13 maio 2020

O QUE É A SUSTENTABILIDADE

É a essência da evolução e da sobrevivência de cada um de nós, de nossos ecossistemas;

É a geração de valor, em que o valor maior está no equilíbrio do tripé econômico, social e ambiental;

É o contexto geral e plural das cargas energéticas e suas transformações;

É hoje, o argumento mais forte, não apenas de um simples “marketing” de fachada, ou os chamados “greenwashing”, mas sim da união de todas as ideologias: político-cientifica-filosófica-sócio-econômica-universais;

O QUE É A SUSTENTABILIDADE
O QUE É A SUSTENTABILIDADE

É o novo “Homo-Sapiens-Tecnológico”, cada vez mais interconectado, interligado com a bio-inteligência-tecno-humana-artificial, utilizando-se de meios em pró à segurança, proteção e conservação de todas as espécies;

É o compartilhamento responsável com todos os biomas, floras, faunas, ecossistemas e biodiversidades, porque somos apenas um em meio a milhares;

É o repensar antes de consumir;

É a recusa dos produtos que agridam o ambiente e as raças;

É a redução de consumo, ou o consumo de forma mais ordenada, evitando excessos e consequentemente geração de mais resíduos;

É o reuso e a reutilização de produtos e materiais, sempre que possível, para novas finalidades;

É a reciclagem de Resíduos Sólidos para a geração de novos empregos socioambientais e, como consequência, evita novos extrativismos;

É o respeito mútuo e singular com nosso meio ambiente;

É a pluralidade de um “biotecno ecossistema” complexo e conectivo;

É a raiz, o caule, as folhas e os frutos das espécies, trazendo não apenas carga genética, mas o conhecimento adquirido através dessa magnífica evolução;

É a simbiose que a raça humana no auge de seu egocentrismo desaprendeu a respeitar;

É a relevância máxima de nossa existência, como reles e simples mortais;

É um paradoxo entre o desenvolvimento e o crescimento a todo custo;

É o apocalipse, caso não ponderemos essa emergencial situação em que se encontra o nosso planeta;

É a imensidão verde, azul, amarela, e, porque não considerarmos, a reintegração de todas as cores da aquarela;

É a junção performática e analítica de fatos, acontecimentos, eras e magnitudes de nossa história ao longo desses quase 5 bilhões de anos;

É o melhor e mais sublime contágio da existência terrena;

É o dever, a obrigação e as ações voluntárias, responsáveis com nosso organismo sistêmico e conectivo com o meio, pelo simples fato de sermos integrados e codependentes;

É a provisão de valores futuros, baseados nas nossas atitudes do presente;

É a inteligência suprema das interconexões sistêmicas, conectivas, integradas, simbióticas e coordenadas;

É o compartilhamento, com todas as raças e espécies, de forma mais justa e responsável,  de todos os recursos disponíveis em nosso planeta, sem comprometer as futuras gerações;

É a elegância sublime do entendimento de que não somos o “centro do mundo”;

É a autenticidade da conservação, preservação, manutenção, e não violação desregrada de nossos recursos;

É o Alfa e o Ômega, o alfabeto todo, do hebraico ao aramaico, do chinês ao português, independente da nação;

É a decisão equilibrada, baseadas em atitudes que definem os caminhos atuais e futuros;

É a Reeducação de base, formando pessoas com novas ideias e ações de um sistema mais inteligente e integrado e percepção cada vez mais forte de que somos interdependentes;

É a responsabilidade de todos e de cada um;

É a reintegração Biotecnologia Ecossistêmica;
É a ruptura emergencial da concepção do “consumo pelo consumo”;

É a ressonância da continuidade de nosso magnetismo energético compilado em nossa carga genética e preservado ao longo de nossa evolução;

É a redemocratização de um sistema com a nova capacidade de reordenar a chamada extração x consumo;

É o respeito que nossa Gaia necessita para sobreviver;

É reaprender a educar, conservar, respeitar, organizar, manter, prever, através da formação de novos cidadãos;

É a capacidade de viver de forma mais simples, mas paradoxalmente de forma mais perene e rica;

É a revalidação das chamadas “Potências Mundiais” em prol às lideranças, pois não haverá liderança que se firme em uma Gaia febril.

É o remanejamento do nosso caos atual

É o repúdio, firme e consciente, das ações desreguladas, desregradas e exploratórias.

É a reinvenção de uma “nova antiga” forma da coexistência vital.
É a frequência única, onde todos os seres aqui habitantes podem ter sua digna continuidade;

É a forma reticular de comunicação com o MEIO e da permanência relacional entre todos os atores de GAIA;

É a retomada da consciência de que nossos recursos são finitos e que precisamos, urgentemente, redefinir nosso modelo de consumo;

É a implementação imediata para mudanças rumo à visão sistêmica em prol da continuidade;

É a construção de novo cenário, baseado em matrizes energéticas limpas e uso racional de nossos recursos naturais;

É a dinâmica baseada em diversas atitudes de massa para o desafio de um futuro mais limpo e promissor;

E, finalmente, é reconhecer o único e verdadeiro “caminho reverso”, no qual podemos, dessa vez, com mais humildade e inteligência, nos reintegrarmos verdadeiramente com o novo ecossistema cada vez mais tecnológico e sustentável.

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