A audiência pública é uma ferramenta de gestão democrática essencial para sistematizar e otimizar a coleta seletiva, pois democratiza a formulação de diretrizes. Ela conecta o Poder Público, cooperativas de catadores e a sociedade civil para estruturar rotas logísticas eficientes e inclusivas, garantindo o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010).
A audiência pública é uma ferramenta de gestão democrática essencial para sistematizar e otimizar a coleta seletiva, pois democratiza a formulação de diretrizes. Ela conecta o Poder Público, cooperativas de catadores e a sociedade civil para estruturar rotas logísticas eficientes e inclusivas, garantindo o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010).
Fases para Sistematização da Coleta Seletiva em Audiência Pública:
Para que a audiência pública
funcione como um real sistema de planejamento, ela deve seguir um fluxo
estratégico:
Diagnóstico Participativo: Apresentação de dados sobre a geração de resíduos do município, identificação de rotas atuais e taxas de reciclagem.
Inclusão Socioprodutiva: Discussão sobre o papel das associações e cooperativas de catadores, garantindo a remuneração pelo serviço ambiental.
Definição de Metas: Estabelecimento de cronogramas para a ampliação da coleta porta a porta, implantação de Pontos de Entrega Voluntária (PEV's) e campanhas de educação ambiental.
Fiscalização e Governança:
Criação de canais de controle social e avaliação contínua do sistema
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| AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A INCLUSÃO DA COLETA SELETIVA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM PASSOS MG |
O manejo dos resíduos sólidos
urbanos é componente do saneamento básico regulamentado pela Lei 11.445/07,
constituído pelas atividades de disponibilização e manutenção de
infraestruturas operacionais de coleta, varrição, limpeza asseio e conservação
urbana, assim como coleta, transporte, transbordo e a destinação adequada dos
resíduos sólidos urbanos com
seu tratamento e a disposição
final dos rejeitos. São serviços que, prestados de forma adequada, contribuem
fundamentalmente para a salubridade do meio ambiente com forte impacto positivo
sobre a saúde e a qualidade de vida da população.
A sistematização com os resíduos sólidos
A melhoria da gestão dos resíduos sólidos urbanos deve se constituir de um ciclo virtuoso de atividades que observe, em ordem de prioridade, conforme regulamentado pela Lei 12.305/10, a não geração, a redução, a reutilização, a reciclagem, o tratamento dos resíduos sólidos e a disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos. Deve, ainda, contemplar a sustentabilidade técnica, ambiental, social e econômico-financeira, numa visão de economia circular, que se inicia com a extração da matéria prima e a produção de um bem ou produto, passando por sua distribuição e consumo, até a geração, reutilização e reciclagem dos resíduos, e reintrodução destes na cadeia produtiva, sendo descartados somente os rejeitos.
No Brasil, para alcançar o patamar onde prevalece a gestão sustentável dos resíduos, há inúmeras barreiras a enfrentar.
A estrutura descentralizada, que tem o município como principal responsável pelo manejo dos resíduos sólidos urbanos, desponta como um dos maiores desafios, pois cerca de 70% dos municípios brasileiros tem menos de 20 mil habitantes, porte este que inviabiliza a sustentabilidade de alguns serviços. Além disso, os municípios de menor porte historicamente enfrentam dificuldades com a insuficiente capacidade técnica, institucional e financeira para uma gestão eficiente da limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos urbanos.
Neste contexto, a lei 14.026/2020, que trata do marco legal do saneamento básico, apresenta diretrizes fundamentais que, uma vez implementadas, irão propiciar a melhoria sustentável dos serviços nos municípios brasileiros. A principal delas é a que impulsiona a prestação regionalizada, orientando para o agrupamento de municípios com a participação dos estados, de forma a assegurar a escala ótima, atendendo adequadamente às exigências de higiene e saúde pública proporcionando viabilidade econômica e técnica aos municípios, sobretudo os menos favorecidos.
A Secretaria Nacional de Saneamento do Ministério do Desenvolvimento Regional, cumprindo sua missão de apoiar os municípios brasileiros, sobretudo com foco no desenvolvimento regional, realiza diversas ações de apoio técnico e financeiro aos estados e aos municípios, que incluem desde programas de investimentos, com recursos onerosos e não onerosos, até o assessoramento e a capacitação dos gestores e gestoras municipais.
Implementação da Coleta Seletiva
Como parte desse esforço coletivo, é aqui oferecido aos governadores, prefeitos, vereadores, secretários municipais, órgãos de controle, empreendedores locais e assessorias técnicas e jurídicas de todo o país o Roteiro para Planejamento e Implementação da Coleta Seletiva. A Secretaria espera que o presente documento possa contribuir efetivamente para a melhoria da gestão dos serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos urbanos em todo o País....VEJA O LINK ACIMA ...FONTE DO LINK GOV.BR





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