22 junho 2012

RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL CLASSE C - ENTULHOS NÃO RECICLÁVEIS



Resíduos Classe C na Construção Civil são materiais para os quais não existem tecnologias ou aplicações economicamente viáveis para reciclagem ou recuperação, como lã de vidro, isopor, lixas e pincéis não contaminados, exigindo descarte em aterros industriais preparados ou logística reversa, separados de outras classes, para evitar contaminação e desperdício. O isopor (Poliestireno Expandido ou EPS) de obra é, sim, tecnicamente 100% reciclável. No entanto, ele é classificado na Classe C dos Resíduos da Construção Civil (RCC) porque, na prática, a reciclagem não é economicamente viável em larga escala devido a desafios logísticos e operacionais no Brasil.

A contradição entre a natureza reciclável do material e sua classificação na construção civil reside na distinção entre o potencial técnico de reciclagem e a viabilidade prática no Potencial Técnico (É Reciclável) mas na viabilidade Prática (Classe C) ele não está entre os recicláveis porque e sua massa e peço não da retorno pela limpeza, sua geração em grande escala e seu transporte e o seu armazenamento e falta de equipamentos para trabalhar com ele aqui vimos um termo a se trabalhar e arrumar uma logística especifica que tenha retorno para a sua reciclagem, podendo assim citar o EPS é quimicamente reciclável, mas a falta de um mercado e de infraestrutura economicamente sustentáveis faz com que ele seja tratado como um resíduo não reciclável na gestão padrão dos resíduos da construção civil.

Resíduos Classe C na Construção Civil são materiais para os quais não existem tecnologias ou aplicações economicamente viáveis para reciclagem ou recuperação, como lã de vidro, isopor, lixas e pincéis não contaminados, exigindo descarte em aterros industriais preparados ou logística reversa, separados de outras classes, para evitar contaminação e desperdício. O isopor (Poliestireno Expandido ou EPS) de obra é, sim, tecnicamente 100% reciclável. No entanto, ele é classificado na Classe C dos Resíduos da Construção Civil (RCC) porque, na prática, a reciclagem não é economicamente viável em larga escala devido a desafios logísticos e operacionais no Brasil.  A contradição entre a natureza reciclável do material e sua classificação na construção civil reside na distinção entre o potencial técnico de reciclagem e a viabilidade prática no Potencial Técnico (É Reciclável) mas na viabilidade Prática (Classe C) ele não está entre os recicláveis porque e sua massa e peço não da retorno pela limpeza, sua geração em grande escala e seu transporte e o seu armazenamento e falta de equipamentos para trabalhar com ele aqui vimos um termo a se trabalhar e arrumar uma logística especifica que tenha retorno para a sua reciclagem, podendo assim citar o EPS é quimicamente reciclável, mas a falta de um mercado e de infraestrutura economicamente sustentáveis faz com que ele seja tratado como um resíduo não reciclável na gestão padrão dos resíduos da construção civil.



São materiais que a tecnologia atual não consegue reaproveitar de forma barata ou eficiente em larga escala. Então temos que ver os Resíduos da Construção Civil (RCC) Classe C não são reciclados porque ainda não existem tecnologias ou aplicações economicamente viáveis em larga escala para sua recuperação, sendo materiais como lixas, pincéis, restos de argamassa, gesso e outros, que não se encaixam nas classes A (reutilizáveis na obra) ou B (recicláveis para outros fins), necessitando de manejo especial para destinação adequada, muitas vezes aterros específicos.

Abaixo podemos ver os principais motivos deles não serem reciclados:

Falta de Tecnologia Viável: Não há processos desenvolvidos que tornem a reciclagem desses materiais economicamente competitiva ou tecnicamente simples.

Composição Complexa: Materiais como massa corrida, gesso, cerâmicas, plásticos e isopor misturados ou contaminados são difíceis de separar e processar.

Logística e Custo: O custo para coletar, separar e transportar esses materiais para o processamento (quando existe) é alto, não compensando financeiramente o esforço.

Foco em Outras Classes: A indústria foca mais na reciclagem de classes A (concreto, argamassa) e B (papel, metal, vidro), que têm retorno mais claro, enquanto a Classe C fica em "espera tecnológicas"

Mas já existem estudos e pesquisas em andamento no Brasil e no mundo buscando tecnologias e aplicações economicamente viáveis para a reciclagem e recuperação dos resíduos da construção civil (RCC) de Classe C.

O Cenário Atual dos Estudos tem focado na viabilidade econômica trabalhos e pesquisas em inovações tecnológicas e incentivos e políticas publicas

 A maior parte dos esforços de pesquisa se concentra em encontrar métodos que tornem a reciclagem desses materiais financeiramente atrativa, superando a barreira que atualmente os classifica como Classe C. Universidades e centros de pesquisa no Brasil, como a USP e a UFRJ, frequentemente publicam trabalhos e monografias que exploram o potencial de reciclagem de diversos RCCs, incluindo aqueles que hoje são desafiadores. As inovações tecnológicas na área de tratamento de resíduos, como o uso de nanotecnologia e processos mais eficientes de separação e processamento, estão sendo exploradas para mudar o panorama da reciclagem, inclusive os Resíduos da Classe C. Incentivos e Políticas Públicas como discussões e debates (como os promovidos em ciclos de ciência aplicada à tecnologia e inovação em políticas públicas) buscam criar um ambiente regulatório e de mercado que incentive a gestão sustentável e a reciclagem de todos os tipos de resíduos, alinhado aos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU.

Mas Atualmente, a legislação brasileira (Resolução CONAMA nº 307) define os resíduos de Classe C como aqueles para os quais ainda não existem tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam sua reciclagem ou recuperação, como é o caso de produtos à base de gesso e alguns materiais de composição complexa ou contaminados. a reciclagem em larga escala da Classe C ainda não é uma realidade comercial padrão no Brasil, o setor está em em evolução, e a busca por soluções inovadoras é ativa.

Onde deve acontecer os estudos e debates para a reciclagem dos resíduos classe c da construção civil CLASSE C, vimos que faculdade como a USP E UFRJ já fazem trabalhos e pesquisas para levar estes resíduos serem reciclados trazendo uma viabilidade econômica e e melhorar a preservação ambiental mas tem outros órgãos e entidades ligados e discussões e debates mais estudos ligados a reciclagem evolução para reciclagem dos resíduos da classe C da construção civil abaixo os órgão  entidades e suas funções e eventos ligados a está evolução:

Onde deve acontecer os estudos e debates para a reciclagem dos resíduos classe c da construção civil CLASSE C, vimos que faculdade como a USP E UFRJ já fazem trabalhos e pesquisas para levar estes resíduos serem reciclados trazendo uma viabilidade econômica e e melhorar a preservação ambiental mas tem outros órgãos e entidades ligados e discussões e debates mais estudos ligados a reciclagem evolução para reciclagem dos resíduos da classe C da construção civil abaixo os órgão  entidades e suas funções e eventos ligados a está evolução


Instituições de Ensino e Pesquisa (Universidades e Centros Tecnológicos): Universidades, como a USP e a UFRJ, possuem grupos de pesquisa e publicam estudos e monografias que abordam a gestão e possíveis tecnologias para a reciclagem de resíduos da construção civil, incluindo a classe C.

Órgãos Governamentais e Normativos: O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) são responsáveis pela definição de políticas e normas (como a Resolução CONAMA nº 307, que classifica os resíduos) que direcionam a gestão desses materiais. O Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão de Resíduos Sólidos (SINIR+) também centraliza informações e dados sobre o setor.

Eventos e Conferências do Setor: Debates e apresentações de novas tecnologias ocorrem em eventos específicos, como a Bienal do Lixo e ciclos de palestras sobre resíduos sólidos da construção civil.

Associações e Entidades Profissionais: Organizações como a Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído (ANTAC) promovem discussões e publicam artigos técnicos sobre o gerenciamento de resíduos.

Legislativos (Câmaras Municipais, Estaduais e Congresso Nacional): Audiências públicas e debates sobre a gestão de resíduos e a implementação da responsabilidade compartilhada e logística reversa acontecem nas esferas legislativas, como a mencionada na Câmara Municipal de Jacareí.

O principal desafio para a reciclagem da Classe C é a viabilidade econômica e tecnológica, o que significa que grande parte dos estudos e debates se concentra em encontrar soluções que superem essas barreiras.

Abaixo aqui as NBR e a Resolução do Conama e a ABNT que devemos seguir para lidar com estes resíduos evitando o descontrole e descarte de um jeito irregular que prejudique o Meio Ambiente

Temos as NBR 15112: Projeto, implantação e operação de áreas de transbordo e triagem de resíduos sólidos da construção civil.

NBR 15113: Aterros de resíduos sólidos da construção civil.

NBR 15114: Áreas de reciclagem de resíduos sólidos da construção civil.

 A Resolução CONAMA nº 307, de 2002, e suas alterações (como a Resolução nº 431/2011), estabelecem as diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil em todo o país

ABNT NBR 10004: Esta norma é a base para a classificação de resíduos sólidos no Brasil, dividindo-os em Classe I (Perigosos) e Classe II (Não Perigosos), que se subdividem em IIA (Não Inertes) e IIB (Inertes). A classificação dos resíduos da construção civil (Classes A, B, C e D) segue as diretrizes desta norma e da Resolução CONAMA 307.

aqui as NBR e a Resolução do Conama e a ABNT que devemos seguir para lidar com estes resíduos evitando o descontrole e descarte de um jeito irregular que prejudique o Meio Ambiente  Temos as NBR 15112: Projeto, implantação e operação de áreas de transbordo e triagem de resíduos sólidos da construção civil.  NBR 15113: Aterros de resíduos sólidos da construção civil.  NBR 15114: Áreas de reciclagem de resíduos sólidos da construção civil.   A Resolução CONAMA nº 307, de 2002, e suas alterações (como a Resolução nº 431/2011), estabelecem as diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil em todo o país  ABNT NBR 10004: Esta norma é a base para a classificação de resíduos sólidos no Brasil, dividindo-os em Classe I (Perigosos) e Classe II (Não Perigosos), que se subdividem em IIA (Não Inertes) e IIB (Inertes). A classificação dos resíduos da construção civil (Classes A, B, C e D) segue as diretrizes desta norma e da Resolução CONAMA 307.


Nestas NBR E RESOLUÇÃO vamos ver e encontrar os métodos corretos de lidar com estes resíduos dentro e fora das obras da construção civil e quem são os responsáveis por eles como:

Os geradores (construtoras, reformadores, etc.) são responsáveis pelo gerenciamento adequado desses resíduos, o que inclui a segregação na origem, acondicionamento e destinação final.

Os municípios e o Distrito Federal devem elaborar Planos Integrados de Gerenciamento de Resíduos de Construção Civil e são obrigados a cessar a disposição desses resíduos em aterros de resíduos domiciliares e áreas de "bota fora".

OS BOTA FORAS

Quando encontrar um "bota fora" de RCC (Resíduos de Construção Civil), você deve denunciar às autoridades (Prefeitura/Ouvidoria), pois é um descarte ilegal que causa poluição, e, se for sua obra, levar os resíduos a Ecopontos (até 1m³), contratar empresas regulamentadas (com CTR) ou, para grandes volumes, usar usinas de reciclagem, garantindo o destino correto e evitando multas pesadas, segundo a legislação.

A prefeitura deve ter regras e dar suporte ao município para evitar o descarte incorreto destes resíduos da construção civil Como:

Suporte (Infraestrutura e Educação)

Ecopontos ou Pontos de Entrega Voluntária (PEVs): Criar e manter uma rede de Ecopontos (também chamados de Pontos de Entrega Voluntária) acessíveis à população para o descarte correto de pequenas quantidades de resíduos de reformas domésticas.

Orientação sobre a Classificação: Promover campanhas de comunicação e educação socioambiental para informar a população e os profissionais do setor sobre a classificação dos resíduos (Classes A, B, C e D) e as formas corretas de separação e descarte.

Parcerias com o Setor Privado: Incentivar a criação de consórcios públicos ou parcerias com empresas privadas para o tratamento e reciclagem de resíduos, especialmente os da Classe A e B, que são recicláveis.

E manter canais oficiais (site da prefeitura, cartilhas) com informações claras sobre os locais licenciados para descarte, as empresas credenciadas e a legislação vigente. Ao combinar essas ações, o município garante que os geradores de resíduos assumam sua responsabilidade compartilhada e que o descarte final seja ambientalmente correto.