22 abril 2026

MPMG DECLAROU DIA 16 DE ABRIL O FIM DA COLLABS BASEADO EM FATOS CONCRETOS

 

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) recomendou, em 16 de abril de 2026, o fim do uso de "collabs" (colaborações) no Instagram entre perfis institucionais (prefeituras, câmaras, secretarias) e perfis pessoais de gestores públicos.

A prática é vista como promoção pessoal com recursos públicos o uso da máquina pública, violando o Princípio da Impessoalidade (Art. 37 da Constituição Federal) e configurando possível desvio de finalidade e improbidade administrativa.

 A prática DA COLLABS mistura publicidade institucional (paga com dinheiro público e uso da maquina publica) com a promoção pessoal do agente político, ferindo o Princípio da Impessoalidade da Constituição Federal.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) recomendou, em 16 de abril de 2026, o fim do uso de "collabs" (colaborações) no Instagram entre perfis institucionais (prefeituras, câmaras, secretarias) e perfis pessoais de gestores públicos.  A prática é vista como promoção pessoal com recursos públicos o uso da máquina pública, violando o Princípio da Impessoalidade (Art. 37 da Constituição Federal) e configurando possível desvio de finalidade e improbidade administrativa.   A prática DA COLLABS mistura publicidade institucional (paga com dinheiro público e uso da maquina publica) com a promoção pessoal do agente político, ferindo o Princípio da Impessoalidade da Constituição Federal.


Determinações:


Suspensão imediata de novas collabs.


Exclusão de collabs antigas em até 10 dias.


O descumprimento pode configurar desvio de finalidade e improbidade administrativa


O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) tem atuado ativamente para coibir a autopromoção de gestores públicos (prefeitos, secretários, etc.) nas redes sociais, prática que utiliza a máquina pública para destacar a imagem pessoal, em violação ao Princípio da Impessoalidade previsto na Constituição Federal.

Principais pontos de cobrança e recomendações do MPMG:

Fim das "Collabs" (Colaborações): O MPMG tem recomendado que gestores suspendam publicações conjuntas ("collab") no Instagram entre perfis oficiais da Prefeitura/Secretarias e contas pessoais de gestores.

Vedação de Autopromoção: A publicidade oficial deve ser estritamente informativa, educativa ou de orientação social, sem destacar a imagem, voz ou nome do gestor, evitando frases de exaltação que liguem obras públicas a uma figura individual.

Uso de Servidores para Fins Privados: Apurações do MPMG indicaram casos onde funcionários terceirizados ou comissionados, pagos pela prefeitura, produziam vídeos para as redes sociais pessoais do prefeito, o que foi configurado como uso indevido de recursos públicos.

Consequências: A continuidade da autopromoção pode resultar em ações de improbidade administrativa, multas civis e obrigação de remover os conteúdos dos perfis pessoais.

Casos Concretos (Passos e Rio Casca):

Em Passos MG, um acordo firmado após investigação do MPMG previu multa de R$ 46 mil e remoção de conteúdo autopromocional das redes sociais privadas do prefeito Diego Oliveira que deixou cargo de Prefeito para se Candidatar a Deputado Estadual já tendo uma ligação com um Deputado Estadual que ira se candidatar a deputado Federal os dois se apresentaram bastante em redes sociais com a Maquina publica.



Em Rio Casca, a justiça, a pedido do MPMG, concedeu liminar proibindo o uso de redes sociais para autopromoção pessoal dos agentes, sob pena de multa diária.

O uso da ferramenta "Collab" (colaboração) no Instagram e outras redes sociais, quando realizada entre perfis oficiais de órgãos públicos (prefeituras, câmaras, secretarias) e perfis pessoais de agentes políticos (prefeitos, vereadores, secretários), é considerado, na maioria dos casos, uso indevido da máquina pública.

Decisões recentes, incluindo orientações alinhadas ao entendimento do STJ, indicam restrições ao uso de collabs (publicações colaborativas) no Instagram entre perfis oficiais de governos e perfis privados de gestores (prefeitos/governadores). O entendimento é que o uso de verba pública como a maquina publica seja utilizada para autopromoção em perfis privados que configura uso indevido de recursos, violando a impessoalidade


Decisões recentes, incluindo orientações alinhadas ao entendimento do STJ, indicam restrições ao uso de collabs (publicações colaborativas) no Instagram entre perfis oficiais de governos e perfis privados de gestores (prefeitos/governadores). O entendimento é que o uso de verba pública como a maquina publica seja utilizada para autopromoção em perfis privados que configura uso indevido de recursos, violando a impessoalidade

O MPMG JÁ ESTÁ ESPEDINDO SUAS RECOMENDAÇÕES

 Recomendação do MPMG está sendo expedida a prefeito, vereadores secretários municipais e aos demais agentes públicos do Poder Executivo local como vimos no vídeo anexado acima como cidades como em  Passos MG  onde  está informação de publicações das collabs e  forte e usada em excesso.

 Além da questão da collab, o Ministério Público recomenda que, nas publicações oficiais, sejam adotadas linguagem e imagens que priorizem o caráter informativo e de orientação social, educacional evitando o destaque excessivo à imagem do gestor e frases de exaltação que vinculem obra ou serviço público à sua pessoa.

Principais pontos sobre Collabs e Máquina Pública:

Vedação Constitucional: A Constituição Federal veda a promoção pessoal de agentes públicos utilizando a estrutura, canais oficiais e recursos da administração pública.

Princípio da Impessoalidade: A recomendação do Ministério Público, incluindo o MPMG (Ministério Público de Minas Gerais), é que perfis institucionais adotem linguagem informativa voltada ao interesse público, evitando destaque à imagem de gestores.

Consequências: A prática de Collab entre perfil de prefeitura e perfil pessoal do prefeito tem sido alvo de decisões proibitivas e recomendações para suspensão imediata, por ser considerada promoção pessoal.


O MPMG JÁ ESTÁ ESPEDINDO SUAS RECOMENDAÇÕES   Recomendação do MPMG está sendo expedida a prefeito, vereadores secretários municipais e aos demais agentes públicos do Poder Executivo local como vimos no vídeo anexado acima como cidades como em  Passos MG  onde  está informação de publicações das collabs e  forte e usada em excesso.   Além da questão da collab, o Ministério Público recomenda que, nas publicações oficiais, sejam adotadas linguagem e imagens que priorizem o caráter informativo e de orientação social, educacional evitando o destaque excessivo à imagem do gestor e frases de exaltação que vinculem obra ou serviço público à sua pessoa.  Principais pontos sobre Collabs e Máquina Pública:  Vedação Constitucional: A Constituição Federal veda a promoção pessoal de agentes públicos utilizando a estrutura, canais oficiais e recursos da administração pública.  Princípio da Impessoalidade: A recomendação do Ministério Público, incluindo o MPMG (Ministério Público de Minas Gerais), é que perfis institucionais adotem linguagem informativa voltada ao interesse público, evitando destaque à imagem de gestores.  Consequências: A prática de Collab entre perfil de prefeitura e perfil pessoal do prefeito tem sido alvo de decisões proibitivas e recomendações para suspensão imediata, por ser considerada promoção pessoal. O que deve ser evitado: Marcar o perfil pessoal de prefeitos ou secretários no perfil oficial da prefeitura, especialmente usando a ferramenta collab.  Alternativas aceitáveis: Citar o nome do gestor em texto, sem marcá-lo, ou focar em vídeos informativos sobre obras e serviços, sem direcionar seguidores para o perfil pessoal do político.   O fim da Collabs sugere uma mudança para uma comunicação política mais autêntica e focada em negócios ou causas concretas, o que pode levar a um cidadão menos iludido por promessas vazias.


O que deve ser evitado: Marcar o perfil pessoal de prefeitos ou secretários no perfil oficial da prefeitura, especialmente usando a ferramenta collab.

Alternativas aceitáveis: Citar o nome do gestor em texto, sem marcá-lo, ou focar em vídeos informativos sobre obras e serviços, sem direcionar seguidores para o perfil pessoal do político.

O fim da Collabs sugere uma mudança para uma comunicação política mais autêntica e focada em negócios ou causas concretas, o que pode levar a um cidadão menos iludido por promessas vazias.

POLITICOS SÃO FUNCIONÁRIOS DO POVO NÃO COLABORADORES E A MAQUINA PUBLICA NÃO DEVE SERVIR DE PALANQUE DE APRESENTAÇÕES.

OBRAS TEM QUE SER APRESENTADAS EM SITES OFICIAIS


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