13 maio 2014

IMPACTOS DOS RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO NO AMBIENTE URBANO

IMPACTOS DOS RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO NO AMBIENTE URBANO


atividade da construção civil gera a parcela predominante da massa total dos resíduos sólidos urbanos produzidos nas cidades. Estudos realizados em diversas cidades têm apontado os seguintes números:
MUNICÍPIO

FONTE

GERAÇÃO DIÁRIA
em ton.
PARTICIPAÇÃO EM RELAÇÃO AOS
RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS

São Paulo

I&T - 2003

17.240

55%

Guarulhos

I&T - 2001

1.308

50%

Diadema

I&T - 2001

458

57%

Campinas

PMC - 1996
1.800

64%

Piracicaba

I&T - 2001

620

67%

São José dos Campos

I&T - 1995

733

67%

Ribeirão Preto
I&T - 1995

1.043
70%

Jundiaí

I&T - 1997

712

62%

São José do Rio Preto

I&T - 1997

687

58%

Santo André

I&T - 1997

1.013

54%


O consumo de materiais pela construção civil nas cidades é pulverizado. Cerca de 75% dos resíduosgerados pela construção nos municípios provêm de eventos informais (obras de construção, reformas e demolições, geralmente realizadas pelos próprios usuários dos imóveis). O poder público municipal deve exercer um papel fundamental para disciplinar o fluxo dos resíduos, utilizando instrumentos para regular especialmente a geração de resíduos provenientes dos eventos informais.
A falta de efetividade ou, em alguns casos, a inexistência de políticas públicas que disciplinam e ordenam os fluxos da destinação dos resíduos da construção civil nas cidades, associada ao descompromisso dos geradores no manejo e, principalmente, na destinação dos resíduos, provocam os seguintes impactos ambientais:
• degradação das áreas de manancial e de proteção permanente;

Proliferação de agentes transmissores de doenças (FOTO 1);


IMPACTOS DOS RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO NO AMBIENTE URBANO
Proliferação de agentes transmissores de doenças


Assoreamento de rios e córregos (FOTO 2);



IMPACTOS DOS RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO NO AMBIENTE URBANO
Assoreamento de rios e córregos


• obstrução dos sistemas de drenagem, tais como piscinões, galerias, sarjetas, etc.

ocupação de vias e logradouros públicos por resíduos, com prejuízo à circulação de pessoas e veículos, além da própria degradação da paisagem urbana (FOTO 3);


IMPACTOS DOS RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO NO AMBIENTE URBANO
ocupação de vias e logradouros públicos por resíduos


existência e acúmulo de resíduos que podem gerar risco por sua periculosidade.
Diante da situação caótica de disposição dos resíduos nas cidades, o poder público municipal atua,frequentemente, com medidas paliativas, realizando serviços de coleta e arcando com os custos do transporte e da disposição final. Tal prática não soluciona definitivamente o problema de limpeza urbana por não conseguir a remoção da totalidade dos resíduos. Ao contrário, incentiva a continuidade da disposição irregular nos locais atendidos pela limpeza pública da administração municipal.
Estudos realizados em alguns municípios apontam que os resíduos da construção formal têm uma participação entre 15% e 30% na massa dos resíduos da construção e demolição. Embora representem uma parcela menor em relação à construção informal, os resíduos provenientes da construção formal podem ser destinados da mesma maneira, ou seja, desordenadamente, causando impactos ambientais significativos e expondo a atividade da construção empresarial a riscos de autuações e penalidades decorrentes da responsabilização por crime ambiental (dispor resíduos sólidos em desacordo com a legislação é considerado crime ambiental) (FOTO 4).

IMPACTOS DOS RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO NO AMBIENTE URBANO
dispor resíduos sólidos em desacordo com a legislação é considerado crime ambiental

Portanto, as soluções para a gestão dos resíduos da construção e demolição nas cidades devem ser viabilizadas de um modo capaz de integrar a atuação dos seguintes agentes:
• órgão público municipal – responsável pelo controle e fiscalização sobre o transporte e destinação dos resíduos;
• geradores de resíduos – responsável pela observância dos padrões previstos na legislação específica no que se refere à disposição final dos resíduos, fazendo sua gestão interna e externa.
• transportadores – responsável pela destinação aos locais licenciados e apresentação do comprovante da destinação.
Fonte: Gestão Ambiental de Resíduos da Construção Civil A experiência do SindusCon-SP

12 maio 2014

A RESPONSABILIDADE CIVIL QUE A CONSTRUÇÃO CIVIL É OBRIGADA A TER PERANTE AO MEIO AMBIENTE

A RESPONSABILIDADE CIVIL QUE A CONSTRUÇÃO CIVIL É OBRIGADA A TER PERANTE AO MEIO AMBIENTE É A GESTÃO DOS ENTULHOS GERADOS


A RESPONSABILIDADE CIVIL QUE A CONSTRUÇÃO CIVIL É OBRIGADA A TER PERANTE AO MEIO AMBIENTE
A RESPONSABILIDADE CIVIL QUE A CONSTRUÇÃO CIVIL É OBRIGADA A TER PERANTE AO MEIO AMBIENTE
Na pagina https:/engenhafrank.blogspot.com.br você pode fazer os seus estudos para obter informações sobre a gestão dos entulhos como normas, resoluções, decretos, leis etc relacionados a gestão e reciclagem do entulho gerado pela construção civil A Construção Civil é reconhecida como uma das mais importantes atividades para o desenvolvimento eco econômico e social, e, por outro lado, comporta-se, ainda, como grande geradora de impactos ambientais, quer seja pelo consumo de recursos naturais, pela modificação da paisagem ou pela geração de resíduos.
O setor tem um grande desafio: como conciliar uma atividade produtiva desta magnitude com as condições que conduzam a um desenvolvimento sustentável consciente, menos agressivo ao meio ambiente? É uma pergunta, embora antiga, ainda sem respostas satisfatórias. Sem dúvida, por ser uma questão bastante complexa, requer grandes mudanças culturais e ampla conscientização.
O SindusCon-SP, Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo, assumiu o compromisso de enfrentar tal desafio. Ao constituir o COMASP - Comitê de Meio Ambiente, o SindusCon-SP fixou como diretriz tratar as questões ambientais de forma pró-ativa e abrangente, buscando soluções que permeiem toda a cadeia produtiva do setor. Para tanto, desenvolve pesquisas com universidades, promove seminários, participa de fóruns para discussão e elaboração de legislações e normas técnicas, promove cursos e programas de capacitação sobre temas relacionados ao desenvolvimento sustentável.
Em 2001, o SindusCon-SP realizou um primeiro seminário sobre a questão dos Resíduos da Construção e iniciou sua participação como representante da CBIC - Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil nas discussões do CONAMA - Conselho Nacional do Meio Ambiente que resultaram na aprovação da Resolução nº 307, em julho de 2002. Essa resolução estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a Gestão dos Resíduos da Construção Civil, criando responsabilidades para a cadeia gerador / transportador / receptor / municípios.
O SindusCon-SP participa pró-ativamente da elaboração de legislações e normatizações ambientais, buscando soluções adequadas nas esferas federal, estadual e municipais e agindo como agente facilitador para a implantação das soluções propostas.
Este Manual é um dos resultados do “Programa de Gestão Ambiental de Resíduos em Canteiros de Obras”
— iniciativa do SindusCon-SP que contou com a assessoria das empresas I&T – Informações e Técnicas e Obra Limpa Comércio e Serviços Ltda. e que, em caráter experimental, implantou uma metodologia para gestão de resíduos em canteiros de obras das seguintes construtoras: Barbara Engenharia e Construtora Ltda., BKO Engenharia e Comércio Ltda., Construtora Humaitá S.A., Cyrela Construtora Ltda., DP Engenharia e Empreendimentos Ltda., Fortenge Construções e Empreendimentos Ltda., InMax Tecnologia de Construção Ltda., Sinco Sociedade Incorporadora e Construtora Ltda., Souen & Nahas Construtora e Incorporadora Ltda., Tecnisa Engenharia e Comércio Ltda e Tecnum & Corporate Empreendimentos Imobiliários Ltda.
A implantação dessa metodologia foi iniciada pelo grupo-piloto de construtoras em janeiro de 2003 e concluída em agosto de 2004.
A exemplo dos Sistemas de Gestão da Qualidade aplicados por grande parte das construtoras, o Programa de Gestão Ambiental de Resíduos em Canteiro de Obras é um método que parte igualmente do desenvolvimento de um planejamento — fundamental na concepção do programa e suas respectivas diretrizes (reuniões iniciais, cronogramas de atividades e provisionamento de recursos). Do planejamento, o passo seguinte é a tomada de ações práticas — a implantação, concentrando o foco na informação, no treinamento e na capacitação das pessoas envolvidas. Faz-se, então, o acompanhamento da evolução do processo por meio de relatórios ou check-lists. Finalmente, as avaliações efetuadas redirecionam a tomada de ações corretivas e retroalimentam o sistema de gestão.
As construtoras participantes do grupo-piloto conseguiram no experimento facilmente incorporar aos procedimentos operacionais os novos conceitos ambientais da metodologia — como buscar a redução de desperdícios, eliminando-os quando possível, promover a segregação dos materiais para reutilização no próprio canteiro, encaminhar os resíduos para reciclagem ou dar destinação compromissada para as áreas licenciadas com a utilização de transportadores (caçambeiros) credenciados.
Para um projeto experimental, o Programa de Gestão Ambiental de Resíduos em Canteiros de Obras apresentou resultados surpreendentes em pesquisa que uma empresa especializada independente aplicou nas construtoras participantes do grupo-piloto, abordando um universo amplo de pessoas envolvidas. A pesquisa constatou no grupo entrevistado um alto grau de sensibilização, conscientização e interesse pelo assunto. Percebeu-se uma expressiva redução de resíduos gerados, embora a quantificação nos canteiros não estivesse ainda sistematizada.
Concluiu-se, enfim, que a implantação do programa proporcionou uma interessante redução dos custos operacionais das obras, ao contrário do que alguns previam.
Cabe mencionar que, ao implantar esse tipo de programa, as construtoras podem incorporar estes outros benefícios: atendimento aos requisitos legais e dos programas de certificação; melhora nas condições de limpeza do canteiro, contribuindo para maior organização da obra, diminuição dos acidentes de trabalho, redução do consumo de recursos naturais e a conseqüente redução de resíduos. Além disso, a empresa inicia uma conscientização ambiental que pode se refletir na promoção de outras ações que visem ao desenvolvimento sustentável. Tais ações, incluídas na gestão estratégica de negócios, melhoram a imagem da empresa e contribuem para sua valoração econômica.
Paralelamente ao desenvolvimento da metodologia nos canteiros de obras do grupo de 11 construtoras, o COMASP tem promovido ações com órgãos municipais e estaduais, entidades e associações de classe, fabricantes e aplicadores de materiais com o objetivo de buscar soluções ambientais para os resíduos, envolvendo os aspectos da correta destinação, reuso e reciclagem. Essas discussões têm demonstrado que para alguns resíduos — como os provenientes dos serviços de pintura, impermeabilização e gesso, entre outros — as soluções só podem ser viabilizadas se todos os agentes participantes estiverem envolvidos e assumirem suas parcelas de responsabilidade.
Todo o esforço do COMASP faz parte de um projeto maior do SindusCon-SP, que acredita nesse tipo de iniciativa e aposta que o Programa terá um efeito multiplicador, valorizando a construção formal em detrimento da construção informal. Isso levará todo o setor a estar reduzindo significativamente os impactos ambientais de suas atividades, contribuindo de forma importante para seu desenvolvimento sustentável.
Fonte:Gestão Ambiental de Resíduos da Construção Civil / A experiência do SindusCon-SP

10 maio 2014

RESERVA LEGAL AMBIENTAL

Reserva legal



Reserva legal Ambiental
Reserva legal Ambiental


A Gerência de Gestão da Reserva Legal fomenta, monitora e apoia os projetos e ações destinados à conservação, proteção, gestão e averbação de Reserva Legal, visando à manutenção do equilíbrio da biodiversidade no Estado.

Reserva Legal é a área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural, ressalvada a de preservação permanente (APP), representativa do ambiente natural da região e necessária ao uso sustentável dos recursos naturais, à conservação e reabilitação dos processos ecológicos, à conservação da biodiversidade e ao abrigo e proteção da fauna e flora nativas. Deve ser equivalente a, no mínimo, 20% (vinte por cento) da área total da propriedade e sua implantação deve compatibilizar a conservação dos recursos naturais e o uso econômico da propriedade. (Lei Estadual 14.309/2002).

O primeiro conceito de Reserva Legal foi criado no Brasil em 1934 com o primeiro Código Florestal e atualmente a Reserva Legal é regulamentada pela Lei Federal nº 12.651/2012 (Novo Código Florestal) e, em Minas Gerais, é regulamentada pela Lei Estadual 14.309/2002, pelo Decreto 43.710/2004 e mais recentemente pela Lei 18.365/2009. 

A instituição e a conservação da Reserva Legal são exigências da legislação para toda e qualquer propriedade ou posse rural, devendo ser conservada pelo proprietário do imóvel rural, possuidor ou ocupante a qualquer titulo, pessoa física ou jurídica de direito público ou privado, com vegetação nativa. Desta maneira a aprovação dos processos de licenciamento, intervenção ambiental, outorga de água, crédito rural e transmissão de títulos de propriedades estão condicionados à regularização junto a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD).

A Reserva Legal tem seu uso restrito, sendo vedados os cortes rasos, a alteração do uso do solo e a exploração com fins comerciais, no entanto ela pode ser utilizada de forma manejada e sustentável para uso na propriedade ou fins comerciais de acordo com as especificações e autorização da SEMAD (http://www.meioambiente.mg.gov.br/servicos-semad/1675). 

É vedada a alteração de sua destinação nos casos de transmissão. No desmembramento dapropriedade rural a Reserva Legal deve ser fracionada na forma e na proporção da área total. (Lei Federal 12.651/2012 e Lei Estadual 14.309/2002).

A instituição e conservação da Reserva Legal são importantes para assegurar a preservação da biodiversidade e dos recursos naturais, riquezas imprescindíveis para o desenvolvimento econômico, social e ambiental sustentável da propriedade rural. Além de estar cumprindo a exigência legal, a propriedade regularizada estará contribuindo para a qualidade de vida das gerações presentes e futuras.

Fonte:http://www.ief.mg.gov.br/florestas/reserva-legal

09 maio 2014

CONSTRUÇÃO CIVIL E MEIO AMBIENTE E A FALTA DE PRATICA PARA A RECICLAGEM DE ENTULHOS

Quase todo o entulho da Construção Civil pode ser reciclado ou reutilizado trazendo vantagens para todos.

Mas a onde buscar o suporte na sua cidade para que isto aconteça, e quem luta pela causa e tem o conhecimento da importância é procurado e valorizado como deveria.............

DESCRIÇÃO - VIDEO  E IMAGEM,
CONSTRUÇÃO CIVIL E MEIO AMBIENTE
A FALTA DE PRATICA PARA QUEM SEGUE O CAMPO DE RECICLAGEM DOS ENTULHOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL UMA REALIDADE ATUAL
PAGAR PARA VER AS TEORIAS NA PRATICA ESTÁ E UMA DAS REALIDADES QUE ESTUDANTES QUE SEGUEM O CAMPO DA RECICLAGEM DE ENTULHOS REM QUE VIVER
O correto de um curso superior é deixar o aluno no ultimo ano de seu curso praticando o que estudou para sair fazendo para a sociedade mas quem segue o campo da reciclagem de entulhos tem que pagar para ver as teorias na pratica como algo que tive que fazer....e continuar a pagando para estudar teorias sem vê - las na pratica por falta de lugares que tem faculdade de engenharia civil mas não tem área que pratica este campo só tem teorias para arrancar dinheiro e tempo....REALIDADE VIVIDA E VIVENDO.....

A FALTA DE USINAS DE RECICLAGEM DE ENTULHO E OS ENDEREÇOS DO SINDUSCON - MG

Construção ainda utiliza pouco usinas de reciclagem

As três Usinas de Reciclagem de Entulho da Construção Civil de Belo Horizonte operam beirando a ociosidade, já que a grande maioria das construtoras não participa de programas para destinação inteligente dos resíduos do setor. A informação é do diretor operacional da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), Edmundo Martins, que ressaltou a capacidade de produção total das três unidades de mil toneladas por dia. A última usina foi inaugurada no ano passado e recebeu investimentos da ordem de R$ 1,3 milhão, com recursos da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As outras operam há cerca de dez anos.

Construção ainda utiliza pouco usinas de reciclagem
Construção ainda utiliza pouco usinas de reciclagem

"A destinação da produção das usinas geralmente é usada para suprir a demanda  por constituição de bases e sub-bases de rodovias e ruas", disse Martins. A Capital é considerada referência no país neste tipo de atividade de reaproveitamento de resíduos da construção civil, segundo ele. Uma das unidades está localizada no bairro Estoril (região Oeste), sendo que a outra fica na região da Pampulha e a mais nova na BR-040, na saída para Brasília (DF).

A produção de três tipos de brita com os resíduos é vendida por preços que correspondem até um terço do preço de britas "novas", conforme Martins. "Estes produtos reciclados podem ser utilizados em obras de pequeno porte e estão em fase de estudos para outras aplicações. A PBH é a maior consumidora das britas produzidas nas usinas", disse. As empresas também compram muito, já que o custo com o frete das britas vindas de jazidas, que estão cada vez mais distantes das áreas urbanas, encarece a cada dia, de acordo com o diretor operacional.

Conforme o vice-presidente da Área de Materiais, Tecnologia e Meio Ambiente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Geraldo Jardins Linhares Júnior, a entidade possui cerca de mil empresas sindicalizadas. Dessas, 269 são associadas, das quais aproximadamente 170 possuem certificações que as caracterizam como empresas que passaram a procurar destinações inteligentes para os resíduos.



Montadoras - "Há cerca de 20 anos, falava-se que de cada três prédios construídos, um era desperdiçado. Hoje, esse tipo de perda não ocorre mais, sendo que os níveis de desperdício atuais variam entre 8% e 10%", ressaltou Linhares Júnior. Conforme ele, até 2010 a indústria da construção mineira trabalhará com um mínimo de perdas nas obras. A cadeia produtiva evoluiu e as construtoras de hoje trabalham como "montadoras" de empreendimentos, já que recebem todo o material pronto, de acordo com ele.

O Sinduscon-MG promoverá hoje e amanhã o 1º Encontro Nacional de Gestão de Resíduos da Construção, conforme Linhares Júnior. "O evento tratará da Resolução 307/2002, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que tornou obrigatória no país a implantação de Planos Integrados de Gerenciamento dos Resíduos da Construção Civil", afirmou. O encontro espera apresentar a evolução da aplicação da resolução e buscar mais empresas para adequação ao sistema de gestão de resíduos.
   Fonte:http://diariodocomercio.com.br/noticia.php?tit=construcao_ainda_utiliza_pouco_usinas_de_reciclagem___&id=121158 materia publicada em 23/08/2007MARX FERNANDES
Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais


Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais
Presidente: Luiz Fernando Pires
Endereço: Rua Marília de Dirceu, 226 - 3º e 4º andares - Lourdes - CEP 30170-090 - Belo Horizonte - MG
Telefone: (31) 3253-2666
E-mail: sinduscon@sinduscon-mg.org.br
Website: www.sinduscon-mg.org.br

Governador Valadares

Sindicato da Indústria da Construção Civil de Governador Valadares
Presidente: Adair Pereira Barbosa
Endereço: Av. Brasil, 4.000 - Centro - Galeria Del Rey - Governador Valadares - MG - CEP 35.030-070
Telefone: (33) 3225-7275
E-mail: sinduscongv@fiemg.com.br
Website: www.fiemg.org.br/sinduscongv

Juiz de Fora

Sindicato da Indústria da Construção Civil de Juiz de Fora
Presidente: Leomar Pereira Delgado
Endereço: Av. Garcia Rodrigues Paes, 12.395 - Industrial - 36081-500 - Juiz de Fora - MG
Telefone: (32) 3221-5125
E-mail: sindusconjf@fiemg.com.br
Website: www.sindusconjf.com.br

Patos de Minas

Sindicato da Indústria da Construção Civil de Patos de Minas
Presidente: João Batista Nunes Nogueira
Endereço: Rua Olegário Maciel, 12 (DRDI-AP) - Centro
Telefone: (34) 3823-3355
E-mail: sinduscon@sindusconpm.com.br
Website: www.sindusconpm.com.br 

Poços de Caldas

Sindicato da Indústria da Construção Civil de Poços de Caldas
Presidente: Rodrigo Costa Batista
Endereço: Av. João Pinheiro, 568 - Centro - CEP 37701-386 - Poços de Caldas - MG
Telefone: (35) 3722.1821
E-mail: sinduscon-pocos@uol.com.br

Uberaba

Sindicato da Indústria da Construção Civil de Uberaba
Presidente: Nagib Galdino Facury
Endereço: Praça Frei Eugênio, 365 - São Benedito - 38010-280 - Uberaba - MG
Telefone: (34) 3312-2567
E-mail: sinduscon.uberaba@cigra.com.br
Website: www.sindusconuberaba.com.br

Divinópolis

Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Centro Oeste de Minas
Presidente: Sérgio Ricardo Reis Barnabé
Endereço: Av. Antônio Olímpio de Morais, 545 - 14º andar / sala 1413 - Centro – 35500-005 – Divinópolis – MG
Telefone: (37) 3221-4340
E-mail: sinduscon-co@fiemg.com.br

Montes Claros

Sindicato da Indústria da Construção Civil do Norte de Minas
Presidente: Leonardo Vasconcelos
Endereço: Av. Dep. Esteves Rodrigues, 1.489 - Vila Brasília (Fiemg) - Cep: 39400-215 – Montes Claros – MG
Telefone: (38) 3221-0200
E-mail: sindusconnorte@uai.com.br

Araxá

Sindicato da Indústria da Construção Civil do Planalto de Araxá
Presidente: Uriel Ribeiro de Resende
Endereço: Rua Presidente Olegário Maciel, 1.363 - loja 2 - Centro - Cep: 38183-186 – Araxá – MG
Telefone: (34) 3661-5110
E-mail: sindicato-pla@ig.com.br

Ponte Nova

Sindicato da Indústria da Construção Civil do Vale do Piranga (Sinduscon-VP)
Presidente: Nelson José Gomes Barbosa
Endereço: Av. Cristiano de Freitas Castro, 930 - Triângulo - 35430-037 - Ponte Nova - MG
Telefone: (31) 3817-3326
E-mail: sindusconvp@neuronium.com.br

Barbacena

Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Construção e do Mobiliário de Barbacena
Presidente: Hamilton José Viol
Endereço: Rua Maria Ortiz, 43 - Campo - Cep: 36200-488 - Barbacena - MG
Telefone: (32) 3331-5820
E-mail: heo-eng@barbacena.com.br

Varginha

Sindicato Intermunicipal das Indústrias da Construção Civil da Região dosLagos Sul Mineiros (Sinduscon Lagos)
Presidente: Dr. Sebastião Rogério Teixeira
Endereço: Av. Manoel Diniz, 165 - Industrial JK - Cep: 37062-480 - Varginha - MG
Telefone: (35) 3222-8166
E-mail: sinduscon@netvga.com.br

Pouso Alegre

Sindicato Intermunicipal das Indústrias da Construção Civil do Sul de Minas (Sindiconsul)
Presidente: Sebastião Foch Kersul
Endereço: Rua Coronel Herculano Cobra, 152 - Centro - Cep: 37550-000 - Pouso Alegre - MG
Telefone: (35) 3422-1634 ou (35) 3421-9655
E-mail: sindusconsul@yahoo.com.br

Uberlândia

Sindicato da Indústria da Construção Civil do Triângulo Mineiro e Alto do Paranaíba (Sinduscon-TAP)
Presidente: Paulo Roberto Achcar Resende Ribeiro
Endereço: Av. Governador Rondon Pacheco, 2.100 - Vigilato Pereira - Cep: 38408-343 - Uberlândia - MG
Telefone: (34) 3236-3163
E-mail: gerencia.sinduscon@triang.com.br
Website: www.sinduscontap.com.br
Fonte:http://www.sindusconpm.com.br/home/sindusconmg.php

08 maio 2014

CONCLUSÕES SOBRE A FALTA DE GESTÃO E MONITORAMENTO DOS ENTULHOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL

CONCLUSÕES SOBRE A FALTA DE GESTÃO E MONITORAMENTO DOS ENTULHOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL

continuando as 4 ultimas postagens sobre o monitoramento dos entulhos da construção civil em vitória Espirito santo podemos ter uma visão geral do que acontece na maioria dos municípios Brasileiros que é a Falta de Gestão e monitoramento dos entulhos da construção Civil, que gera mais de 52% dos Resíduos Sólidos em um Município As mudanças na construção civil no Espírito Santo foram relevantes no que se refere ao processo de Transformação, através do qual, o estado alcançou um novo patamar de complexidade, diversidade e integração nacional e internacional.

Os complexos industriais começaram a ser implantados nos anos de 1970 sendo um marco da história econômica do estado. Nesta época, foram realizados vultosos investimentos que vieram resultar na implantação dos grandes projetos industriais e todo um complexo infraestrutural de apoio. Nesse período, a economia cresceu a taxas maiores que a média nacional, demonstrando acerto da estratégia adotada, aproveitando o seu potencial de desenvolvimento. 
Atualmente, percebe-se uma nova economia que se desenvolve sem desgarrar-se do seu passado, porém incorporando novos valores e novas frentes de expansão. Essa nova revolução, que tem ocorrido no estado, se expressa no setor da construção civil. 


CONCLUSÕES SOBRE A FALTA DE GESTÃO E MONITORAMENTO DOS ENTULHOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
CONCLUSÕES SOBRE A FALTA DE GESTÃO E MONITORAMENTO DOS ENTULHOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL

Na foto posso demonstrar somente a fachada de uma maquete eletrônica que fiz para a conclusão do meu curso de Engenharia que nunca me deu acesso a nenhuma Central ou Usina de Reciclagem de entulhos ficando todo conhecimento somente em teorias e estudos de Leis, não consegui acesso nem pelo Governo nem pelo Crea que tenho a obrigação de pagar todo ano taxas para continuar cadastrado...a unica forma de não mudar o rumo foi mantendo a ideia de trazer e demostrar o tanto que é importante o monitoramento dos entulhos da construção civil em uma cidade principalmente nas que oferecem cursos de Engenharia ,Gestão, Assistência Social e outros....podendo todos ter mais conhecimento e evolução na pratica em vez de viver só na teoria podendo assim também ter honra pelo que fez e não desgosto.   

O estudo mostra a necessidade da adoção de uma metodologia para a gestão dos resíduos de construção e demolição nos municípios de Brasileiros, em função de sua expressiva presença no municípios que vem prejudicando a qualidade de vida e o desenvolvimento da cidade. Isso ocorre devido à falta de um plano de gerenciamento de resíduos, em que possa indicar estratégias para a redução e de como proporcionar um destino final aos resíduos produzidos. Outro fator relevante é devido o município não possuir controle sobre a quantidade, o tipo, e o que vem sendo feito com os resíduos gerados na cidade, bem como a falta de monitoramento e conhecimento sobre as áreas de deposição imprópria, além de utilizarem estes materiais como base em aterramento, sem dar uma solução adequada ao problema. 



CONCLUSÕES SOBRE A FALTA DE GESTÃO E MONITORAMENTO DOS ENTULHOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
bota-fora dentro de uma cidade em via publica
Como existem os marcos regulatórios, a saber: a Lei nº 12.305/10 que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; a Resolução CONAMA nº 307/02 que foi alterada pela Resolução nº 448 que estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para gestão dos resíduos da construção civil; as Lei Estaduais de cada Estado Brasileiro que institui a Política Estadual de Resíduos Sólidos e dá outras providências correlatas e as Leis Estaduias  que dispõe sobre a Política Estadual de Reciclagem de Materiais, o que falta aos municípios Brasileiros é implementar estratégias de ação, contidas no Plano Municipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. 
Algumas ações já foram realizadas por alguns Estados como podemos citar: a criação do Comitê Gestor de Resíduos Sólidos , o Que podemos ver através da pesquisa anexada a este tema sobre o Projeto Espírito Santo sem Lixão que tem como objetivo principal a implantação de sistemas regionais para a destinação final dos resíduos sólidos urbanos contribuindo assim para a erradicação dos lixões existentes no Estado e a publicação da Política Estadual de Resíduos Sólidos (Lei nº 9.261/2009). O que falta é o Estado elaborar a Política Estadual de Resíduos Sólidos com os fundamentos, objetivos, diretrizes e instrumentos para uma gestão integrada, compartilhada e participativa de toda a sociedade, tendo como foco a redução, o reaproveitamento e o gerenciamento adequado dos resíduos, que pode ser seguida por todos municípios Brasileiros. 
A metodologia proposta visa um conjunto integrado da gestão dos resíduos da construção civil a fim de criar regulamentações que consolide as novas responsabilidades e posturas dos agentes envolvidos, identificando os papéis por eles desempenhados e sua articulação; a integração dos aspectos ambientais, sociais, institucionais e políticos para assegurar a sustentabilidade; participação da sociedade; o papel dos grandes geradores, poder público, poder privado para que haja um monitoramento eficaz. 


CONCLUSÕES SOBRE A FALTA DE GESTÃO E MONITORAMENTO DOS ENTULHOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
CONCLUSÕES SOBRE A FALTA DE GESTÃO E MONITORAMENTO DOS ENTULHOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL

Uma das Coisa que falta na Engenharia Civil é por em Pratica o que é ensinado no curso como a Educação Ambiental, podendo assim dar sustentabilidade as profissionais da área e mais saúde para os municípios

Para os problemas detectados pela má disposição dos resíduos, a proposta foi implantação de uma Usina de Triagem e Reciclagem filiada junto ao Sinduscon como forma de valorização desses resíduos além de permitir um ciclo fechado para os materiais utilizados na construção civil. A reciclagem dos RCD irá resultar em um produto de desempenho adequado, além de ser uma forma de contribuição para a redução do impacto ambiental. 
 A gestão ambiental dos resíduos, juntamente com o conceito de sustentabilidade na construção civil, deve ser encarada como ferramenta que auxilia no processo produtivo e de melhoria contínua, com o objetivo racionalizar os resíduos sólidos, bem como propiciar ganhos reais em todos os processos. 
O crescimento vertiginoso que o Estado enfrenta faz com que o município se torne cada vez mais atraente para as populações que alimentam o crescimento urbano. É estratégico que o setor da construção civil contribua para o desenvolvimento de uma cidade sustentável dispondo de um instrumento de gestão de resíduos da construção civil proporcionando ao cidadão uma melhoria na qualidade de vida através de ações concretas que envolvam os critérios econômicos, sociais, buscando-se a preservação do meio ambiente através da conservação dos recursos hídricos e de um maior controle das áreas públicas. 
Recomenda-se que o município adote Sistema Integrado de Gestão para os Resíduos da Construção Civil, a elaboração do Plano Municipal de Resíduos Sólidos conforme previsto na PNRS, além do monitoramento como regra para construção civil desenvolvendo um trabalho de educação ambiental no segmento e criando instrumentos para que haja um manejo adequado dos resíduos visando um projeto sustentável, tanto do ponto de vista econômico-financeiro, quanto em relação ao meio ambiente. 
Parte deste testo veio da Fonte: http://www.creaes.org.br/img/artigo_rdc.pdf

07 maio 2014

A IMPORTÂNCIA DE UMA USINA DE TRIAGEM E RECICLAGEM EM UMA CIDADE PARA O MONITORAMENTO

Dando continuidade as quatro ultimas postagens sobre a gestão e monitoramento dos entulhos da construção civil sigo enfrente com a importância que uma Usina de Triagem e Reciclagem de entulhos pode ter para um município, seguindo dados de Vitoria no Espirito Santo. 

A importancia da Usina de triagem e reciclagem como instrumento de monitoramento
A importância da Usina de triagem e reciclagem

A Usina de triagem e reciclagem 

A Usina de Triagem e Reciclagem será filiada ao sindicato patronal servindo como estratégia de gestão no processo de reciclagem de RCDs. O processo usado na fábrica recolhe resíduos do tipo A, que inclui a caliça das obras de construção (restos de material cerâmico, concreto, argamassa) e tritura, transformando os materiais em areia, brita, pedrisco e rachão, ou seja, entra como resíduos e saí como matéria prima. Esses insumos serão comercializados e tendo uma nova utilização na construção civil com o preço mais acessível que os produtos não reciclados, minimizando os custos de uma obra e evitando a extração de materiais no meio ambiente.
Grande parte destes materiais, quando separados, pode ser transformada em matéria-prima de excelente qualidade, respeitando suas características físico-químicas. Os agregados reciclados podem ser utilizados na regularização de níveis, substituição progressiva dos agregados naturais utilizados na fabricação de concreto, argamassa e artefatos de concreto (piso, vasos, blocos de alvenaria, tubos de drenagem, entre outros).
Esses resíduos têm um elevado potencial, podendo ser utilizados em aterramentos e reconstituição de terreno; execução de estacas ou sapatas para muro de pequenas cargas; lastro e contrapiso em áreas comuns externas e passeios públicos; sistema de drenagem em estacionamentos, poços de elevadores e floreiras; assentamento de blocos e lajotas e enchimento em geral: alvenarias, lajes desniveladas e escadarias.
A reciclagem favorece o reaproveitamento dos resíduos atribuindo-lhes valor a partir de sua transformação, promovendo assim o aumento da vida útil dos aterros, a preservação dos recursos naturais e da qualidade de vida urbana, ou seja, gerando lucro e não destruindo o meio ambiente.

A importância da Usina de triagem e reciclagem
A importância da Usina de triagem e reciclagem

Podem ser encaminhados para a usina os seguintes resíduos: fragmentos de alvenaria de componentes cerâmicos, de blocos de concreto, de concreto armado ou não, sem fôrmas; fragmentos de lajes e de pisos; argamassas de cal, de cimento ou mistas, de assentamento ou revestimento; componentes de concreto ou cerâmico: blocos, tijolos, telhas, tubos, briquetes, lajotas para laje; fragmentos de pedra britada e de areia naturais, sem presença significativa de terra ou outros materiais.
A usina contempla as seguintes instalações: recepção e análise visual dos resíduos recebidos; disposição em áreas para triagem; triagem e retirada de contaminantes dos resíduos; manejo, estocagem e expedição de rejeitos; processamento dos resíduos (pré-classificação, britagem, peneiração, rebritagem e transporte); retirada de contaminantes após a britagem (impurezas metálicas ferrosas e outras); pilhas de agregado reciclado na forma de “brita corrida”; pilhas de agregados reciclados peneirados; estocagem de agregado reciclado e a expedição.
Os resíduos serão transportados até o pátio de recebimento da usina e armazenados em pilhas com características semelhantes. Em seguida ocorre a triagem que promove a separação de outros materiais recicláveis (lembrando que esses resíduos deverão chegar à usina, já separados corretamente da fonte, pois a empresa geradora poderá ser autuada) sendo estes encaminhados para uma área especifica da usina. Os resíduos que não forem de classe A serão separados e encaminhados para a destinação correta.
Os equipamentos utilizados nas usinas de reciclagem são semelhantes aos utilizados pelas empresas mineradoras, como correias transportadoras, eletroímãs, britadores de impacto, conjunto de peneiras e classificadores de granulometria. Após a reciclagem desses resíduos ele é estocado e retornando ao mercado como insumos para as empresas de construção civil. Isso irá contribuir significativamente para redução dos impactos causados por esses resíduos no município de Vitória, trazendo benefícios sociais, ambientais econômicos além de viabilizar o retorno de materiais, por meio dos canais reversos de distribuição agregando valor ao produto. 
O presente trabalho mostra que o manejo adequado do RCD requer um programa de informação, mobilização social, controle e fiscalização e uma mudança da postura existente no município. O descumprimento de cada regra acarretará penalidades que permitirão o disciplinamento desses diversos agentes. 
Entre as principais ações implementadas nesse programa estão: o monitoramento dos riscos e impactos ambientais resultantes da implantação do plano; fiscalizar a adequação de todos os agentes geradores e coletores às normas do novo sistema de gestão, inclusive seu cadastro junto ao órgão fiscalizador; fiscalizar a ação dos geradores, inclusive quanto ao correto uso dos equipamentos de coleta, de forma que eles não repassem aos coletores as responsabilidades que não lhes competem; fiscalizar a existência e cumprimento dos Programas de Gerenciamento de Resíduos dentro dos canteiros de obra; acabar com a operação de bota foras e o surgimento de outras áreas para a deposição de RCD não licenciadas e incompatíveis com o novo sistema de gestão; estabelecer instrumentos de registro sistemático das ações de fiscalização e controle empreendidas de maneira a tornar possível a avaliação periódica da sua eficácia e aperfeiçoamento; controlar estatisticamente, ou seja, da geração e da destinação final adequada dos RCD no sentido de se averiguar a gestão dos resíduos no município de Vitória. 
O construtor antes de iniciar a obra deverá fazer um levantamento da quantidade e tipo de resíduo gerado. Os quantitativos devem ser encaminhados ao órgão gestor de meio ambiente, SEMMAM, pelo Sinduscon, por meio de formulário. Durante a execução da obra o órgão gestor de meio ambiente e o Sinduscon fiscalizam se os procedimentos estão conforme o estabelecido no programa de gerenciamento de resíduos. 
No final da obra, o construtor deverá prestar conta dos resíduos gerados através de um relatório que contenha informações sobre a quantidade prevista e a quantidade gerada, como também a empresa responsável pelo transporte e o local da destinação final. 
Fonte: http://www.creaes.org.br/img/artigo_rdc.pdf