07 janeiro 2012

A GESTÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA CONSTRUÇÃO CIVIL INCLUINDO INTERIORES DE ESTADO

 

A verdadeira sustentabilidade na construção civil só acontece quando incluímos todas as realidades e vozes, especialmente aquelas que constroem o futuro no interior do estado. A educação ambiental dentro dos canteiros de obras não pode ser um privilégio das grandes capitais ou uma mera formalidade documental. Ela é uma ferramenta viva de transformação social, ambiental e econômica.

Para que o setor evolua de forma justa, precisamos lançar luz sobre os profissionais que atuam longe dos grandes centros urbanos. Muitas vezes enfrentando escassez de recursos, logística desafiadora e falta de incentivo, esses educadores, engenheiros e técnicos ambientais são os verdadeiros agentes de mudança no interior. Eles traduzem conceitos complexos de preservação para a rotina prática dos operários, adaptando soluções à biodiversidade e à cultura de cada município.

Uma construção civil verdadeiramente inclusiva reconhece que:

• O saber local tem valor central: As particularidades ambientais do interior exigem um olhar atento e especializado que apenas os profissionais da própria região possuem.

• A educação é para todos: A capacitação ambiental deve alcançar desde o operário na base da obra até a alta gestão, promovendo a dignidade e o sentimento de pertencimento de toda a equipe.

• A descentralização fortalece o estado: Valorizar o profissional do interior fixa talentos na região, gera emprego qualificado e descentraliza a inovação sustentável.

Garantir o devido reconhecimento e visibilidade a esses profissionais não é apenas uma questão de justiça profissional, mas o único caminho para consolidar um desenvolvimento que seja, de fato, sustentável e para todos.

A verdadeira sustentabilidade na construção civil só acontece quando incluímos todas as realidades e vozes, especialmente aquelas que constroem o futuro no interior do estado. A educação ambiental dentro dos canteiros de obras não pode ser um privilégio das grandes capitais ou uma mera formalidade documental. Ela é uma ferramenta viva de transformação social, ambiental e econômica.  Para que o setor evolua de forma justa, precisamos lançar luz sobre os profissionais que atuam longe dos grandes centros urbanos. Muitas vezes enfrentando escassez de recursos, logística desafiadora e falta de incentivo, esses educadores, engenheiros e técnicos ambientais são os verdadeiros agentes de mudança no interior. Eles traduzem conceitos complexos de preservação para a rotina prática dos operários, adaptando soluções à biodiversidade e à cultura de cada município.  Uma construção civil verdadeiramente inclusiva reconhece que:  • O saber local tem valor central: As particularidades ambientais do interior exigem um olhar atento e especializado que apenas os profissionais da própria região possuem.  • A educação é para todos: A capacitação ambiental deve alcançar desde o operário na base da obra até a alta gestão, promovendo a dignidade e o sentimento de pertencimento de toda a equipe.  • A descentralização fortalece o estado: Valorizar o profissional do interior fixa talentos na região, gera emprego qualificado e descentraliza a inovação sustentável.  Garantir o devido reconhecimento e visibilidade a esses profissionais não é apenas uma questão de justiça profissional, mas o único caminho para consolidar um desenvolvimento que seja, de fato, sustentável e para todos. O Elo Perdido da Sustentabilidade: Por que a Educação Ambiental no Interior Precisa de Voz?  Quando pensamos em sustentabilidade na construção civil, a mente logo viaja para prédios espelhados nas grandes capitais, certificações internacionais caras e tecnologias de última geração. Mas a realidade do desenvolvimento do nosso estado acontece, em grande parte, bem longe dos grandes centros urbanos.  A verdadeira transformação ecológica está no interior, mas os profissionais que lideram essa mudança ainda enfrentam uma barreira invisível: a falta de reconhecimento.  A educação ambiental em canteiros de obras não é apenas preencher planilhas de resíduos para evitar multas. É sobre pessoas. E quando olhamos para as obras no interior do estado, essa missão ganha contornos ainda mais desafiadores e essenciais.



O Elo Perdido da Sustentabilidade: Por que a Educação Ambiental no Interior Precisa de Voz?

Quando pensamos em sustentabilidade na construção civil, a mente logo viaja para prédios espelhados nas grandes capitais, certificações internacionais caras e tecnologias de última geração. Mas a realidade do desenvolvimento do nosso estado acontece, em grande parte, bem longe dos grandes centros urbanos.

A verdadeira transformação ecológica está no interior, mas os profissionais que lideram essa mudança ainda enfrentam uma barreira invisível: a falta de reconhecimento.

A educação ambiental em canteiros de obras não é apenas preencher planilhas de resíduos para evitar multas. É sobre pessoas. E quando olhamos para as obras no interior do estado, essa missão ganha contornos ainda mais desafiadores e essenciais.

 O Desafio da Invisibilidade no Interior

Os profissionais de educação ambiental que atuam no interior são verdadeiros desbravadores. Eles enfrentam desafios que quem está na capital muitas vezes nem imagina:

• Logística Reversa Limitada: A falta de cooperativas de reciclagem ou aterros especializados na região exige soluções criativas e locais para o descarte de materiais.

• Escassez de Recursos: Orçamentos mais enxutos que demandam dos profissionais a habilidade de fazer muito mais com muito menos.

• Isolamento Técnico: A distância dos grandes debates acadêmicos e eventos do setor, o que torna o trabalho deles uma jornada frequentemente solitária.

Mesmo com tudo isso contra, são esses técnicos, engenheiros e educadores que traduzem a sustentabilidade para a linguagem prática do operário, mudando a cultura do canteiro de obras a partir da base.

Inclusão e Valorização: O Caminho para o Futuro

Uma construção civil que se diz moderna não pode ser excludente. Valorizar a educação ambiental no interior significa entender que o conhecimento local é soberano. Quem vive e trabalha na região conhece o solo, a comunidade, os rios e as reais necessidades daquele ecossistema.

Dar voz, oferecer salários justos, investir em capacitação regional e reconhecer o protagonismo desses profissionais é o único caminho para que o crescimento econômico do estado não aconteça às custas da destruição do nosso patrimônio natural.

A sustentabilidade não pode ser um privilégio geográfico. Ela precisa ser uma realidade em cada obra, de norte a sul, da capital ao menor município do interior.


O Elo Perdido da Sustentabilidade: Por que a Educação Ambiental no Interior Precisa de Voz?  Quando pensamos em sustentabilidade na construção civil, a mente logo viaja para prédios espelhados nas grandes capitais, certificações internacionais caras e tecnologias de última geração. Mas a realidade do desenvolvimento do nosso estado acontece, em grande parte, bem longe dos grandes centros urbanos.  A verdadeira transformação ecológica está no interior, mas os profissionais que lideram essa mudança ainda enfrentam uma barreira invisível: a falta de reconhecimento.  A educação ambiental em canteiros de obras não é apenas preencher planilhas de resíduos para evitar multas. É sobre pessoas. E quando olhamos para as obras no interior do estado, essa missão ganha contornos ainda mais desafiadores e essenciais.   O Desafio da Invisibilidade no Interior  Os profissionais de educação ambiental que atuam no interior são verdadeiros desbravadores. Eles enfrentam desafios que quem está na capital muitas vezes nem imagina:  • Logística Reversa Limitada: A falta de cooperativas de reciclagem ou aterros especializados na região exige soluções criativas e locais para o descarte de materiais.  • Escassez de Recursos: Orçamentos mais enxutos que demandam dos profissionais a habilidade de fazer muito mais com muito menos.  • Isolamento Técnico: A distância dos grandes debates acadêmicos e eventos do setor, o que torna o trabalho deles uma jornada frequentemente solitária.  Mesmo com tudo isso contra, são esses técnicos, engenheiros e educadores que traduzem a sustentabilidade para a linguagem prática do operário, mudando a cultura do canteiro de obras a partir da base.  Inclusão e Valorização: O Caminho para o Futuro  Uma construção civil que se diz moderna não pode ser excludente. Valorizar a educação ambiental no interior significa entender que o conhecimento local é soberano. Quem vive e trabalha na região conhece o solo, a comunidade, os rios e as reais necessidades daquele ecossistema.  Dar voz, oferecer salários justos, investir em capacitação regional e reconhecer o protagonismo desses profissionais é o único caminho para que o crescimento econômico do estado não aconteça às custas da destruição do nosso patrimônio natural.  A sustentabilidade não pode ser um privilégio geográfico. Ela precisa ser uma realidade em cada obra, de norte a sul, da capital ao menor município do interior. Uma forma boa, útil e ecológica que melhora o planejamento urbano e a engenharia civil geral em todos os aspectos será a gestão dos resíduos da construção civil, que chega  em uma faixa percentual de 50% do lixo gerado em uma cidade por dia, mas o mais difícil são os que estão no poder reconhecer as obras e projetos dos que estão começando e assim evoluir a sua região, trabalho do assunto já tem, como gerenciar e aproveitar os resíduos das obras na obra e na cidade, e até maquete eletrônica já foi feita, será que vai aparecer alguém quem reconheça e de força para ser realizado ou vão tentar ficar escondendo as novidades eternamente, vamos arregaçar as mangas e levar o conhecimento a população de quem é o responsável pelos resíduos gerados é quem gera e tomar consciência de que este resíduo gerado pode ser tratado de forma adequada sendo reaproveitada reutilizado e reciclado desgastando menos o meio ambiente e levando ética a quem os gera........



Uma forma boa, útil e ecológica que melhora o planejamento urbano e a engenharia civil geral em todos os aspectos será a gestão dos resíduos da construção civil, que chega  em uma faixa percentual de 50% do lixo gerado em uma cidade por dia, mas o mais difícil são os que estão no poder reconhecer as obras e projetos dos que estão começando e assim evoluir a sua região, trabalho do assunto já tem, como gerenciar e aproveitar os resíduos das obras na obra e na cidade, e até maquete eletrônica já foi feita, será que vai aparecer alguém quem reconheça e de força para ser realizado ou vão tentar ficar escondendo as novidades eternamente, vamos arregaçar as mangas e levar o conhecimento a população de quem é o responsável pelos resíduos gerados é quem gera e tomar consciência de que este resíduo gerado pode ser tratado de forma adequada sendo reaproveitada reutilizado e reciclado desgastando menos o meio ambiente e levando ética a quem os gera........    

UM TRABALHO PARA ANALISAR

PRINCÍPIOS DE
GESTÃO
AMBIENTAL
AÇÕES
1. Prioridade
organizacional
·         Reconhecer que a questão ambiental está entre as principais prioridades da empresa e que ela é uma questão chave para o Desenvolvimento Sustentado.

·         Estabelecer políticas, programas e práticas no desenvolvimento das operações que sejam adequadas ao meio ambiente.
2. Gestão integrada
·         Integrar as políticas, programas e práticas ambientais intensamente em todos os negócios como elementos indispensáveis de administração em todas as suas funções.
3. Processo de
melhoria
·         Continuar melhorando as políticas corporativas, os programas e a performance ambiental tanto no mercado interno quanto externo, levando em conta o desenvolvimento tecnológico, o conhecimento científico, as necessidades dos consumidores e os anseios da comunidade, tendo como ponto de partida as regulamentações ambientais.
4. Educação do pessoal
·         Educar, treinar e motivar o pessoal, no sentido de que possam desempenhar suas tarefas de forma responsável com relação ao ambiente.
5. Prioridade de
enfoque
·         Considerar as repercussões ambientais antes de iniciar novas atividades ou projetos e antes de construir novos equipamentos e instalações adicionais ou de abandonar alguma unidade produtiva.
6. Produtos e serviços
·         Desenvolver e fabricar produtos e serviços que não sejam agressivos ao ambiente e que sejam seguros em sua utilização e consumo, que sejam eficientes no consumo de energia e recursos naturais e que possam ser reciclados, reutilizados ou armazenados de forma segura.
7. Orientação ao
consumidor
·         Orientar e se necessário, educar consumidores, distribuidores e o público em geral sobre o correto e seguro uso, transporte, armazenagem e descarte dos produtos produzidos.
8. Equipamentos e
operacionalização
·         Desenvolver, desenhar e operar máquinas e equipamentos levando em conta o eficiente uso de água, energia e matérias-primas, o uso sustentável dos recursos renováveis, a minimização dos impactos negativos ao ambiente e a geração de poluição e o uso responsável e seguro dos resíduos existentes.
9. Pesquisa
·         Conduzir ou apoiar projetos de pesquisa que estudem os impactos ambientais das matérias-primas, produtos, processos, emissões e resíduos associados ao processo produtivo das empresas, visando a minimização de seus efeitos.
10. Enfoque preventivo
·         Modificar a manufatura e o uso de produtos ou serviços e mesmo os processos produtivos, de forma consistente com os mais modernos conhecimentos técnicos e científicos, no sentido de prevenir as sérias e irreversíveis degradações do meio ambiente.
11. Fornecedores e
subcontratados
·         Promover a adoção dos princípios ambientais da empresa junto dos subcontratados e fornecedores encorajando e assegurando, sempre que possível, melhoramentos em suas atividades, de modo que elas sejam uma extensão das normas utilizadas pela empresa.
12, Planos de
emergência
·         Desenvolver e manter, nas áreas de risco potencial, planos de emergência idealizados em conjunto entre os setores da empresa envolvidos, os órgãos governamentais e a comunidade local, reconhecendo a repercussão de eventuais acidentes.
13. Transferência de
tecnologia
·         Contribuir na disseminação e transferência das tecnologias e métodos de gestão que sejam amigáveis ao meio ambiente junto ais setores privado e público.
14. Contribuição ao
esforço comum
·         Contribuir no desenvolvimento de políticas públicas e privadas de programas governamentais e iniciativas educacionais que visem à preservação do meio ambiente,
15. Transparência de
atitude
·         Propiciar transparência e diálogo com a comunidade interna e externa, antecipando e respondendo a suas preocupações em relação aos riscos potenciais.

E impacto das operações, produtos e resíduos.
16. Atendimento e
divulgação
·         Medir a performance ambiental. Conduzir auditorias ambientais regulares e averiguar se os padrões da empresa cumprem os valores estabelecidos na legislação. Prover periodicamente informação apropriada par a Alta Administração, acionistas, empregados, autoridades e o público em geral.
Quadro

 Princípios de gestão ambiental
Fonte: DONAIRE (1999, p. 60)
A GESTÃO AMBIENTAL EM UMA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO CIVIL
TRABALHO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – Karen Freitas Aves
FORMATAÇÃO DA TABELA
Frank Dias Ferreira - Engenheiro Civil

FOCANDO NO TRABALHO DA TABELA  ACIMA


O meio ambiente que é diretamente afetado pelos materiais e métodos de execução usados na construção civil pelas empresas atuantes no setor, precisa ser preservado. Com o intuito de reduzir os impactos ao meio ambiente, este trabalho, que teve como método um estudo de caso, analisou as práticas de Gestão Ambiental adotadas em uma construtora do ramo do varejo, tentando responder o problema de pesquisa: 

Quais são as práticas que devem ser adotadas pelas empresas da construção civil para o cumprimento do compromisso de preservação do ambiente natural? O objetivo geral do trabalho foi avaliar o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) adotado em uma construtora, conforme o alinhamento preconizado pela teoria proposta pela ISO 14000. Os objetivos específicos buscaram:

 (1) identificar as práticas de gestão ambiental adotadas pela empresa;

(2) identificar os benefícios já alcançados com o SGA 

(3) identificar oportunidades ainda não exploradas. 

A parte teórica do trabalho permitiu identificar e entender os princípios de Gestão Ambiental e suas práticas, o Sistema de Gestão Ambiental e sua formação conforme a Norma ISO 14004, a Política Pública Ambiental no Brasil e a Lei de Resíduos Sólidos. A teoria foi relacionada com as práticas identificadas na construtora objeto de estudo. O resultado desse estudo indicou que a construtora que é referência em seu ramo de atuação, adota práticas segundo os Princípios de Gestão Ambiental e o seu Sistema de Gestão Ambiental está de acordo com o proposto pela Norma ISO 14004.

CONCLUINDO SOBRE OS TERMOS DESCRITOS

Se analisa a relevância estratégica da gestão ambiental na construção civil com os itens descritos, um setor historicamente impactante devido ao alto consumo de recursos naturais e à expressiva geração de resíduos. A pesquisa demonstrou que a sustentabilidade no canteiro de obras deixou de ser apenas uma obrigação legal para se tornar uma vantagem competitiva crucial, cuja viabilidade técnica e operacional é potencializada pelas diretrizes da norma ISO 14004.

Os principais pontos conclusivos indicam que:

• Suporte da ISO 14004: Enquanto a ISO 14001 estabelece os requisitos obrigatórios para a certificação, a ISO 14004 atua como um manual prático e flexível. Ela fornece orientações detalhadas para empresas que estão iniciando ou aprimorando seu Sistema de Gestão Ambiental (SGA), facilitando a transição de processos tradicionais para modelos ecoeficientes.

• Logística Reversa e Resíduos: A aplicação das diretrizes da norma otimiza a execução do Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC). Isso reduz o desperdício de insumos e gera economia financeira direta por meio do reaproveitamento de materiais na própria obra.


O meio ambiente que é diretamente afetado pelos materiais e métodos de execução usados na construção civil pelas empresas atuantes no setor, precisa ser preservado. Com o intuito de reduzir os impactos ao meio ambiente, este trabalho, que teve como método um estudo de caso, analisou as práticas de Gestão Ambiental adotadas em uma construtora do ramo do varejo, tentando responder o problema de pesquisa: Quais são as práticas que devem ser adotadas pelas empresas da construção civil para o cumprimento do compromisso de preservação do ambiente natural? O objetivo geral do trabalho foi avaliar o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) adotado em uma construtora, conforme o alinhamento preconizado pela teoria proposta pela ISO 14000. Os objetivos específicos buscaram:   (1) identificar as práticas de gestão ambiental adotadas pela empresa;  (2) identificar os benefícios já alcançados com o SGA   (3) identificar oportunidades ainda não exploradas.   A parte teórica do trabalho permitiu identificar e entender os princípios de Gestão Ambiental e suas práticas, o Sistema de Gestão Ambiental e sua formação conforme a Norma ISO 14004, a Política Pública Ambiental no Brasil e a Lei de Resíduos Sólidos. A teoria foi relacionada com as práticas identificadas na construtora objeto de estudo. O resultado desse estudo indicou que a construtora que é referência em seu ramo de atuação, adota práticas segundo os Princípios de Gestão Ambiental e o seu Sistema de Gestão Ambiental está de acordo com o proposto pela Norma ISO 14004.  CONCLUINDO SOBRE OS TERMOS DESCRITOS  Se analisa a relevância estratégica da gestão ambiental na construção civil com os itens descritos, um setor historicamente impactante devido ao alto consumo de recursos naturais e à expressiva geração de resíduos. A pesquisa demonstrou que a sustentabilidade no canteiro de obras deixou de ser apenas uma obrigação legal para se tornar uma vantagem competitiva crucial, cuja viabilidade técnica e operacional é potencializada pelas diretrizes da norma ISO 14004.  Os principais pontos conclusivos indicam que:  • Suporte da ISO 14004: Enquanto a ISO 14001 estabelece os requisitos obrigatórios para a certificação, a ISO 14004 atua como um manual prático e flexível. Ela fornece orientações detalhadas para empresas que estão iniciando ou aprimorando seu Sistema de Gestão Ambiental (SGA), facilitando a transição de processos tradicionais para modelos ecoeficientes.  • Logística Reversa e Resíduos: A aplicação das diretrizes da norma otimiza a execução do Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC). Isso reduz o desperdício de insumos e gera economia financeira direta por meio do reaproveitamento de materiais na própria obra. • Métricas e Indicadores: A ISO 14004 auxilia a administração a estabelecer indicadores ambientais claros e realistas. Isso torna o monitoramento do consumo de água, energia e combustíveis nos canteiros de obras muito mais preciso e alinhado ao ciclo PDCA. • Cultura e Liderança: O sucesso do SGA depende do engajamento em todos os níveis. A norma enfatiza a importância do treinamento contínuo dos trabalhadores e do comprometimento da alta gestão, transformando a política ambiental em uma prática diária.   Em suma, conclui-se que a gestão ambiental apoiada na ISO 14004 é um investimento altamente rentável. Ela oferece o suporte administrativo necessário para que as construtoras conciliem o desenvolvimento econômico com a preservação ecológica, consolidando a responsabilidade socioambiental no mercado da construção civil.


• Métricas e Indicadores: A ISO 14004 auxilia a administração a estabelecer indicadores ambientais claros e realistas. Isso torna o monitoramento do consumo de água, energia e combustíveis nos canteiros de obras muito mais preciso e alinhado ao ciclo PDCA.

• Cultura e Liderança: O sucesso do SGA depende do engajamento em todos os níveis. A norma enfatiza a importância do treinamento contínuo dos trabalhadores e do comprometimento da alta gestão, transformando a política ambiental em uma prática diária.

Em suma, conclui-se que a gestão ambiental apoiada na ISO 14004 é um investimento altamente rentável. Ela oferece o suporte administrativo necessário para que as construtoras conciliem o desenvolvimento econômico com a preservação ecológica, consolidando a responsabilidade socioambiental no mercado da construção civil.