade pode unir-se e exigir dos órgãos governamentais uma fiscalização das empresas que geram poluição, lixo tóxico, que ocasionam a falta de saúde da população em geral. A economia pode voltar-se para o incentivo à reciclagem, ao reflorestamento, dando oportunidade às empresas que estão inseridas no contexto do meio ambiente, gerando mais empregos. Os políticos deveriam apresentar projetos de preservação do meio ambiente visando a melhoria da qualidade de vida.Se hoje não tivermos uma postura e uma consciência ambiental, reparando os danos causados ao meio ambiente e evitando novos desastres ecológicos, a continuidade e a qualidade de vida estará comprometida. Este sim, seria o maior erro que a humanidade poderia cometer contra ela própria. Benefícios da Reciclagem A reciclagem possibilita a reutilização de materiais descartáveis tais como produtos velhos, danificados e/ou desgastados, que seriam destinados ao lixo, diminuindo assim o impacto que seria causado sobre o meio ambiente se estes materiais fossem destinados ao lixo. Entre os benefícios da reciclagem destacam-se: A preservação do meio ambiente.    Menos consumo de recursos naturais escassos.     Ouso de menos espaço nos aterros sanitários.     Grande economia de energia elétrica.     Geração de um grande número de empregos. Na reciclagem de latas de alumínio destaca-se a redução da extração de bauxita e a economia de energia elétrica, que chega a 95% no processo produtivo. Em 2002, a reciclagem de latas de alumínio proporcionou a economia de cerca de 1.700 GWh/ano, o que corresponde a 0,5% de toda a energia gerada no país. Esse total seria suficiente para atender a demanda de uma cidade de um milhão de habitantes. Para reciclar 1Kg de alumínio gasta-se 20 vezes menos energia elétrica que para produzir a mesma quantidade a partir do minério (bauxita). A decomposição do alumínio nos depósitos de lixo demora mais de 100


Se hoje não tivermos uma postura e uma consciência ambiental, reparando os danos causados ao meio ambiente e evitando novos desastres ecológicos, a continuidade e a qualidade de vida estará comprometida. Este sim, seria o maior erro que a humanidade poderia cometer contra ela própria.
Benefícios da Reciclagem
A reciclagem possibilita a reutilização de materiais descartáveis tais como produtos velhos, danificados e/ou desgastados, que seriam destinados ao lixo, diminuindo assim o impacto que seria causado sobre o meio ambiente se estes materiais fossem destinados ao lixo.
Entre os benefícios da reciclagem destacam-se:
  • A preservação do meio ambiente.

 

  • Menos consumo de recursos naturais escassos.

 

  •  Ouso de menos espaço nos aterros sanitários.

 

  •  Grande economia de energia elétrica.

 

  •  Geração de um grande número de empregos.
Na reciclagem de latas de alumínio destaca-se a redução da extração de bauxita e a economia de energia elétrica, que chega a 95% no processo produtivo.
Em 2002, a reciclagem de latas de alumínio proporcionou a economia de cerca de 1.700 GWh/ano, o que corresponde a 0,5% de toda a energia gerada no país.
Esse total seria suficiente para atender a demanda de uma cidade de um milhão de habitantes.
Para reciclar 1Kg de alumínio gasta-se 20 vezes menos energia elétrica que para produzir a mesma quantidade a partir do minério (bauxita).
A decomposição do alumínio nos depósitos de lixo demora mais de 100 anos e contamina o meio ambiente.
Fonte:www.portalsaofrancisco.com.br