04 novembro 2013

CANÇÃO DA TERRA - MICHAEL JACKSON - EARTH SONG


Canção da Terra
CANÇÃO DA TERRA - MICHAEL JACKSON - EARTH SONG
CANÇÃO DA TERRA - MICHAEL JACKSON - EARTH SONG

E quanto todas as coisas
Que você disse que iríamos ganhar
E quanto aos campos de morte
Haverá um tempo
E quanto todas as coisas
Que você disse que eram seus e meus
Você já parou para notar
Todo o sangue que nós derramamos antes
Você já parou para notar
Esta Terra está chorando, ela está chorando litorais
Aah Ooh
Aah Ooh


                                                                            
 O que nós temos feito para o mundo
Olhe o que nós temos feito
E quanto toda a paz
Que você prometeu a seu único filho
E quanto aos campos floridos
Haverá um tempo
E quanto todos os sonhos
Que você disse que eram seus e meus
Você já parou para notar
Todas as crianças mortas com a guerra
Você já parou para notar
Esta Terra está chorando, ela está chorando litorais

Aah Ooh
Aah Ooh

Eu costumava sonhar
Eu costumava olhar além das estrelas
Agora eu não sei onde estamos
Embora eu saiba que nós fomos longe

Aah Ooh
Aah Ooh

Aah Ooh
Aah Ooh

E quanto à ontem
(E quanto a nós)
E quanto aos mares
(E quanto a nós)
O céu esta caindo
(E quanto a nós)
Eu não consigo nem respirar
(E quanto a nós)
E quanto à apatia
(E quanto a nós)
Eu preciso de você
(E quanto a nós)
E quanto o valor da natureza
(o, o)
É o ventre do nosso planeta
(E quanto a nós)
E quanto aos animais
(E quanto a eles)
Transformamos reinos em poeira
(E quanto a nós)
E quanto aos elefantes
(E quanto a nós)
Temos perdido sua confiança
(E quanto a nós)
E quanto ao choro das baleias
(E quanto a nós)
Devastando os mares
(E quanto a nós)
E quanto às florestas
(o, o)
Queimadas apesar dos nossos apelos
(E quanto a nós)
E quanto à terra santa
(E quanto a eles)
Dilacerada por ganância
(E quanto a nós)
E quanto ao homem comum
(E quanto a nós)
Não podemos deixar eles livres
(E quanto a nós)
E quanto às crianças morrendo
(E quanto a nós)
Não podemos ouvi-las chorar
(E quanto a nós)
Onde foi que nós erramos
(o, o)
Alguém me fale o porquê
(E quanto a nós)
E quanto aos bebês
(E quanto a eles)
E quanto aos dias
(E quanto a nós)
E quanto toda a sua alegria
(E quanto a nós)
E quanto ao homem
(E quanto a nós)
E quanto ao homem chorando
(E quanto a nós)
E quanto Abraão
(E quanto a nós)
E quanto à morte novamente
(o, o)
Não damos a mínima

Aah Ooh
Aah Ooh


02 novembro 2013

CONSUMO SUSTENTÁVEL

As publicações têm o objetivo de facilitar o acesso dos consumidores a produtos e serviços da economia solidária e da agricultura familiar



facilitar o acesso dos consumidores a produros mais economicos
CONSUMO SUSTENTÁVEL


Com a finalidade de promover um relacionamento justo entre produtores, comerciantes e consumidores, foram produzidas três cartilhas que mostram alternativas e práticas de consumo responsáveis. O material é fruto de parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) - por meio da Secretaria de Desenvolvimento Territorial (SDT) -, e o Instituto Kairós.
As cartilhas: A Organização de Grupos de Consumo Responsável; Parceria entre Consumidores e Produtores na Organização de Feiras; e Controle Social na Alimentação Escolar têm o objetivo de facilitar o acesso dos consumidores a produtos e serviços da economia solidária e da agricultura familiar e agro ecológica, a um preço justo. 
A secretaria já trabalha em parceria com o instituto no projeto Consumo Responsável nos Territórios Rurais, que envolve a agricultura familiar junto às Bases de Serviços de Apoio à Comercialização (BSC) nos territórios. O projeto busca construir parcerias na discussão e na prática de estratégias de consumo responsável, em especial nos estados do Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte e São Paulo.
As BSCs são instituições que prestam um ou mais tipos de serviços de apoio aos processos produtivos e comerciais dos empreendimentos da agricultura familiar e economia solidária. Podem ser Organizações Não Governamentais (ONGs), associações e cooperativas que, com o apoio do MDA, atuam focadas no recorte territorial ou na escala estadual.
De acordo com Thaís Mascarenhas, do Instituto Kairós, essa é mais uma iniciativa apoiada pela SDT que tem o objetivo de aproximar os produtores familiares aos consumidores em nível territorial. "Essa prática de venda direta possui vantagens, como a possibilidade de se estabelecer um vínculo de identidade entre produção e consumo baseado em princípios mais solidários e sustentáveis", assinala.
Thaís afirma ainda que o consumo responsável permite maior organização e controle social, favorecendo a construção de um circuito de produção, comercialização e consumo. Para ela, as cartilhas possibilitarão maior divulgação do conceito e da prática do consumo responsável nos territórios. "Para o produtor será uma oportunidade de agregar outro atributo ao seu produto. Já para os consumidores, a vantagem está na possibilidade de saber a origem, a forma de produção e o resultado que gera esse tipo de comercialização, especialmente para as famílias produtoras”, destaca.

Cartilhas
A cartilha A Organização de Grupos de Consumo Responsável mostra como organizar o grupo, sua identidade, a produção, a gestão e os principais desafios enfrentados. Um exemplo do Grupo de Consumo Responsável (GCRs) são as experiências de consumidores e produtores organizados que propõem transformar seu ato de compra em um ato político, visando a sustentabilidade da própria experiência e o bem estar do planeta.
Já o livreto Parceria entre os Consumidores e Produtores na Organização de Feiras ensina a organizar uma feira, sua produção, infraestrutura, logística e comunicação, entre outros pontos para sua elaboração. A feira, o mais antigo espaço de comercialização existente, é encontrada em todos os lugares, onde os agricultores familiares comercializam suas próprias produções.
A publicação sobre o Controle Social na Alimentação Escolar apresenta o passo a passo das organizações - da produção à entrega dos produtos na escola e a recepção nas escolas até o consumo dos produtos pelos estudantes. São apresentados diversos atores desde a produção até o consumo final na escola, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
O direito à alimentação foi incluído em 2010 na Constituição brasileira e, embora o Brasil seja um dos maiores produtores mundiais de alimentos, ainda enfrenta desafios em relação à desnutrição e à fome.
Consumo Sustentável
O Consumo Sustentável envolve a escolha de produtos que utilizam menos recursos naturais em sua produção, que garantam o emprego decente aos que os produziram, e que sejam facilmente reaproveitados ou reciclados. Significa comprar o que é realmente necessário, estendendo a vida útil dos produtos tanto quanto possível.
A prática do consumo de maneira sustentável acontece quando as escolhas de compra são conscientes, responsáveis, com a compreensão de que terão consequências ambientais e sociais, positivas ou negativas.
O consumo consciente é o conceito mais simples de aplicar no dia a dia: basta estar atento à forma como consumimos, diminuindo o desperdício de água e energia, e às nossas escolhas de compra, privilegiando produtos e empresas responsáveis.

A partir do consumo consciente, é possível mostrar ao setor produtivo de que o consumidor quer que sejam ofertados produtos e serviços que tragam impactos positivos ou reduzam significativamente os impactos negativos no acumulado do consumo de todos os cidadãos.
FONTE:http://www.brasil.gov.br/Portal Brasil

30 outubro 2013

A COMUNICAÇÃO E SEUS TERMOS LIGADOS A HUMANIZAÇÃO NA SAÚDE, ESTUDOS E NA SOCIEDADE GERAL

A comunicação é elemento essencial no cuidado prestado à pessoa, funciona como ferramenta essencial para executar o cuidado, pelo qual se pode ser mais humano, mais próximo da natureza ontológica voltada para o cuidar como enfatiza Leonardo Boff (2002). Os seres humanos são sociáveis graças à comunicação, a base de nossas relações.

Para viver no mundo moderno, é necessário lançar mão da comunicação, assim torna-se essencial entender esse instrumento para cuidar das pessoas. Cuidar está associado a comunicar.

Segundo Amora (2001), cuidado significa refletir, pensar, interessar-se por preocupar-se, considerar. Esses princípios vêm ao encontro com os preceitos da humanização, segundo o Ministério da Saúde (BRASIL, 2004), que enfatiza os valores como a autonomia e o protagonismo dos sujeitos, a corresponsabilidade entre eles, o estabelecimento de vínculos solidários, como descrito no programa humaniza SUS.

A comunicação é elemento essencial no cuidado prestado à pessoa, funciona como ferramenta essencial para executar o cuidado, pelo qual se pode ser mais humano, mais próximo da natureza ontológica voltada para o cuidar como enfatiza Leonardo Boff (2002). Os seres humanos são sociáveis graças à comunicação, a base de nossas relações.  Para viver no mundo moderno, é necessário lançar mão da comunicação, assim torna-se essencial entender esse instrumento para cuidar das pessoas. Cuidar está associado a comunicar.  Segundo Amora (2001), cuidado significa refletir, pensar, interessar-se por preocupar-se, considerar. Esses princípios vêm ao encontro com os preceitos da humanização, segundo o Ministério da Saúde (BRASIL, 2004), que enfatiza os valores como a autonomia e o protagonismo dos sujeitos, a corresponsabilidade entre eles, o estabelecimento de vínculos solidários, como descrito no programa humaniza SUS. Evidencia-se no documento do SUS a estruturação mais política enfatizando os valores e direitos dos clientes do sistema de saúde público universal e participativo. Tais ações macro e micro específicas ocorrem mediante aos laços de comunicação entre profissional de saúde, clientela, sistema de saúde e gestores os quais devem priorizar o cuidado mais humano, próximo e responsável.  O cuidado humanizado também pode ter sustentação filosófica de valorização de sentimentos mútuos de forma ética. Para Waldow (1998), o cuidado humano é uma atitude ética em que os sujeitos se percebem e reconhecem os direitos uns dos outros. Segundo a autora, aspecto a ser destacado é a forma de o cuidado ser ensinado e desenvolvido em campo prático de ensino: com ênfase na técnica, ou seja, intervenções, que em última análise, dependem de uma prescrição médica e cujo objetivo é o tratamento da doença.  Pensa-se, atualmente, na qualidade da assistência prestada a população, em contrapartida observam-se também fortes valores embasados no capitalismo e individualismo como já afirmava Machado (1985). A cultura do capital conduz a competição, disputa e isolamento das pessoas.  A sociedade encontra-se no mundo atual de informações e ao mesmo tempo em um caos relacionado à integração das pessoas que se afastam cada vez mais mediante aos recursos da modernidade. No mundo moderno as pessoas preferem se isolar, muitas vezes com medo da violência, ou de se comunicar e se expressar de maneira humana próximos de outros seres humanos.   Torna-se estranho o próprio homem falar de “humanização”, mas é o que ocorre atualmente, principalmente, em relação ao atendimento em saúde.
A COMUNICAÇÃO E SEUS TERMOS LIGADOS A HUMANIZAÇÃO NA SAÚDE, ESTUDOS E NA SOCIEDADE GERAL


Evidencia-se no documento do SUS a estruturação mais política enfatizando os valores e direitos dos clientes do sistema de saúde público universal e participativo. Tais ações macro e micro específicas ocorrem mediante aos laços de comunicação entre profissional de saúde, clientela, sistema de saúde e gestores os quais devem priorizar o cuidado mais humano, próximo e responsável.

O cuidado humanizado também pode ter sustentação filosófica de valorização de sentimentos mútuos de forma ética. Para Waldow (1998), o cuidado humano é uma atitude ética em que os sujeitos se percebem e reconhecem os direitos uns dos outros. Segundo a autora, aspecto a ser destacado é a forma de o cuidado ser ensinado e desenvolvido em campo prático de ensino: com ênfase na técnica, ou seja, intervenções, que em última análise, dependem de uma prescrição médica e cujo objetivo é o tratamento da doença.

Pensa-se, atualmente, na qualidade da assistência prestada a população, em contrapartida observam-se também fortes valores embasados no capitalismo e individualismo como já afirmava Machado (1985). A cultura do capital conduz a competição, disputa e isolamento das pessoas.

A sociedade encontra-se no mundo atual de informações e ao mesmo tempo em um caos relacionado à integração das pessoas que se afastam cada vez mais mediante aos recursos da modernidade. No mundo moderno as pessoas preferem se isolar, muitas vezes com medo da violência, ou de se comunicar e se expressar de maneira humana próximos de outros seres humanos.

 Torna-se estranho o próprio homem falar de “humanização”, mas é o que ocorre atualmente, principalmente, em relação ao atendimento em saúde.

Percebe-se o grande desafio que os profissionais de saúde vivenciam ao tentar romper as barreiras para implementar o cuidado integral e “humanizado”. Um dos principais dilemas para tornar o cuidado mais “humano” seria o reconhecimento do sujeito também cidadão como participante em seu processo de cura e reabilitação.

A palavra comunicação vem do latim comunicare, que tem como significado pôr em comum. Designada como troca de mensagens, é considerada um processo, método ou instrumento, por meio do qual as significações são transmitidas entre pessoas ou grupos. Por si só, esse processo possui significância humanizadora, pois as pessoas se comunicam de variadas formas umas com as outras. No caso dos profissionais de saúde, há comunicação em todas as instâncias, seja para prevenção, no processo de cura, reabilitação ou promoção à saúde.

Sabe-se que para humanizar as ações e atos, que em última análise, se tornarão “cuidado” toda a equipe de saúde deve estar preparada e habilitada para isso, assim como possuírem um ideal em comum.

Deve-se atentar para as atitudes e posturas dos profissionais de saúde, seriam adequadas para uma comunicação clara e acolhimento ao cliente? A partir disso, pode-se planejar como aumentar a qualidade do atendimento às pessoas. Oficinas, reciclagem e temas de atividades de educação permanente podem ajudar.

Os estudantes de hoje serão os profissionais de amanhã, e devem estar cientes de que deverão agir e contribuir para a humanização, tendo em mente o cuidado ético e responsável, partindo de um ponto crucial: formar equipes de saúde coesas e que interagem de forma interdisciplinar.

Nota-se que é importante estimular a participação dos estudantes da área da saúde, desde sua formação, no intuito de desenvolver um olhar crítico reflexivo sobre sua realidade e sobre o ato de cuidar.

Percebe-se o grande desafio que os profissionais de saúde vivenciam ao tentar romper as barreiras para implementar o cuidado integral e “humanizado”. Um dos principais dilemas para tornar o cuidado mais “humano” seria o reconhecimento do sujeito também cidadão como participante em seu processo de cura e reabilitação.  A palavra comunicação vem do latim comunicare, que tem como significado pôr em comum. Designada como troca de mensagens, é considerada um processo, método ou instrumento, por meio do qual as significações são transmitidas entre pessoas ou grupos. Por si só, esse processo possui significância humanizadora, pois as pessoas se comunicam de variadas formas umas com as outras. No caso dos profissionais de saúde, há comunicação em todas as instâncias, seja para prevenção, no processo de cura, reabilitação ou promoção à saúde.  Sabe-se que para humanizar as ações e atos, que em última análise, se tornarão “cuidado” toda a equipe de saúde deve estar preparada e habilitada para isso, assim como possuírem um ideal em comum.  Deve-se atentar para as atitudes e posturas dos profissionais de saúde, seriam adequadas para uma comunicação clara e acolhimento ao cliente? A partir disso, pode-se planejar como aumentar a qualidade do atendimento às pessoas. Oficinas, reciclagem e temas de atividades de educação permanente podem ajudar.  Os estudantes de hoje serão os profissionais de amanhã, e devem estar cientes de que deverão agir e contribuir para a humanização, tendo em mente o cuidado ético e responsável, partindo de um ponto crucial: formar equipes de saúde coesas e que interagem de forma interdisciplinar.  Nota-se que é importante estimular a participação dos estudantes da área da saúde, desde sua formação, no intuito de desenvolver um olhar crítico reflexivo sobre sua realidade e sobre o ato de cuidar.
OS ESTUDANTES DE HOJE DEVE SEMPRE SE ESTABILIZAR NA COMUNICAÇÃO PARA SER UM PROFISSIONAL QUE SEMPRE TERÁ SUA CLIENTELA LIGADA A SEUS APRENDIZADOS E TER O INTIMO DO SEU PACIENTE ATIVO - OLHO NO OLHO SEMPRE QUE PRECISAR

Ações simples que podem ser executadas durante o trabalho de cuidar dos semelhantes seriam: olhar nos olhos, observação dos sinais não verbais, tocar, utilizar a empatia, respeito à individualidade e singularidade, sendo estas ações que seguem a lógica de Leonardo Boff (1999), onde afirma que cuidado significa um fenômeno existencial básico, algo ontológico o ser humano nasce com ele basta permitir que aconteça. Esse processo pode ocorrer através de uma comunicação terapêutica adequada.

Outras ações éticas podem ser descritas como: a informação ao cliente sobre sua patologia, procedimentos

diagnósticos, fármacos seus efeitos no organismo e direitos como cidadão e sujeito ativo no que diz respeito à sua saúde.

Tais ações atendem aos preceitos de humanização segundo o Ministério da Saúde (2004).

As condutas parecem bem idealizadoras, mas na realidade são discutidas e públicas, o que se questiona é:

porque não são exercidas e vivenciadas no cotidiano?

Concordando com Benevides e Passos (2005, p.562-563), a Humanização como política pública deveria criar espaços de construção e troca de saberes, investindo nos modos de trabalhar em equipe.

Isto supõe, é claro, lidar com necessidades, desejos e interesses destes diferentes atores.

Indo mais além, considerar o cliente do serviço de saúde como elemento ativo no processo de seu próprio cuidado torna-se relevante.

O aspecto político, gerencial e organizacional deve ser considerado ao se implementar procedimentos que são consideradas humanizadores. Deslandes (2004) destaca a humanização como oposição à violência, seja física e psicológica que se expressa nos maus-tratos, seja simbólica, que se apresenta pela dor do cliente de não ter a compreensão de suas demandas e expectativas atendidas. Muitas vezes, a própria estrutura hospitalar ― a qual foi organizada para atender a doença e não à pessoa humana ― por si só, simboliza algo ameaçador e que impõe mudanças no cotidiano de sua clientela, durante a hospitalização, representando grande estresse e; por conseguinte, desumano, violento, angustiante.

Nesta discussão, o que se levanta como questão central é o conteúdo que a maioria dos profissionais de saúde discutem atualmente; ou seja, é sabido que para humanizar é preciso aplicar a lei (8080), conhecer a clientela, agir segundo à beneficência e não maleficência, conhecer sobre processo saúde doença, aplicar os instrumentos necessários para o cuidado como comunicação, a assistência individualizada. Assim como é relevante existir um número ideal de profissionais para atender à população que demanda por cuidados, saúde e bem-estar.

Mas não termina por aí, pois ainda há empecilhos relacionados à própria cultura do brasileiro em ver a “saúde” ainda como “ausência de doença”. Muitas vezes, o pronto atendimento é procurado quando o cliente não se sente bem e apresenta um agravo à saúde.

Como é percebido, humanizar é preciso... mas deve ser um movimento pela saúde e qualidade de vida que parta de todas as frentes envolvidas nesse processo: da política, da cidadania, das ações do cuidado, das equipes profissionais, da sociedade que consome os serviços de saúde, do SUS, dos sistemas gerenciais, dos empregadores... dentre muitas outras frentes.

Ações simples que podem ser executadas durante o trabalho de cuidar dos semelhantes seriam: olhar nos olhos, observação dos sinais não verbais, tocar, utilizar a empatia, respeito à individualidade e singularidade, sendo estas ações que seguem a lógica de Leonardo Boff (1999), onde afirma que cuidado significa um fenômeno existencial básico, algo ontológico ⎯ o ser humano nasce com ele ⎯ basta permitir que aconteça. Esse processo pode ocorrer através de uma comunicação terapêutica adequada.  Outras ações éticas podem ser descritas como: a informação ao cliente sobre sua patologia, procedimentos  diagnósticos, fármacos ⎯ seus efeitos no organismo ⎯ e direitos como cidadão e sujeito ativo no que diz respeito à sua saúde.  Tais ações atendem aos preceitos de humanização segundo o Ministério da Saúde (2004).  As condutas parecem bem idealizadoras, mas na realidade são discutidas e públicas, o que se questiona é:  porque não são exercidas e vivenciadas no cotidiano?  Concordando com Benevides e Passos (2005, p.562-563), a Humanização como política pública deveria criar espaços de construção e troca de saberes, investindo nos modos de trabalhar em equipe.  Isto supõe, é claro, lidar com necessidades, desejos e interesses destes diferentes atores.  Indo mais além, considerar o cliente do serviço de saúde como elemento ativo no processo de seu próprio cuidado torna-se relevante.  O aspecto político, gerencial e organizacional deve ser considerado ao se implementar procedimentos que são consideradas humanizadores. Deslandes (2004) destaca a humanização como oposição à violência, seja física e psicológica que se expressa nos maus-tratos, seja simbólica, que se apresenta pela dor do cliente de não ter a compreensão de suas demandas e expectativas atendidas. Muitas vezes, a própria estrutura hospitalar ― a qual foi organizada para atender a doença e não à pessoa humana ― por si só, simboliza algo ameaçador e que impõe mudanças no cotidiano de sua clientela, durante a hospitalização, representando grande estresse e; por conseguinte, desumano, violento, angustiante.  Nesta discussão, o que se levanta como questão central é o conteúdo que a maioria dos profissionais de saúde discutem atualmente; ou seja, é sabido que para humanizar é preciso aplicar a lei (8080), conhecer a clientela, agir segundo à beneficência e não maleficência, conhecer sobre processo saúde doença, aplicar os instrumentos necessários para o cuidado como comunicação, a assistência individualizada. Assim como é relevante existir um número ideal de profissionais para atender à população que demanda por cuidados, saúde e bem-estar.  Mas não termina por aí, pois ainda há empecilhos relacionados à própria cultura do brasileiro em ver a “saúde” ainda como “ausência de doença”. Muitas vezes, o pronto atendimento é procurado quando o cliente não se sente bem e apresenta um agravo à saúde.  Como é percebido, humanizar é preciso... mas deve ser um movimento pela saúde e qualidade de vida que parta de todas as frentes envolvidas nesse processo: da política, da cidadania, das ações do cuidado, das equipes profissionais, da sociedade que consome os serviços de saúde, do SUS, dos sistemas gerenciais, dos empregadores... dentre muitas outras frentes.
SISTEMAS COMO O SUS DEVEM SEMPRE MELHORAR E SE ATUALIZAR NA COMUNICAÇÃO COM PROFISSIONAIS - ESTUDANTES E A COMUNIDADE


Mas pra isso, será necessária muita discussão. Assim como se deve desejar usufruir a comunicação dialógica com os usuários dos serviços de saúde. Dessa forma, buscando a aceitabilidade do que as pessoas são e representam ser, ou seja, não há possibilidade de humanizar o cuidado sem antes estabelecer um canal aberto com a clientela a qual será prestada essa ação.

Vencer os desafios mais primordiais como instituir relações entre os serviços de saúde e comunidade assistida, bem como ampliar e melhorar a comunicação entre os profissionais que cuidam (equipe multiprofissional) tornam-se medidas essenciais.

Através de uma boa comunicação entre os profissionais de saúde e com a clientela, poderá se retomar a definição de cuidar como visto no segundo parágrafo deste texto, como algo que requer envolvimento e estima a pessoa assistida. Humanizar é algo complexo que deve ser pensado de acordo com as realidades das comunidades, estados, país, não esquecendo das filosofias institucionais e formas de entender saúde, doença e cuidado. Mediante ao exposto, o fenômeno humanização se executa, quando há compromisso entre as partes e daqueles que dão subsídio para essa ação, logo há necessidade do envolvimento e disposição ética de toda a equipe em reconhecer que a pessoa é, primordialmente, humana sem necessariamente impor uma lei para exigir isso.


REFERÊNCIAS 
AMORA, A.S. Minidicionário da língua portuguesa. 12 ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 
BOFF, L. Saber Cuidar: Ética do humano: compaixão pela terra. 8 ed. São Paulo: Vozes, 
2002.
DESLANDES, S. F. Análise do discurso oficial sobre a humanização da assistência 
hospitalar. Ciência & Saúde Coletiva, v. 9, n.1, 2004. 
MACHADO, P.A.M. Coleção “temas básicos de...” Ecologia Humana. São Paulo: Cortez: 
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, 1984.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de 
Humanização. HumanizaSUS: a clínica ampliada / Ministério da Saúde Secretaria-Executiva, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. – Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 
REFERÊNCIA DO TEXTO: SILVA, J. L. L.; et al. Reflexões sobre a humanização e a relevância do processo de comunicação. Disponível em: <http://www.uff.br/promocaodasaude/informe
FONTE : Jorge Luiz Lima da Silva1 / Marilda Andrade2 / Raphaella Alvim Lima3 /  Eric Leonard Lobo4
                   Lílian Falcão4

DESPERTAR | DISCURSO DE CHARLIE CHAPLIN - O GRANDE DITADOR 1940

“O Grande Ditador”
Filme lançado em 1940
Discurso de Charlie Chaplin (Traduzido em Português)
DESPERTAR | DISCURSO DE CHARLIE CHAPLIN - O GRANDE DITADOR 1940
DESPERTAR | DISCURSO DE CHARLIE CHAPLIN - O GRANDE DITADOR 1940


"Desculpem-me, mas eu não quero ser um Imperador, esse não é o meu objectivo.  Eu não pretendo governar ou conquistar ninguém. Gostaria de ajudar a todos, se possível, judeus, gentios, negros, brancos. Todos nós queremos ajudar-nos uns aos outros, os seres humanos são assim. Todos nós queremos viver pela felicidade dos outros, não pela miséria alheia. Não queremos odiar e desprezar o outro. Neste mundo há espaço para todos e a terra é rica e pode prover para todos.
O nosso modo de vida pode ser livre e belo. Mas nós estamos perdidos no caminho.
A ganância envenenou a alma dos homens, e barricou o mundo com ódio; ela colocou-nos no caminho da miséria e do derramamento de sangue.
Nós desenvolvemos a velocidade, mas sentimo-nos enclausurados:
As máquinas que produzem abundância têm-nos deixado na penúria.
O aumento dos nossos conhecimentos tornou-nos cépticos; a nossa inteligência, empedernidos e cruéis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco:
Mais do que máquinas, precisamos de humanidade;
Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura.
Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
O avião e o rádio aproximaram-nos. A própria natureza destas invenções clama pela bondade do homem, um apelo à fraternidade universal, à união de todos nós. Mesmo agora a minha voz chega a milhões em todo o mundo, milhões de desesperados, homens, mulheres, crianças, vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Para aqueles que me podem ouvir eu digo: "Não se desesperem".
A desgraça que está agora sobre nós não é senão a passagem da ganância, da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano: o ódio dos homens passará e os ditadores morrem e o poder que tiraram ao povo, irá retornar ao povo e enquanto os homens morrem [agora] a liberdade nunca perecerá…
Soldados: não se entreguem aos brutos, homens que vos desprezam e vos escravizam, que arregimentam as vossas vidas, vos dizem o que fazer, o que pensar e o que sentir, que vos corroem, digerem, tratam como gado, como carne para canhão.
Não se entreguem a esses homens artificiais, homens-máquina, com mentes e corações mecanizados. Vocês não são máquinas. Vocês não são gado. Vocês são Homens. Vocês têm o amor da humanidade nos vossos corações. Vocês não odeiam, apenas odeia quem não é amado. Apenas os não amados e não naturais. Soldados: não lutem pela escravidão, lutem pela liberdade.
No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito:
"O reino de Deus está dentro do homem"
Não um homem, nem um grupo de homens, mas em todos os homens; em você, o povo.
Vós, o povo tem o poder, o poder de criar máquinas, o poder de criar felicidade. Vós, o povo tem o poder de tornar a vida livre e bela, para fazer desta vida uma aventura maravilhosa. Então, em nome da democracia, vamos usar esse poder, vamos todos unir-nos. Lutemos por um mundo novo, um mundo bom que vai dar aos homens a oportunidade de trabalhar, que lhe dará o futuro, longevidade e segurança. É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder, mas eles mentem. Eles não cumprem as suas promessas, eles nunca o farão. Os ditadores libertam-se, porém escravizam o povo. Agora vamos lutar para cumprir essa promessa. Lutemos agora para libertar o mundo, para acabar com as barreiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à intolerância. Lutemos por um mundo de razão, um mundo onde a ciência e o progresso conduzam à felicidade de todos os homens.
Soldados! Em nome da democracia, vamos todos unir-nos!
Olha para cima! Olha para cima! As nuvens estão a dissipar-se, o sol está a romper. Estamos a sair das trevas para a luz. Estamos a entrar num novo mundo. Um novo tipo de mundo onde os homens vão subir acima do seu ódio e da sua brutalidade.
A alma do homem ganhou asas e, finalmente, ele está a começar a voar. Ele está a voar para o arco-íris, para a luz da esperança, para o futuro, esse futuro glorioso que te pertence, que me pertence, que pertence a todos nós.
Olha para cima!
Olha para cima!"
(Tradução, Fernando Barroso)

29 outubro 2013

A SUA MENTE TEM PODER APRISIONADO USE O PARA A LIBERTAR.....E LIBERTE-SE DA MANIPULAÇÃO

Pegue o Poder de Volta

Traga aquela merda pra cá! Uggh!

Certo, o movimento está em ação
Com poesia em massa dos militantes
Agora veja isso aqui..uggh!
Na luz certa, estudo se torna percepção
Mas o sistema que nos insulta nos ensina a ler e a escrever
Os tais fatos são fraudes
 querem que a gente afirme, prometa
E se curve perante o deus deles
Perdida a cultura, cultura perdida
Confundiram nossas mentes e através do tempo
A ignorância nos dominou
Nós temos que retomar o poder!
Tá! Aqui tá o plano!



Tio Sam filho da puta
Dê um passo atrás, eu sei quem eu sou
Levante o seu ouvido, vou te dizer claro e com estilo
É a batida e as letras que eles temem
A raiva é persistente
A gente precisa um movimento com rapidez
Você é a testemunha da mudança e pra contra-atacar
A gente tem que retomar o poder

Refrão:
Certo, a gente tem que retomar o poder
Venha,venha!
A gente tem que retomar o poder!

O currículo atual
Eu coloco meu punho neles
Eurocêntricos até o último deles
Veja certo através do disfarce vermelho, branco e azul
Com a palestra eu furo a estrutura de mentiras
Instalada nas nossas mentes e tentando nos reprimir
A gente tem que retomá-lo
Porque os furos no nosso espírito estão causando lágrimas e medos
Histórias unilaterais por anos e anos e anos
Eu sou inferior? Quem é inferior?
Certo, você tem que checar o interior
Do sistema que se preocupa só com uma cultura
E é por causa disso
Que a gente tem que retomar o poder

Refrão

O professor fica em pé na frente da classe
Mas a lição, ele não consegue se lembrar
E os olhos dos estudantes não percebem as mentiras
Rebatendo em cada maldita parede
A compostura dele é bem mantida
Eu acho que ele tem medo de bancar o bobo
Os estudantes complacentes sentam e escutam as baboseiras
Que ele aprendeu na escola

Europa não é a minha corda pra balançar
A gente não pode aprender nada dela
Mas a gente pode se segurar nela
A gente tem que tomá-la, tem que tomá-la juntos então
Como os malditos caras do tempo
Para expor e fechar as portas naqueles que tentam
Sufocar e mutilar a verdade
Porque o círculo de ódio continua a reagir
A gente tem que retomar o poder

Refrão

Sem mais mentiras

FONTE: RAGE AGAINS THE MACHINE

TEMOS QUE RETORNAR AO PODER DA NOSSA MENTE E NÃO DEIXAR QUE SEJAMOS MANIPULADOS

TEMOS QUE RETORNAR AO PODER DA NOSSA MENTE E NÃO DEIXAR QUE SEJAMOS MANIPULADOS, EU E NEM VOCÊ VEIO AO MUNDO PARA SER TRATADO COMO UM INFERIOR NEM SUPERIOR NEM RESÍDUO POR QUEM GOSTA DE MANIPULAR O PRÓXIMO..........................................................................PERANTE DEUS SOMOS TODOS TONTOS E TODOS SÁBIOS..................................EU SOU HUMANO NÃO SOU UMA MAQUINA NEM QUERO ME TRANSFORMAR EM UMA FABRICA.....................................................................
TEMOS QUE RETORNAR AO PODER DA NOSSA MENTE E NÃO DEIXAR QUE SEJAMOS MANIPULADOS
TEMOS QUE RETORNAR AO PODER DA NOSSA MENTE E NÃO DEIXAR QUE SEJAMOS MANIPULADOS





FONTE:https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=y6wbII13oh4 
FONTE: RAGE AGAINST THE MACHINE: Take The Power Back 

26 outubro 2013

SUSTENTABILIDADE SENDO USADA COMO MARKETING

O TERMO SUSTENTABILIDADE DEVE TER CRITÉRIOS BEM DEFINIDOS PARA SER uSADO POR EMPRESAS E PRODUTOS

SUSTENTABILIDADE SENDO USADA COMO MARKETING
SUSTENTABILIDADE SENDO USADA COMO MARKETING 

O termo sustentabilidade está sendo utilizado de qualquer forma por muitas empresas, propaganda, consumidores, etc. Agora já existem todos os tipos de produtos sustentáveis, mas será que 100% dos componentes destes produtos são biodegradáveis ou 100% recicláveis? E os processos? São sustentáveis? Será que todo o carbono utilizado está sendo compensado mesmo? Será que a empresa está levando em consideração todas as questões dos empregados, acionistas e consumidores?
A tendência é a palavra ficar desgastada como ficou a palavra marketing, comunicação ou gestão. Estas palavras são utilizadas de qualquer forma sem o efetivo conhecimento do conceito ou da profundidade do tema. Quem já não escutou de algum colega falando que aquela “jogada de marketing” de tal empresa fez um sucesso na TV e que ele adorou a atriz daquele ‘marketing’ da cerveja.
A palavra sustentabilidade e todos os princípios para a busca do tal desenvolvimento sustentável devem ser divulgados sim, porém com critérios um pouco mais rígidos. Tomando cuidado com a banalização e a enganação. O Conar – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitário, em junho de 2011, apresentou uma série de normas para regular peças de propaganda baseadas em apelos de sustentabilidade. No Canadá, França e Inglaterra, não é uma norma voluntária, pois conta com a  ajuda da mão pesada do Estado. A ideia é proteger os consumidores das mensagens sobre produtos verdes que, por excesso, imprecisão e falta de conhecimento, mais enganam do que esclarecem. Ou seja, o famoso Greenwashing (termo utilizado para designar um procedimento de marketing utilizado por uma organização com o objetivo de dar à opinião pública uma imagem ecologicamente responsável dos seus serviços ou produtos, ou mesmo da própria organização, porém a organização tem uma atuação contrária aos interesses e bens ambientais).
Mas não é somente com as propagandas que as empresas devem tomar cuidado, pois esta é a parte final de um processo de desenvolvimento, fabricação, comercialização, comunicação e venda de um produto ou serviço. A questão é se esta comunicação está realmente passando os valores da empresa, se ela é o somente se diz sustentável.
Dá para uma empresa ou seu produto ser totalmente sustentável?
Esta questão está sendo muito discutida nas universidade e no mundo empresarial. Alguns teóricos colocam que esta “tal da sustentabilidade” é uma evolução natural das empresas. E que geralmente, essa questão é iniciada nas questões internas de gestão dos processos, para depois evoluir para o desenvolvimento de produtos e, posteriormente, de novos negócios.
No Facebook, aparecem posts interessantes sobre produtos e serviços sustentáveis, inúmeros exemplos de ações bastante interessantes, mas ainda sem muita escala. Um exemplo é a comunidade do asap.me – As Sustainable as Possible, uma plataforma de open innovation e crowdsourcing onde os usuários podem transformar suas ideias em produtos reais enviando ideias para outras pessoas desenvolverem caso ela seja boa.
Entendo que a mudança para processos mais sustentáveis dentro da empresa serão responsabilidade da própria empresa e dos funcionários, sempre com ajuda dos profissionais com o conhecimento da área.
O desenvolvimento sustentável  tão sonhado pode e dever ser alcançado, o que falta é uma evolução nos muitos pontos do nosso desenvolvimento pessoal: autoconhecimento e consciência!
FONTE:Postado em Pense Nisso por  /  *Marcus Nakagawa é sócio-diretor da iSetor, professor da ESPM e diretor-presidente da Abraps

23 outubro 2013

SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM

Importância da reciclagem e sustentabilidade

O que é sustentabilidade e como devemos ajustar nossas condutas para o equilíbrio ambiental. Veja a importância da reciclagem para a economia e para o meio ambiente. Veja os artigos a seguir como os 5R's

 
PRATICAR OS 5R'S É PRELIMINAR NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
PRATICAR OS 5R'S É PRELIMINAR NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A palavra sustentabilidade está em alta atualmente e isto graças ao despertar que muitos tiveram para a causa da preservação do meio ambiente através de técnicas e uso de produtos e outros métodos que não agridam o meio ambiente. Ao conjunto de ações, técnicas e correto manuseios dos recursos disponíveis visando a preservação ambiental, dá-se o nome de sustentabilidade ou do uso sustentável dos recursos disponíveis.

Importância da reciclagem



Entre as formas sustentáveis está a reciclagem que consiste em reaproveitar aquilo que seria descartado no meio ambiente e refutado com lixo, mas que através de um processo adequado pode voltar a ter utilidade para as pessoas. A quantidade de itens que podem ser reciclados é enorme, mas é preciso atentar que só poderá ser reciclado aquilo que de fato for receber o devido tratamento, afinal de nada adianta separar e reciclar em casa se depois não houver quem consiga fazer o reaproveitamento daquilo e acabar em um aterro sanitário como qualquer outro lixo.
A importância de reciclar é simples, pois estaríamos trazendo de volta aquilo que não seria mais útil e ai há duas grandes vantagens, que é econômica e ambiental.

Vantagem econômica

A sustentabilidade tem a ver também como economia, já que algumas matérias-primas são escassas ou pelo há um custo elevado para a obtenção delas. Ao reciclar estaremos economizando matéria prima e possivelmente barateando o processo de fabricação de um novo produto. Por outro lado a reciclagem, por exemplo, fomenta muitos empregos e atividades informais como fonte de renda para muitas pessoas.

Vantagem ambiental

A questão da sustentabilidade vista pelo ponto de vista ambiental é que certos tipos de materiais levam muito tempo para se decompor na natureza, como acontece com o plástico, enquanto que outros além disso ainda contaminam o meio ambiente com as baterias de celulares e pilhas por exemplo.

Importância da sustentabilidade

O melhor exemplo de sustentabilidade que eu tive foi anda quando criança no sítio onde morava com minha família no interior de Minas. Lá plantávamos várias coisas, como milho, arroz, feijão e café, por exemplo. Este último era importante pois se plantava uma vez só e a lavoura era sustentável por décadas, produzindo constantemente, quanto que milho, arroz e feijão tinha de ser replantado todos os anos, consumindo mais recursos e mão  de obra.
Atualmente quando falamos em sustentabilidade, estamos nos referindo a qualquer coisa, que consiga sobreviver por muito tempo de forma equilibrada. O meio ambiente é sustentável por natureza, nós é que estamos alterando seu funcionamento natural e projetado por Deus, então desenvolver técnicas sustentáveis nada mais é do que mudar nossa maneira um tanto quanto predatória de consumir aquilo que foi feito para durar.
FONTE:http://www.casadicas.com.br/
FONTE:https://www.youtube.com